Animação

Somos Comunidade – Instituto Unimed / Coreto

O Instituto Unimed-BH é uma associação sem fins lucrativos criada em 2003 e que desenvolve ações para ampliar o acesso à cultura,  estimular o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas, valorizar espaços públicos e o meio ambiente por meio do Programa de Responsabilidade Social Cooperativista da Unimed-BH. Mais ainda, fomenta a geração de empregos e  renda em nossa cidade, além de viabilizar projetos socioculturais para a comunidade. São iniciativas que fazem a diferença na vida das pessoas.Os projetos dialogam com 5 linhas de ação: Comunidade, Meio ambiente, Voluntariado, Adoção de Espaços Públicos e Cultura. Os mais de 60 projetos patrocinados alcançam cerca 1,4 milhão de pessoas, direta e indiretamente.

Um dos destaques é o Programa Cultural Unimed-BH, considerada a maior experiência de patrocínio cultural do país mantida por pessoas físicas, segundo o Ministério da Cultura. Neste ano o evento aconteceu no dia 13 de outubro, com um palco na Praça Duque de Caxias para comemorar os 15 anos do Instituto. A programação, gratuita foi para toda a família, e contou com o espetáculo “Somos Feitos de Sonhos”, realizado pelo Instituto em parceria com o Coreto Cultural, e o projeto Jazzinho – jazz para crianças com o show “Toquinho no Mundo da Criança”.

A Voltz mais uma vez ficou responsável por realizar o projeto de design audiovisual, que compreendia a produção de conteúdo com animações e vídeos para o cenário digital de leds, além da captação de imagens ao vivo em diálogo com o conteúdo produzido. Neste ano realizamos também a produção de depoimentos que foram exibidos entre as apresentações cénico-musicais.

O festival apresenta o espetáculo “Somos Feitos de Sonhos”, formado por mais de 400 artistas no palco. Entre eles, mais de 300 são crianças e adolescentes alunos da Escola de Artes Instituto Unimed-BH, no Aglomerado Morro das Pedras, que participam dos cursos de percussão, balé e danças urbanas. A Escola busca contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos jovens, incentivando a cidadania e a inclusão social. É um projeto que envolve artistas, educadores, colaboradores, público, num total de 15 músicas, 400 artistas, mais de 600 postos de trabalho, cerca de 4.000 pessoas de público direto, outras milhares indiretamente.

A direção artística do espetáculo é assinada por Gilvan de Oliveira. A apresentação também conta com a participação de outros artistas mineiros, como Maurício Tizumba, Adrianna Moreira, Marcelo Veronez e Pedro Morais.

Também integram o “Somos Comunidade”, o grupo de percussão afro-mineira Bloco Saúde; o Coral da Unimed-BH, sob a regência do maestro Márcio Miranda Pontes; o grupo de dança de salão Dança a Dois, coordenado pela Cia. de Dança Mimulus; a Orquestra Sinfônica de Betim, o Grupo Mira e a Cia. Masculina do Núcleo Artístico.

O evento foi encerrado com um show do cantor Toquinh0, canções que embalaram a infância e que, agora, seus filhos podem ouvir e aprender.


Categoria: Animação, Video em 05/10/2018    


 
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Arte Democracia Utopia – Museu de Arte do Rio

A exposição Arte Democracia Utopia – Quem não luta tá morto foi inaugurada no dia 15 de setembro de 2018, no Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá – Rio de Janeiro. Com coordenação geral de Eleonora Santa Rosa, a curadoria foi assinada por Moacir Dos Anjos, um dos mais importantes curadores do país, com passagens pelas Bienais de São Paulo e Veneza, a mostra faz parte do programa de comemoração dos 5 anos da instituição.

