Identidade Visual

Polo Audiovisual – Orfãs da Rainha

A Voltz está desenvolvendo junto com a D2R Studios o planejamento e o projeto para a pós-produção do Filme “As Orfãs da Rainha”. Um filme da diretora/pesquisadora/produtora Elza Cataldo, com direção de Arte de Moacyr Gramacho, direção de fotografia de Fernanda Tanaka e grande elenco, onde vários atores vem do teatro. Está sendo produzido na cidade de Tocantins,  em parceria com o Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais.

A profunda pesquisa histórica trata da colonização portuguesa no Brasil, que se efetivou a partir de 1530, onde muitas transformações – de ordem política e econômica – ocorreram em algumas capitanias, sobretudo na Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro, onde havia maior concentração de colonos. As missões jesuítas e outras ações operadas pela Igreja Católica estavam intimamente ligadas ao processo colonizador. A presença da Inquisição entre os séculos 16 e 18 faz parte desse contexto, perseguindo principalmente judeus que vieram da Europa.

Uma vila cenográfica foi construída em Tocantins, na Zona da Mata mineira, terra natal da diretora. Além de pensar na projeção e desenvolvimento do município, a escolha foi motivada por outros fatores. O lugar onde se passa boa parte das ações do filme demorou quase um ano para ser concluído e tem direção de arte assinada por Moacyr Gramacho, diretor-geral do Teatro Castro Alves, em Salvador, e conhecido por seu trabalho como cenógrafo em espetáculos de teatro, dança e cinema. Profissionais de Tocantins e da Zona da Mata trabalharam em parceria com pessoas de diversos outros lugares.

Os figurinos, a cargo das mineiras Sayonara Lopes, que trabalhou com a diretora em outras produções, e Rosângela Nascimento. A consultoria foi de Beth Filipecki, uma das mais conceituadas figurinistas do país.

As filmagens começaram em janeiro de 2020. Já na primeira semana acompanhamos o desenrolar de uma das cenas do filme, que prevê a aplicação de um efeito especial em CGI na pós-produção. Um “monstro”conhecido como finca-pé vai interagir com a criança indígena! A complexidade da cena exigiu a gravação da criança em chorma-key.

Abaixo um still do filme. Ainda muita coisa vai acontecer!!! Aguarde os desdobramentos dessa história!


Categoria: Animação, Filme, Identidade Visual, Moda, Teatro, Video em 03/02/2020    


 
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Belo Horizonte – Cidade Criativa da Gastronomia pela Unesco

Belo Horizonte foi reconhecida internacionalmente pelo sabor de sua comida. A Unesco divulgou novo final de 2019 as 66 cidades que integram a Rede de Cidades Criativas, e a capital mineira passa a fazer parte na área da gastronomia.

A Voltz vem trabalhando a tempos com a área de gastronomia e alimentação. A Solarius Orgânicos é cliente da Voltz desde 2006. Criamos toda identidade visual, embalagens, material de ponto-de-venda.

De lá pra cá, desenvolvemos a conceituação e posicionamento de mercado para pequenos negócios. Além da identidade visual cuidamos da forma de se comunicar com seus públicos, incluindo a direção fotográfica. Foi assim com Detrás da Serra e Desami.

Por mais de 2 anos trabalhamos a nova identidade da Vale das Palmeiras Orgânicos e também cuidamos do branding, da presencial digital e de todo material promocional. Veja link com descrição completa de todo trabalho desenvolvido

Desde 2018 começamos a desenvolver manuais de experiência para diferentes restaurantes. Num trabalho com diversos outros profissionais, criamos a ambientação, sinalização, o design do cardápio e as mais diversas possibilidades de interação do cliente com a proposta de cada um deles. Foi assim com o Glória Bistro em Ouro Preto (ver descritivo detalhado).

Em BH trabalhamos para o Santa Fé, O Italiano e Vila Chalezinho. Todos estes projetos vem reforçar a potencialidade dessa área da Economia Criativa.



