Instalação

Projeto transmídia com uso de Realidade Aumentada no Festival MARTE 2019 com JANDIG / Escola de Design/UEMG

Um dos organizadores do Festival Marte 2019 – Erick Krulikowski – trouxe uma proposta inovadora de sinalização e de valorização da identidade territorial para o evento que acontece dos dias 25 a 28 de julho em Ouro Preto. A ideia foi a de promover uma experiência de produção de conteúdo em realidade aumentada para ser exibida durante o festival, a partir de uma conexão entre o projeto JANDIG com o curso de Design Gráfico da ED/UEMG, através dos 67 alunos de graduação, que estão no 7º período cursando a disciplina MPP4, ministrada pelo professor Cláudio Santos Rodrigues, que também é diretor da Voltz.

Ao longo do 1º semestre as alunas e alunos do turno da manhã e da noite tiveram uma etapa de fundamentação teórica e se prepararam para lidar com questões relativas ao desenvolvimento de uma animação aplicada em uma mídia nativa e acionada a partir de um marcador impresso através de dispositivos móveis. Para isso, contaram com a orientação coletiva do professor e do VJ pixel (idealizador do Jandig), da mediação de Hebert Valois (responsável pela implementação e produção gráfica) e também com tutoria do aluno Ivan Castro, recém-formado na Escola de Design. Optou-se por dividir as turmas em grupos de no máximo 5 integrantes, onde cada coletivo tinha o desafio de desenvolver um roteiro, os marcadores e as micro animações de até no máximo 20 segundos, tendo como referência as especificações apresentadas em sala de aula pelo VJ pixel. Cada grupo fez uma pesquisa histórica dos locais selecionados, com o objetivo de apresentar ideias que fossem para além das informações turísticas. As avaliações das etapas desenvolvidas pelos alunos eram validadas em reuniões virtuais, onde eles recebiam novas instruções que deveriam ser apresentadas nas aulas seguintes.

Como o Festival MARTE já veio com o propósito de ocupar três pontos turísticos da cidade de Ouro Preto, a ideia final foi de se criar um percurso narrativo junto aos 9 lugares de importância histórica que foram mapeados ao longo desse trajeto: Museu da Inconfidência / Igreja de Nossa Senhora do Carmo / Casa da Ópera / Cine Vila Rica / Casa dos Contos / Antiga Casa de Tiradentes / Igreja São José / Casa do Tipoeta Guilherme Mansur / Igreja do Rosário.

O resultado gerou um rico processo para os alunos e para todos que participaram, pois foi desenvolvido um projeto real, que usou a tecnologia de realidade aumentada, dialogando com os princípios do design audiovisual expandido que são aplicados na disciplina. O projeto Jandig proporcionou aos jovens designers um outro modo de projetar, produzir e propagar suas ideias junto ao repertório de exposições no ambiente digital do projeto.

Já o Festival proporcionou uma nova experiência de sinalizar e informar o público no deslocamento entre as atrações, através do acesso a conteúdos históricos com uso dos celulares,
de forma lúdica e inovadora.

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Para validar os textos e aprovação da narrativa urbana, o projeto foi apresentado ao tipoeta @guilhermemannsur numa frio manhã de domingo em Ouro Preto. Ele testou o sistema e viu o seu casarão em Realidade Aumentada, através dos tipos em movimento.

A sinalização foi incorporada ao território, e o Jandig permitiu que os smartphones fossem usados para ler marcadores, que são desenhos fixos colocados em diferentes pontos da cidade. Os marcadores e os cartazes que continham a descrição do local e a ideia da animação, foram distribuídos em placas próximas aos pontos citados.

Foi realizada uma visita guiada pelo percurso com os realizadores e convidados no dia 27.07.2019 (Sábado). O encontro partiu do Museu da Inconfidência às 16h30, passou pela casa de Guilherme que nos esperava na sacada de sua casa no Largo do Rosário e terminou com uma roda de conversa com vista do por-do-sol na Igreja São José.

Para disparar as animações basta acessar o App oficial através dos links:
https://jandig.app/
https://jandig.app/marte2019/

O Marte Festival aconteceu de e 25 a 28 de julho de 2019 – Ouro Preto – MG
https://martefestival.com.br/
instagram.com/martefestival/

Vida longa ao Jandig, ao Marte e à Universidade Pública de MG!!!