“Quem não luta tá morto é frase gritada por muitas e muitos dos que teimam em construir, em estado de constante disputa, lugares e tempos mais generosos e inclusivos. É frase dita bem alto, em particular, por aquelas e aqueles que buscam fazer valer, no Brasil, o direito constitucional à terra e à moradia. Frase que sintetiza a certeza vital que move a construção utópica: a impossibilidade de estancar a busca do que se deseja e do que se precisa. Mas se a única alternativa à morte é a luta, é dolorosamente claro que a luta não impede a suspensão da vida, que quem luta também morre – com frequência justo por sua combatividade, por sua gana de inventar um mundo mais largo. Gente que é morta por querer impedir as mortes lentas que a existência precária fabrica, espelho das desigualdades abissais que fundam e estruturam o país. As mortes de quem luta se transformam, por isso, em imperativo ético de resistência para quem fica; de fazer valer, a despeito de tudo, o valor da vida.”, explica o curador Moacir dos Anjos.

Para a sinalização de entrada do museu criamos uma padronagem tipográfica que foi aplicada como um lambe-lamber  na parte externa como stencil. Essa referência vem dos manifestos impressos pelas vanguardas, que sempre usaram da palavra impressa para registrar e disseminar suas ideias. Para a aplicação destes materiais contamos com a participação do pessoal do Estudo Banzo lá do Rio de Janeiro.

Na parte interna da exposição a identidade visual foi aplicada em plotter de recorte. Além da identidade visual a Voltz foi responsável por toda a sinalização informativa da exposição, além da vinheta e todo material de divulgação, que foi trabalho em parceria com a equipe de comunicação e design do museu.

Sem ter pretensão de apresentar um panorama conclusivo, a mostra traz exemplos do pensamento utópico que marca a arte brasileira recente. Trabalhos artísticos realizados em momentos passados também estarão presentes, além de propostas e ações realizadas por grupos comunitários, associações e outras articulações da sociedade civil que visam a construção de estruturas de atuação política e social.

“ARTE DEMOCRACIA UTOPIA – Quem não luta tá morto” terá sete trabalhos comissionados, como o de Virginia de Medeiros, que dá nome à mostra. Os coletivos Amò e #cóleraalegria, assim como Graziela Kunsch, Raphael Escobar, Traplev e Jota Mombaça completam o time de artistas que criaram trabalhos para a exposição. Nomes consagrados, como Anna Maria Maiolino, Claudia Andujar, Paulo Bruscky e Cildo Meireles também participam.

O debate, porém, não ficará restrito às galerias do museu. Para expandir o diálogo, os arquitetos do Estúdio Chão criaram o projeto Transborda, que ocupará os pilotis com estruturas lúdicas e arquibancadas onde acontecerão encontros, debates e atividades da Escola do Olhar. O evento de abertura contou com com shows, performances, intervenções artísticas, entre outras atividades culturais.
Projeções: VJ Lê Pantoja
16h – 21h – Feira com Refugiados (Mawon)
16h – 17h30 – DJ Tata Ogan
17h30 – 17h50 – Mawon convida Rebel Layonn (Haiti), Bob Selassie
(Haiti) e Papa Babouseck (Senegal)
17h30 – 18h10 – Intervenção Passinho – Poesia dos Pés (Pavilhão)
17h50 – 17h55 - Poetas Favelados
17h55 – 18h10 - Dj Seduty (Funk)
18h10 – 18h30 – Intervenção Passinho – Poesia dos Pés (Pilotis)
18h30 – 18h40 – DJ Tata Ogan
18h40 – 19h10 - Bia FerreiraDoralyce
19h10 – 19h15 - Poetas Favelados
19h15 – 19h35 – DJ Tata Ogan
19h35 – 19h50 – Tipoema: Movimento 5 (Claudio Santos, Fabiano Fonseca e Sérgio Mendes)
19h50 – 20h – “e para que poetas em tempo de pobreza?” 2018 (Carlos Adriano)
20h – 21h – (Pocket Show) Jards Macalé