Categoria: Gastronomia, Identidade Visual, Presença Digital, Voltz, Website em 21/01/2020    


 
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Alceu Pena – Inventando a Moda do Brasil – MUMO BH

O Museu da Moda recebe  a exposição “Alceu Penna – Inventando a Moda do Brasil”.  A Voltz criou a identidade visual e a sinalização mais uma vez em parceria com o arquiteto Alexandre Rousset. A mostra apresenta os trabalhos de criação do mineiro Alceu Penna, por meio de recorte da sua carreira. Nascido em Curvelo, Alceu Penna é figura emblemática do cenário brasileiro.

Transitou pelas áreas do design gráfico, jornalismo, ilustração, figurino, estilismo, publicidade, cenografia e, entre outras atuações, pode ser considerado o precursor do jornalismo de moda no Brasil. Ficou famoso pela criação da seção As Garotas, publicada semanalmente na revista O Cruzeiro, entre 1938 e 1964, revolucionando a moda e o comportamento no país durante o período.

A exposição ALCEU PENNA – INVENTANDO A MODA DO BRASIL está dividida em três eixos:

ALCEU PENNA DECODIFICADO PELOS DESIGNERS E MODELISTAS DO SENAI MODATEC DE BH – Sob a coordenação do estilista Ronaldo Fraga, a equipe de alunos, designers e modelistas do SENAI Belo Horizonte MODATEC fez a releitura de 15 looks inspirados em croquis originais de diversas fases do trabalho de Alceu, apresentados no 24º Minas Trend.

ALCEU PENNA É SHOW! FIGURINOS & FANTASIAS – Acadêmicos do curso de Moda da Universidade FEEVALE, em Novo Hamburgo (RS), reconstituíram oito figurinos e fantasias de espetáculos dos cassinos do Rio de Janeiro, entre 1938 e 1944, e um figurino do show Circus, de 1974, no Canecão, logo após a sua longa atuação na Rhodia.

COLEÇÃO ALCEU PENNA- Recorte do importante acervo doado pela família de Alceu Penna ao Museu da Moda de Belo Horizonte, bem como de novas cessões, expostos por décadas, principalmente de 1950 a 1970.


Suas criações tinham muitas qualidades: a assimilação das técnicas dos mestres franceses, pela intensa convivência profissional no meio; o espírito prático, observado na moda americana; o conhecimento das matérias-primas e da área têxtil e a indiscutível qualidade artística do seu desenho com identidade própria. Inferindo que os insumos locais, a cultura, o clima e as tradições populares trariam a essência do estilo brasileiro, Alceu Penna traçou um caminho inédito na moda. Acrescentou ainda o frescor e o dinamismo das novas gerações nas ilustrações das “Garotas”, sua coluna semanal  na revista O Cruzeiro.


Categoria: Animação, Exposição, Fashion, Identidade Visual, Moda, Museus, Palestra, Sinalização, Video em 16/12/2019    


 
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Festival Ver e Fazer Filmes 2019

Inspirada no painel “Céu Modernista”, instalado na nova sede da Energisa Minas, no distrito industrial de Cataguases a frase “Sozinhos somos luz e juntos, constelação” marcou todos os momentos da sétima edição do FESTIVAL VER E FAZER FILMES 2019.

Uma forma que a equipe do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais encontrou para prestar uma homenagem especial a Mônica Botelho, presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, afastada temporariamente de nosso convívio.

Saiba mais sobre tudo que aconteceu nesta edição do festival >>



O painel “Céu Modernista” tem a criação e design de Mônica Botelho e Claudio Santos Rodrigues, produção executiva de Paulo Rogério Ayres Lage, consultoria de iluminação de Pedro Pederneiras.

Veja como foi o processo de desenvolvimento do painel >>


Categoria: Animação, Evento, Identidade Visual, Sinalização, Video em 28/11/2019    


 
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O que queremos para o Mundo / Pequenos Futuristas


Categoria: Animação, Aplicativo, Arquitetura, Editorial, Evento, Experimental, Exposição, Filme, Identidade Visual, Oficina, Plataforma, Publicações em 20/11/2019    


 
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Voltz 2018

Recorte das Soluções audiovisuais / transmídia realizado ao longo dos 22 anos da Voltz e apresentada no MAX Audiovisual Expo. Agradecimento especial aos antigos e novos parceiros que estão juntos da gente ao longo de todos estes anos!