Cláudio Santos Rodrigues (Professor da ED-UEMG ) – http://ed.uemg.br
VJ pixel (Idealizador do Jandig) – instagram.com/jandig.art/


Categoria: Animação, Aplicativo, Evento, Experimental, Exposição, Festival, Instalação, Internet, Palestra em 15/07/2019    


 

CDL – Espaço de memória do comércio de Belo Horizonte e de fomento à inovação

A Voltz e m parceria com a V Audiovisual contribuiu com mais um espaço de memória de BH que faz parte do Circuito Cultural da Praça da Liberdade. O Ponto Cultural CDL, novo ambiente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), foi desenvolvido com o objetivo de contar a história de Belo Horizonte a partir do desenvolvimento do comércio, desde sua fundação até os dias atuais, de uma forma original, interativa e inovadora, que levam os visitantes do século XVIII ao século XXI.

A relação do comércio com a cidade

O Ponto Cultural CDL possui itens que têm uma relação muito forte com a memória do comércio e da capital mineira, como xícaras originais do tradicional Café Nice dos anos 50, 55 e 60 junto com as fichas que até hoje são entregues aos clientes. Diversos documentos e fotografias que ajudam a entender o contexto de cada década, desde 1890 até os dias atuais, também estão expostos na linha do tempo, entre eles um convite de 1957 para um almoço realizado pela Sociedade dos Amigos de Belo Horizonte e as Classes Produtoras com o presidente da República da época, Juscelino Kubitschek, em comemoração aos 60 anos da capital mineira.Músicas características de cada década também poderão ser ouvidas ao longo de toda a linha do tempo, o que contribui para que o visitante se aproxime da atmosfera de cada década. Todas as mudanças de moedas também estão representadas no Ponto Cultural CDL com a exposição de exemplares das cédulas e moedas.

Alguns modelos clássicos das máquinas de calcular, e também de máquinas registradoras, como a National 532, de 1911, também estão expostas no Ponto Cultural CDL. Outro item que pode ser visto e que foi símbolo da inflação no final dos anos 80 e inicio dos anos 90 é a máquina etiquetadora, que era utilizada para remarcar os preços dos produtos a cada variação da inflação. Documentos que mostram um pouco da história da CDL/BH e de sua atuação como representante dos setores de comércio e serviços da capital também podem ser visualizados no Ponto Cultural.

O Ponto Cultural CDL foi divido em módulos expositivos:

Galeria Rampa – Espaço para exposições artísticas de média duração, com temáticas direta ou indiretamente ligadas ao universo do comércio. Iniciando a ocupação da Galeria Rampa temos uma pintura do artista mineiro Alexandre Rato que mostra interações humanas e comerciais em ambientes da cidade.

Vídeo abertura – Infovídeo que mostra a pujança do comércio de forma numérica e dinâmica ao longo das décadas em BH, com informações que farão o visitante entender um pouco mais sobre a força e a importância do comércio de Belo Horizonte para o desenvolvimento da cidade.

Linha do Tempo – Apresenta fatos marcantes de 1890 a 2010, com três eixos principais como pano de fundo: o Brasil e o mundo, o comércio e a cidade de Belo Horizonte. Acompanhando a linha do tempo, são exibidos três vídeos.

O primeiro, O Comércio Vívido, que apresenta de forma poética um dia em BH sob a perspectiva das interações comerciais. De padeiros, iniciando sua jornada ainda na madrugada, a garçons, que voltam para casa apenas no fim da noite.

O segundo vídeo, O Comércio Expandido, exibe a força do comércio nas diversas regiões da capital, que descentralizam, expandem e dinamizam a cidade.

O último vídeo, O Comércio Visto, alterna imagens do passado e do presente de Belo Horizonte, visitando lugares, que fizeram e fazem parte do imaginário da cidade. Ao final da linha do tempo, em um monitor é possível que o visitante dê continuidade à linha até os dias atuais por meio de monitor.

Mesa CDL – Espaço destinado ao acervo da Entidade, com objetos e documentos de grande significado relacionados às ações da CDL/BH desde sua fundação até hoje.

Parede do Comércio e a Cidade – Exibe as relações construídas entre o comércio e a sociedade da capital. Neste ambiente, 12 caixas representam o impacto sentimental que o comércio causa nas pessoas. Cada uma destas caixas é acompanhada por um texto poético que contribui para aguçar o imaginário e as memórias dos visitantes. Os temas das 12 Caixas são: Imigrantes e comércio; Savassi; Mercado Central; Rua da Bahia; Lagoinha; Barreiro; Praça Sete; Venda Nova; Feira Hippie; Galerias; Áreas Especializadas; Santa Tereza e Floresta.