E mais uma vez tivemos a possibilidade de mostrar a performance Tipoema, agora no seu Movimento 5. Um remix, para dar visibilidade a fragmentos do uso da tipografia em forma de manifestos, desde sua origem nas Minas Gerais e no Rio de Janeiro, passando pelas vanguardas, até os dias de hoje através dos coletivos artísticos. Dessa vez a carregamos uma Doblô em Belo Horizonte, com a prensa centenária do Sr. Sebastião do Vale do Jequitinhonha e levamos para um público maior o que essa tecnologia ainda tem a dizer, junto com Fabiano Fonseca, Alessandra Maria Scores e Marcelo Braga. Os impressos da Cantiga de Nossa Senhora do Manifesto, do poeta Affonso Ávila, foram entregues ao público durante a performance.


Categoria: Animação, Editorial, Evento, Exposição, Identidade Visual, Museus, Performance, Sinalização, Tipografia em 19/09/2018    


 
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Tipoema – Movimento 3

PERFORMANCE MECÂNICO/ANALÓGICO/DIGITAL
TIPOEMA – MOVIMENTO 3
POSLING – CEFET – MG  | 10 Anos
Belo Horizonte  | 19/06/2018

Tipografia e poema em movimento. Tipos animados, letras em marcha, o prelo feito agito. Tipografia e poesia: resistência. Deslocamento, a prensa pensa o movimento da tela. Um dispositivo mecânico – o braço – é o ponto de partida. Arranca, sobe o rolo, desce a tinta sobre a rama. Imprime-se sobre o papel, enquanto a tela, sob o comando do dispositivo acoplado à prensa – e ao som do momento – passa. Imagens estáticas e em movimento. O analógico e o digital, simultâneos. Transposição intersemiótica, semioses, simbioses.
O som da máquina, a música como elemento narrativo. E, na orquestração do movimento, a presença, a performance dos corpos. O tipógrafo transmídia, atravessado por diversas linguagens. O tipógrafo performer, poeta, guerrilheiro. O tipógrafo do ar, cheio de sonhos, em busca de um novo mundo, utópico e feliz. Ao fim, a impressão de que lutar é preciso, pois dias melhores virão. (Sérgio Antônio Silva)
——
A partir do vídeo Tipoema de:
Cláudio Santos Rodrigues e Leonardo Rocha Dutra
Com Trilha Sonora original de:
Lucas Miranda
Animado e montado por:
Cláudio Santos Rodrigues, João Victor de Oliveira,
Leonardo Rocha Dutra e Luís Morici
Com Poema de:
Guilherme Mansur

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PERFORMANCE
Narrativa:
Cláudio Santos Rodrigues e Sérgio Antônio Silva
Sistema Prensa TIPOGRÁFICA + Audiovisual:
Impressão e Performance: Cláudio Santos Rodrigues
Programação de Software: Sérgio Mendes
Sistema Live AV / VJ:
Fabiano Fonseca
Trilha incidental, sampler e remix:
Vinícius Cabral
Impressão tipográfica:
Pedro Sako e Tatiane Quintino
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Conteúdos extraídos:
Livros: Homem ao termo – Affonso Ávila – Poesia Reunida (1949 – 2005)
Macunaíma – Mário de Andrade
Manifestos, revistas, periódicos, jornais e impressos:
MUNDO: COMUNISTA / FUTURISTA / DADAÍSTA / SITUACIONISTAS / INTERNACIONAL LETRISTA / BAUHAUS IMAGINATIVA /  COLÉGIO DA PATAFÍSICA  /  FLUXUS /  PROVOS / CONCRETO / MAIL ART  / PUNK  / NEOISMO  / CLASS WAR / PANTERAS NEGRAS / FEMINISTA / JIM JARMURSH
BRASIL: JORNAIS E PERIÓDICOS DE MARIANA E OURO PRETO / ANTROPÓFAGO / PAU-BRASIL /  RUPTURA  / GRUPO VANGUARDA / NEOCONCRETO  / MAMÃE BELAS-ARTES  / REVISTA KLAXON / REVISTA MALASARTES / A REVISTA / POEMA DE PROCESSO
BELO HORIZONTE: DEVAGAR  /  GRÁFICA TÁTICA / TIPOLAB / 62 PONTOS ESPAÇO GRÁFICO
Eleonora Santa Rosa, Tipografia Ouro Preto, Escola de Design UEMG, Posling – CEFET/MG, Saramenha Artes e Ofícios
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EDIÇÃO DO VÍDEO DE REGISTRO:
Cláudio Santos Rodrigues
CAPTURA DE VÍDEO:
Isabela Prado
Marcelo Braga de Freitas
TRILHA SONORA DA ABERTURA E ENCERRAMENTO:
TIPOBEAT/MANIFESTO_1
Trecho de audiocolagem feita por VCR a partir  dessa performance com samplers diversos e iconografias  auditivas relacionadas a grandes manifestos do séc. XX e XXI  e ao universo contemporâneo digital.