Categoria: #voltz20anos, Animação, Aplicativo, Arquitetura, Arquivo, CD / DVD, Curadoria, Curso, Editorial, Evento, Experimental, Exposição, Festival, Filme, Gastronomia, Identidade Visual, Instalação, Internet, Moda, Mostra, Museus, Música, Oficina, Palestra, Performance, Plataforma, Publicações, Sinalização, Sistema, Tipografia, Video, Voltz, Website, campanha em 21/01/2019    


 
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Glória Bistrô

O Gloria Bistrô fica situado em um típico casarão ouropretano de 180 metros, local por onde funcionou por quatro décadas uma venda de secos e molhados, o espaço continua remetendo à antigo armazém, mas com detalhes charmosos e contemporâneos na iluminação e decoração especialmente elaborados por Monica Botelho, responsável pela repaginação e gestão do Glória Bistrô. Junto com Mônica tivemos o prazer de criar a Identidade Visual e todos os detalhes gráficos. “Desenvolver uma marca requer inspiração e talento. A equipe criativa do Glória Bistrô contratou os bambas, designer Claudio Santos e a produtora Alessandra Soares da Voltz de Belo Horizonte para cuidar do nosso branding! E o resultado é esta lindeza de marca ,confiram nas fotos toda a evolução e inspiração que nos trouxe até este resultado. Glória para além dos óbvios e gloriosos sinônimos nomeia também os resplendores usados nas imagens sacras ou seja mais barroco ouropretano impossível!

O restaurante fica em Ouro Preto e leva a assinatura dedo chef Mauro Bernardes, velho-conhecido da turma belorizontina por performar por mais de uma década com seu Aurora, restaurante que marcou época por aqui. Na cozinha do recém-chegado Glória Bistrô, Mauro reveza espaço com Camila Botelho, jovem chef saudável com passagens pela Matthew Kenney Culinary School em Santa Monica (EUA), além da carioca NOS ESCOLA, a primeira Escola de Saúde Integral do Brasil.Do encontro de gerações entre os dois (59 e 26 anos, respectivamente) e da junção pouco ortodoxa de duas escolas gastronômicas tão distintas, nasceu a busca por uma culinária que integra sabor e saúde, com apreço pela técnica da culinária tradicional. A ideia do Glória é combater o preconceito de que comida saudável não é saborosa, propondo aliar sabor e saúde ao cardápio criativo e autoral. artesanalmente

Além da logo e da sinalização cuidamos também do cardápio, material de divulgação, forros de mesa, porta-copos, utilizando gravuras de alimentos junto aos barrocos dos textos, capas de livro ornamentos  e resplendores!

Fotos: Studio Tertúlia


Categoria: Gastronomia, Identidade Visual, Performance, Tipografia em 04/11/2018    


 
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Arte Democracia Utopia – Museu de Arte do Rio

A exposição Arte Democracia Utopia – Quem não luta tá morto foi inaugurada no dia 15 de setembro de 2018, no Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá – Rio de Janeiro. Com coordenação geral de Eleonora Santa Rosa, a curadoria foi assinada por Moacir Dos Anjos, um dos mais importantes curadores do país, com passagens pelas Bienais de São Paulo e Veneza, a mostra faz parte do programa de comemoração dos 5 anos da instituição.

“Quem não luta tá morto é frase gritada por muitas e muitos dos que teimam em construir, em estado de constante disputa, lugares e tempos mais generosos e inclusivos. É frase dita bem alto, em particular, por aquelas e aqueles que buscam fazer valer, no Brasil, o direito constitucional à terra e à moradia. Frase que sintetiza a certeza vital que move a construção utópica: a impossibilidade de estancar a busca do que se deseja e do que se precisa. Mas se a única alternativa à morte é a luta, é dolorosamente claro que a luta não impede a suspensão da vida, que quem luta também morre – com frequência justo por sua combatividade, por sua gana de inventar um mundo mais largo. Gente que é morta por querer impedir as mortes lentas que a existência precária fabrica, espelho das desigualdades abissais que fundam e estruturam o país. As mortes de quem luta se transformam, por isso, em imperativo ético de resistência para quem fica; de fazer valer, a despeito de tudo, o valor da vida.”, explica o curador Moacir dos Anjos.