Monitor da Inovação – Nesta etapa da visita são apresentados de forma interativa, conceitos, mitos e verdades sobre inovação e algumas curiosidades. O visitante também verá algumas das soluções propostas pelas startups aceleradas pela CDL/BH e uma agenda de eventos relacionada ao segmento.

Ficha técnica Ponto Cultural CDL:

Curadoria: Heloísa Vidigal e Carlos José de Almeida Neto (Cavalinho de Pau)
Pesquisa histórica e textos: Osias Neves (Escritório de Histórias) e Guilherme Lessa
Projeto expográfico: Isabela Vecci (Vecci Lansky Arquitetura)
Projeto arquitetônico: Ana Machado (Ana Machado Arquitetura)
Design e sinalização: Greco Design
Soluções interativas e instalações audiovisuais:
Direção de criação e design de interfaces: Cláudio Santos Rodrigues (Voltz Design)
Direção de produção : Alessandra Maria Soares (Voltz Design) e Marcelo Braga (V Audiovisual)
Animação do infográfico, edição de vídeos da linha do tempo e montagem do terminal inovação: Emerson Bragança
Trilha sonora infográfico: Fabiano Fonseca
Captação de imagens e edição de vídeos ds instalações: Coletivo Imaginário
Desenvolvimento de sistema do clipping digital: Sérgio Mendes
Engenharia Audiovisual: EAV

Funcionamento

De segunda à sexta das 9h às 18h
Avenida João Pinheiro, 496 – Bairro Boa Viagem / Belo Horizonte / MG

CDL Conecta
Programa da CDL/BH que integra os novos espaços da sede da Entidade, o Ponto Cultural CDL e o Espaço Varejo Inteligente, e une nesses dois ambientes as noções de passado, presente e futuro do varejo.

Texto gerado a partir de matéria do CDL: http://encurtador.com.br/fhtL8


Categoria: Animação, Aplicativo, Instalação, Museus, Sistema, Video, Voltz em 05/06/2019    


 

Voltz 2018

Recorte das Soluções audiovisuais / transmídia realizado ao longo dos 22 anos da Voltz e apresentada no MAX Audiovisual Expo. Agradecimento especial aos antigos e novos parceiros que estão juntos da gente ao longo de todos estes anos!


Categoria: #voltz20anos, Animação, Aplicativo, Arquitetura, Arquivo, CD / DVD, Curadoria, Curso, Editorial, Evento, Experimental, Exposição, Festival, Filme, Gastronomia, Identidade Visual, Instalação, Internet, Moda, Mostra, Museus, Música, Oficina, Palestra, Performance, Plataforma, Publicações, Sinalização, Sistema, Tipografia, Video, Voltz, Website, campanha em 21/01/2019    


 