Categoria: Animação, Evento, Experimental, Performance, Sistema, Tipografia, Video em 18/07/2018    


 
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Cartografia Imaginária – A Cidade e suas Escritas


A exposição “CARTOGRAFIA IMAGINÁRIA: a cidade e suas escritas” tem como eixo curatorial um olhar contemporâneo sobre a história urbana e literária de Belo Horizonte. Baseada na ideia de “mapas literários”, a mostra investiga as relações entre cidade concreta e cidade imaginária, num jogo de significados que envolve afirmações e ausências, contaminações e recusas.  A exposição faz parte de um projeto mais amplo, chamado Belo Horizonte: cidade literária, uma plataforma de ações culturais transdisciplinares que discutem o espaço urbano e as escritas produzidas sobre a cidade.

Com curadoria de Maurício Meirelles e de Marconi Drummond explora interseções da literatura com as demais linguagens artísticas e seu objetivo é mostrar como, paralelamente ao espaço urbano e às formas objetivas de representá-lo, uma outra cidade, feita de palavras e imagens, vem sendo construída pela imaginação de seus narradores. Em parceria com os curadores a Voltz foi responsável pela identidade visual, sinalização expositiva e projeto audiovisual.



A partir de um acervo múltiplo, constituído por elementos iconográficos (mapas, pinturas, fotografias, lambes, stickers etc.), literários (primeiras edições de livros, jornais e revistas; poemas e trechos de narrativas), audiovisuais (vídeos, animações) e de artes visuais, a intenção da curadoria é lançar um olhar contemporâneo sobre a história urbana da capital.



Categoria: Animação, Editorial, Exposição, Identidade Visual em 28/05/2018    


 
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Videoanimação para a exposição de Ana Amélia Diniz – FUGA

A partir do convite dos curadores a animação desenvolvida e elaborada com total liberdade por Cláudio Santos Rodrigues e Leonardo Rocha Dutra, fez com que este trabalho de Ana Amélia, atuasse como uma “artista-escriba que constrói uma espécie de um pórtico videográfico povoado de linguagem pictográfica no qual se nota o retorno dos seres híbridos”.

Nas palavras dos curadores Fabôla Moulin e Marconi Drummond, a exposição FUGA, articula “os desenhos e as cerâmicas, o terceiro excerto da exposição conforma-se na apresentação de uma videografia elaborada a partir de desenhos depositados em inúmeros cadernos da artista e transportados para a linguagem do vídeo.”


Veja os estudo de composição e animação a partir de grid digital do display de LCD da Casa Fiat de Cultura.



Categoria: Animação, Exposição em 10/02/2018    


 
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Plataforma digital para Universidade das Crianças – UFMG

Em 2012, desenvolvemos a primeira versão da plataforma da Universidade das Crianças na tecnologia flash. Em 2016, fomos convidados novamente por Débora D’Ávila, coordenadora do projeto, para reestruturar o site, com novas implementações tecnológicas além de tornar sua navegação amigável com os dispositivos móveis.