Para a sinalização de entrada do museu criamos uma padronagem tipográfica que foi aplicada como um lambe-lamber  na parte externa como stencil. Essa referência vem dos manifestos impressos pelas vanguardas, que sempre usaram da palavra impressa para registrar e disseminar suas ideias. Para a aplicação destes materiais contamos com a participação do pessoal do Estudo Banzo lá do Rio de Janeiro.

Na parte interna da exposição a identidade visual foi aplicada em plotter de recorte. Além da identidade visual a Voltz foi responsável por toda a sinalização informativa da exposição, além da vinheta e todo material de divulgação, que foi trabalho em parceria com a equipe de comunicação e design do museu.

Sem ter pretensão de apresentar um panorama conclusivo, a mostra traz exemplos do pensamento utópico que marca a arte brasileira recente. Trabalhos artísticos realizados em momentos passados também estarão presentes, além de propostas e ações realizadas por grupos comunitários, associações e outras articulações da sociedade civil que visam a construção de estruturas de atuação política e social.

“ARTE DEMOCRACIA UTOPIA – Quem não luta tá morto” terá sete trabalhos comissionados, como o de Virginia de Medeiros, que dá nome à mostra. Os coletivos Amò e #cóleraalegria, assim como Graziela Kunsch, Raphael Escobar, Traplev e Jota Mombaça completam o time de artistas que criaram trabalhos para a exposição. Nomes consagrados, como Anna Maria Maiolino, Claudia Andujar, Paulo Bruscky e Cildo Meireles também participam.

O debate, porém, não ficará restrito às galerias do museu. Para expandir o diálogo, os arquitetos do Estúdio Chão criaram o projeto Transborda, que ocupará os pilotis com estruturas lúdicas e arquibancadas onde acontecerão encontros, debates e atividades da Escola do Olhar. O evento de abertura contou com com shows, performances, intervenções artísticas, entre outras atividades culturais.
Projeções: VJ Lê Pantoja
16h – 21h – Feira com Refugiados (Mawon)
16h – 17h30 – DJ Tata Ogan
17h30 – 17h50 – Mawon convida Rebel Layonn (Haiti), Bob Selassie
(Haiti) e Papa Babouseck (Senegal)
17h30 – 18h10 – Intervenção Passinho – Poesia dos Pés (Pavilhão)
17h50 – 17h55 - Poetas Favelados
17h55 – 18h10 - Dj Seduty (Funk)
18h10 – 18h30 – Intervenção Passinho – Poesia dos Pés (Pilotis)
18h30 – 18h40 – DJ Tata Ogan
18h40 – 19h10 - Bia FerreiraDoralyce
19h10 – 19h15 - Poetas Favelados
19h15 – 19h35 – DJ Tata Ogan
19h35 – 19h50 – Tipoema: Movimento 5 (Claudio Santos, Fabiano Fonseca e Sérgio Mendes)
19h50 – 20h – “e para que poetas em tempo de pobreza?” 2018 (Carlos Adriano)
20h – 21h – (Pocket Show) Jards Macalé

E mais uma vez tivemos a possibilidade de mostrar a performance Tipoema, agora no seu Movimento 5. Um remix, para dar visibilidade a fragmentos do uso da tipografia em forma de manifestos, desde sua origem nas Minas Gerais e no Rio de Janeiro, passando pelas vanguardas, até os dias de hoje através dos coletivos artísticos. Dessa vez a carregamos uma Doblô em Belo Horizonte, com a prensa centenária do Sr. Sebastião do Vale do Jequitinhonha e levamos para um público maior o que essa tecnologia ainda tem a dizer, junto com Fabiano Fonseca, Alessandra Maria Scores e Marcelo Braga. Os impressos da Cantiga de Nossa Senhora do Manifesto, do poeta Affonso Ávila, foram entregues ao público durante a performance.