O projeto envolve professores / pesquisadores e alunos dos cursos de Belas Artes, Ciências Sociais, Comunicação Social, Ciências Biológicas, Fisioterapia e Medicina, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No site você  vai encontrar algumas perguntas feitas por crianças, que foram transformadas em programas de áudio e vídeos de animação. Para algumas delas, a ciência tem uma resposta. Para outras, não.  Através de uma navegação horizontal, é possível ver as mídias, os colaboradores e a origem das perguntas.

Acesse o site e divirta-se: http://www.universidadedascriancas.org


Categoria: Animação, Internet, Plataforma, Website em 09/02/2018    


 
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INDIE 2017

Boa sorte ao Indie e aos amantes do cinema revolucionário deste mundo

Assim começa o texto de Francesca Azzi curadora do Festival há 17 anos.

“Há 17 anos nos perguntamos o que queremos ser como um festival de cinema independente. Há 17 anos a resposta parece estar cada vez mais clara. Com as últimas reviravoltas políticas do país, perdemos a inocência. O INDIE se tornou adulto apesar de ainda não ter alcançado sua maioridade. Se antes nos perguntávamos que tipo de festival gostaríamos de ser, sem seguir formatos prontos, sem sofrer com as forças políticas e econômicas que nos colocavam desafios para nossa existência, hoje queremos seguir sendo o que construímos, ao longo do tempo, como ideia, mas sem abrir mão de nossa liberdade curatorial ou do nosso quase “estatuto” de que um festival precisa necessariamente de conceitos e de filmes que questionem e revigorem o próprio cinema. Um festival como o INDIE pensa em cada escolha, e são elas que tecem os meandros de nossa especificidade enquanto um festival.”

Queremos ser o que somos, e do tamanho que somos, não há nenhuma outra intenção aqui que não a de trazer o pensamento contemporâneo sobre o cinema através dos filmes, dos conteúdos dos filmes, dos diretores dos filmes e da história do cinema. Esta é nossa maneira de fazer política. Um festival é em si um ato político – o cinema é algo que pode revolucionar a maneira de pensar do indivíduo, trazê-lo para um mundo mais íntegro que respeita as diferenças individuais e culturais, que complexifica a vida ordinária para trazer à luz a liberdade estética e experimental.  O cinema pode servir a uma experiência libertadora, e abrir para infinitas possibilidades do pensamento.”

O cineasta homenageado este ano foi o francês Philipe Garrel, que nos inspirou com seu cinema intimista. “Marcado pelo preto & branco, pelo silêncio mortal das entrelinhas, por uma música poética ou dramática, e pelo enigma que ilumina a metáfora feminina. E assim será desde sempre.”… Além disso, o espírito de seus filmes dialogam com a proposta de sempre do Indie, de resistir e fazer da forma que seja possível. “Há um consenso entre críticos e teóricos franceses … de que a obra de Garrel poderia ser dividida em dois grandes momentos. Na primeira fase marcadamente mais experimental teríamos os primeiros filmes, que ele mesmo, Garrel, denominaria como realizados nos “anos obscuros” de 1969 a 1979, sem recursos, de maneira mais underground, apoiado pelo grupo de amigos de uma geração que viveu intensamente o maio de 1968 na França.”

O catálogo permitiu conhecer ainda mais o cineastas a partir de vários textos e entrevistas.

Para a identidade de 17 anos anos, bem vividos de forma resiliente e potente, buscamos os detalhes que está no nosso entorno. O que fica ao nosso redor e que nem sempre percebemos. Rastros, fragmentos e sutilezas. Algumas das imagens utilizadas foram produzidas há mais de 7 anos e que agora se revelam para dar vida e trazer o sentimento desta edição.