Categoria: Animação, Editorial, Evento, Exposição, Identidade Visual, Museus, Performance, Sinalização, Tipografia em 19/09/2018    


 
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INDIE 2018

Viva o @indie_festival ! 18 anos de parceria!  Inspiração gráfica que remonta à 1ª logo do festival! Acrescentando ao fazer/agir o sentir/emanar/arder. Ver o invisível como alternativa de permanência! Emanar boas energias com convicção e potência!

Quando a arte imita a vida ou vice-versa? Toda arte do INDIE FESTIVAL 2018 em vermelho e com “a chama” foi criada inspirada na ideia da revolução das ideias, daquilo que precisa ser explicitamente dito, questionado, modificado. Do nosso momento político “ardente” que se manifesta nas ruas, aqui, nas redes sociais, nas artes, de uma indignação profunda pelas injustiças sociais de um país que está um CAOS, literalmente em chamas. Mas “a chama” (chaminha) também traz, na esteira de muitas ideias … assim como a palma da mão; o espírito INDIE – e um cinema mundial cheio de desafios, que busca caminhos originais, quem sabe (ainda!) revolucionários?

Quem sabe ainda desconhecidos, instintivos, premonitórios? É fato: estamos em ebulição: social, econômica e cultural. Infelizmente, a tragédia se abateu sobre nós… no Brasil. A arte do INDIE foi criada pela @voltzdesign bem antes do incêndio no Museu Histórico Nacional, totalmente destruído pelas chamas e pelo descaso governamental, no último domingo, dia 02/09. Estamos impressionados, horrorizados e solidários a todos que sofreram diretamente com esta tragédia. E tristes por nós mesmos que perdemos grande parte dos registros da nossa história. Salvem os museus!  Salvem o cinema!

Identidade visual, peças gráficas, sinalização, vinheta e website:
Voltz Design

Direção de criação e produção:
Alessandra Maria Soares e Cláudio Santos Rodrigues

Designers:
Cláudio Santos Rodrigues e André Travassos

Vinheta:
Cláudio Santos Rodrigues (direção), Emerson Bragança (edição)

Trilha sonora:
Moons – Fire Walks with Me

Website (programação):
Lucas Junqueira

Assessoria de Imprensa:
ProCultura


Categoria:
Animação, Evento, Experimental, Festival, Identidade Visual, Sinalização, Video, Website em 12/09/2018    


 
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Cartografia Imaginária – A Cidade e suas Escritas


A exposição “CARTOGRAFIA IMAGINÁRIA: a cidade e suas escritas” tem como eixo curatorial um olhar contemporâneo sobre a história urbana e literária de Belo Horizonte. Baseada na ideia de “mapas literários”, a mostra investiga as relações entre cidade concreta e cidade imaginária, num jogo de significados que envolve afirmações e ausências, contaminações e recusas.  A exposição faz parte de um projeto mais amplo, chamado Belo Horizonte: cidade literária, uma plataforma de ações culturais transdisciplinares que discutem o espaço urbano e as escritas produzidas sobre a cidade.

Com curadoria de Maurício Meirelles e de Marconi Drummond explora interseções da literatura com as demais linguagens artísticas e seu objetivo é mostrar como, paralelamente ao espaço urbano e às formas objetivas de representá-lo, uma outra cidade, feita de palavras e imagens, vem sendo construída pela imaginação de seus narradores. Em parceria com os curadores a Voltz foi responsável pela identidade visual, sinalização expositiva e projeto audiovisual.



A partir de um acervo múltiplo, constituído por elementos iconográficos (mapas, pinturas, fotografias, lambes, stickers etc.), literários (primeiras edições de livros, jornais e revistas; poemas e trechos de narrativas), audiovisuais (vídeos, animações) e de artes visuais, a intenção da curadoria é lançar um olhar contemporâneo sobre a história urbana da capital.



Categoria: Animação, Editorial, Exposição, Identidade Visual em 28/05/2018    


 
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