A marca deste ano parte de letras escritas com pedaços de gravetos e folhas secas. A composição final tratada digitalmente é uma colagem gráfica dessas proposições. A tipografia dos títulos foi uma “typewriter” para remeter ao caráter analógico do texto original. Criamos também um manifesto tipográfico que norteou o processo de criação e a produção fotográfica realizada por Cláudio Santos.

Outra inspiração veio de alguns filmes de Philippe Garrel, onde os papéis de parede com motivos florais aparecem. Eles nos remeteram a uma memória afetiva de elementos que fazem, ou faziam parte da nossas vidas e do nosso imaginário. Daí criamos uma padronagem para a “guarda” do catálogo, a partir de flores secas guardadas por Alessandra Maria Soares por algum tempo. Essa é única parte colorida dos elementos gráficos que produzimos.

Identidade visual, peças gráficas, sinalização, vinheta e website: voltz design
Direção de criação e produção: alessandra maria soares, cláudio santos
Designers: andré travassos, cláudio santos, jenifer abad
Produção gráfica: renato moura
Vinheta: cláudio santos rodrigues (direção), leonardo rocha dutra (animação), bernardo bauer e renato moura (trilha sonora) – voz de emmanuelle riva em liberté, la nuit de philippe garrel.

Categoria: Animação, Editorial, Evento, Experimental, Filme, Identidade Visual, Sinalização, Tipografia em 17/09/2017    


 
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Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand

A partir do desenvolvimento da instalação audiovisual “Desmedido Humano”, que realizamos para o Hermes Pardini no CCBB-BH, fomos convidados para criar a Identidade Visual do Stand para a principal feira do segmento.

Hermes Pardini – Sinalização Audiovisual para Stand

A partir de projeto da arquiteta Isabela Vecci de BH, realizamos um trabalho em parceria com a empresa de montagem Poli Design de São Paulo. O resultado do ficou diferenciado ao utilizar materiais inusitados e soluções visuais. impactantes.

Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand

Além do Stand principal ainda sinalizamos a sala de treinamento com conteúdo dinâmico que anunciava a programação diária.

Ficha Técnica:

Idealização e Realização: Departamento de Comunicação Hermes Pardini
Direção de Criação e Produção: Alessandra M. Soares e Cláudio Santos Rodrigues
Projeto Arquitetônico: Isabela Vecci
Design: Luis Felipe Bacarense
Edição de imagens videowall: Henrique Roscoe
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Edição de conteúdo informativo dinâmico: Marco Nick
Projeto Técnico, 3D e Execução: Poli Design (SP)


Categoria: Animação, Evento, Identidade Visual, Instalação, Video em 15/06/2017    


 
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Sou do Mundo, Sou Minas Gerais – Instituto Unimed

Unimed – Sou Minas Gerais

o Instituto Unimed-BH é o patrocinador do Festival Cultural de Belo Horizonte, que foi realizado dia 23 de outubro, no Grande Teatro do Palácio das Artes. O evento artístico celebrou a universalidade da mineiridade e foi inspirado na arte produzida em Belo Horizonte nos últimos 45 anos.

Com o tema “Sou do mundo, sou Minas Gerais”, o espetáculo fez uma homenagem à frase conhecida em todo o Brasil pela canção “Para Lennon e McCartney”, composta por Fernando Brant, Márcio Borges e Lô Borges e imortalizada na voz de Milton Nascimento, no início da década de 1970. A montagem cênico-musical percorreu do Clube da Esquina ao Pop Rock, passando por seus poetas, pela cultura popular, pela religiosidade, pelo teatro, pela dança, pelos ritmos de seus tambores, pela tradição, pelo novo e pelo desejo de síntese.

O Festival contou com 400 participantes dos cursos de percussão, balé, coral lírico infantil e dança de rua da Escola de Artes, projeto viabilizado pelo Instituto Unimed-BH no Aglomerado do Morro das Pedras. Como convidados, contará com apresentações do grupo de percussão e de congado Bloco Saúde, com regência de Maurício Tizumba, em parceria com a Associação Cultural Tambor Mineiro, além da Orquestra Sinfônica de Betim, o Coral Unimed-BH, o Grupo Jazz Mira e o Grupo de Palhaços Uniclown.

Direção artística: Gilvan de Oliveira, músico, arranjador e diretor musical do grupo Ponto de Partida
Direção de cena: Inês Amaral
Direção de produção: Lilian Nunes (Coreto)
Direção de produção audiovisual: Alessandra Maria Soares (Voltz)
Cenografia digital (executada ao vivo): Cláudio Santos Rodrigues (Voltz), Chico de Paula e Henrique Roscoe


Categoria: Animação, Evento, Festival, Performance em 06/04/2017    


 
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O desmedido, humano – instalação audiovisual imersiva

Voltz / Hermes Pardini _ O Desmedido Humano _

A partir da proposta de desenvolver uma experiência sensorial imersiva sobre o corpo humano e todas as suas peculiaridades, o Hermes Pardini lança a instalação “O Desmedido, Humano” dentro da exposição ComCiência. Foi criado um ambiente que possibilite olhar para o interior do corpo humano, por meio de diferentes sensações.

Ao todo, a exposição tem 17 telas sobrepostas e três grandes projeções em multi-telas cenográficas com tecidos semi-transparentes fragmentados, criando camadas e efeito de profundidade. Imagens de órgãos e elementos em 3D e estruturas captadas por meio de exames de imagem, como cadeias de DNA, batidas do coração, ressonâncias magnéticas e radiografias e são alguns exemplos que estarão representados graficamente.

A Galeria 2 do CCBB está ambientada com puffs para que os visitantes vivenciem essa experiência. Para isso, além das imagens que foram trabalhadas plasticamente, com fragmentação e composição cromática, o coletivo O.ST Trilhas produziu uma trilha sonora original, que remeterá com maior proximidade aos sons internos do corpo humano, misturada com uma sonoridade sintética e poética.

Criada a partir da mistura de instrumentos como guitarra, teclados, gongo e xilofone, e sons de objetos como ventilador, água em uma bacia, cântele, sementes, sintetizadores de vários tipos e sons de máquinas de exames e do corpo humano, os belo horizontinos do Coletivo O.ST Trilhas construíram a trilha sonora da instalação. A concepção do som mescla elementos orgânicos e eletrônicos, que possibilitou uma viagem pelo interior humano. Compreendemos que o som enquanto sentido é um elemento fundamental no cotidiano e também será um guia nessa jornada sinestésica da instalação.

O Desmedido, Humano dialoga com a exposição ComCiência de Patricia Piccinini, que também estará em cartaz no CCBB, uma vez que o fio condutor de ambas é o corpo humano. É uma interpretação lúdica com a Genética, a Citogenética, a Terapia Celular com Células Tronco, o Corpo Humano e o respeito as diferenças.

Veja matéria publicada no site do Hermes Pardini >>

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O Desmedido,Humano
CCBB Belo Horizonte – Galeria 2
11 de outubro de 2016 a 10 de janeiro de 2017
Classificação Livre
Entrada Franca
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Realização: Hermes Pardini
Concepção: Alessandra M. Soares / Cláudio Santos Rodrigues (Voltz) e Chico de Paula
Coordenação: Alessandra M. Soares e Aline Xavier
Expografia: Isabela Vecci
Produção: Ana Carolina Antunes
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Gravação: Leonardo Marques (Ilha do Corvo)
Mixagem 5.1: Ronaldo Gino (La Table Produtora de Som)
Edição de imagens: Henrique Roscoe
Tecnologia audiovisual: Flávio Loureiro e Ricardo Rocha (EAV Engenharia Audiovisual)


Categoria: #voltz20anos, Animação, Evento, Experimental, Exposição, Filme, Instalação em 13/10/2016    


 
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