Céu Modernista – Painel de Cobogós – Sede Energisa MG / Cataguases

O DESAFIO
Temos um relacionamento com Cataguases desde 2007, quando a produtora Karla Guerra nos indicou para Cesar Piva do Instituto Fábrica do Futuro. Ele nos procurou para desenvolver o site do projeto Webvisão. De lá pra cá, nestes mais de 11 anos trabalhando em conjunto, nos tornamos parceiros e participamos de vários projetos. Hoje fazemos parte ativamente do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais. Com trajetória reconhecida, sobretudo, através de grandes produções realizadas a partir de 2010, o POLO é reconhecido em 2012 como APL (Arranjo Produtivo Local) reunindo realizadores, produtoras, e uma ampla rede de cooperação com a sociedade civil, universidades, empresas e governos. A Energisa é a principal empresa privada, parceira e patrocinadora do Polo Audiovisual da Zona da Mata.
Foi assim que conhecemos Mônica Botelho, presidente da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho, mantida pelo grupo Energisa. Trabalhamos nos projetos de comunicação e estratégicos do POLO e no ano de 2017 a Voltz foi responsável também pelo desenvolvimento do site da Fundação, que comemorou seus 30 anos. Um trabalho importante que marca uma trajetória e revela a dimensão dos projetos desenvolvidos pela Fundação em Minas e no Brasil. Essa aproximação e envolvimento gerou o convite para que juntos,  pudéssemos pensar um painel para a fachada da sede da Energisa em Minas Gerais na zona industrial de Cataguases.
Paulo Rogério Lage (Relações Públicas do Grupo Energisa e proprietário da Saramanenha Artes e Ofícios) junto com Mônica Botelho, definiram qual seria o modelo de Cobogó a ser utilizado. Foi escolhido o modelo Twist da Burguina Cerâmicas Artísticas. O ideia é que teríamos que trabalhar com 3 cores: azul, amarelo e branco. A partir daí foram vários estudos e visitas técnicas dada a importância do projeto e em função do legado histórico da cidade de Cataguases. Outro fator de relevância seria realizar este projeto no ano de 2017, quase 90 anos depois do início do movimento modernista.
O COBOGÓ E O MODERNISMO EM CATAGUASES
O site especializado em arquitetura ArchDaily tem uma boa matéria sobre o legado modernista em Cataguases. “Com uma população com pouco mais de 70 mil habitantes, ao longo de sua história, Cataguases ficou conhecida por reunir uma série de significativas obras artístico-culturais ligadas à produção modernista brasileira a partir do século XX. As importantes obras variam entre as Artes Plásticas, Cinema e, sobretudo, Arquitetura, num panorama de produção entre as décadas de 1940 e 1950.
Do ponto de vista arquitetônico, Cataguases é repleta de particularidades e reafirma o papel social da Arquitetura brasileira, quebrando a ideia de pertencimento apenas ao território em questão, mas, por garantir importante papel histórico, social e construtivo no cenário nacional. Nos variados aspectos e peculiaridades, elementos decorrentes da linguagem moderna europeia difundida por Le Corbusier e a tropicalidade dos elementos presentes nas obras de Oscar Niemeyere Lúcio Costa ganham destaque na arquitetura produzida ao Município, fundindo-se e garantindo nova linguagem.” … “A fachada livre e janelas em fita marcam grande parcela das edificações em questão, entre residências e projetos institucionais, …  adotaram sistemas mais eficazes ao clima brasileiro, como o uso de brises soleil e beiral, na tentativa de controle da luz solar e qualidade térmica. Ainda na tentativa de controle solar, os arquitetos utilizaram com frequência, a adoção de elementos vazados cerâmicos, os chamados COBOGÓS, como elementos e permitindo a entrada de luz natural e brise ao calor, além de sistema de ventilação cruzada.
A ARQUIRTETURA DO PRÉDIO E AS CONSTELAÇÕES DO PAINEL
O projeto arquitetônico dos arrojados prédios da nova sede da Energisa Minas Gerais, tem a assinatura da DBB Arquitetura traz em sua fachada o painel ‘Céu Modernista’, obra que foi criada por Monica Botelho (FCOJB) e Cláudio Santos Rodrigues (VOLTZ) e executada pela equipe da Energisa, comandada pelo engenheiro Vicente Costa e Alexandre.
A ideia original de Mônica era de um padrão gráfico aleatório. Daí conseguimos avançar para um aleatório com conceito. Como um dos principais negócios da Energisa é a distribuição e fornecimento de energia elétrica, buscamos a ideia da luz primordial. A luz das estrelas e as constelações, que guiam e que toda noite está com todos e nos apresenta a possibilidade de ver que estamos inseridos num vasto mundo. Essa grandiosidade reflete o espírito do grupo.
A produção executiva foi realizada por Paulo Rogério Lage e o projeto de iluminação de LED, com consultoria de Pedro Pederneiras, permite que as luzes sejam dimerizadas com gradações diferentes, a partir de um sistema eletrônico controlado remotamente, desenvolvido pela equipe da Tekhne. O painel composto por 1.474 peças cobogós de 20cm x 20cm, é uma homenagem à arquitetura moderna brasileira. ‘Céu Modernista’ tem as dimensões de 14m x 4,60m nas cores azul, branco e amarelo, sendo que as cores claras representam as estrelas e o azul a noite.
O CÉU MODERNISTA

Criamos um grid com os cobogós azuis na escala do projeto e iniciamos uma construção gráfica a partir de uma referência de um céu constelado. As estrelas eram os cobogós brancos e o desenho das constelações foi grafado com os cobogós amarelos. Um elemento importante foi não ficar preso à constelação de um dia ou do ponto-de-vista da cidade ou do local. Porém, um fato curioso que surgiu ao longo do processo, foi a forma que a ideia foi recebida incorporada pelos diretores da empresa. Eduardo Alves Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Gerais se deu ao trabalho de subir no alto do prédio e através de uma aplicativo de visualização das constelações detectou a constelação de escorpião. Acabamos incluindo mais este elemento no projeto, trazendo uma carga emocional-afetiva e de engajamento com a ideia.

As constelações que inspiraram o painel e que mais podem se aproximar das que são vistas no hemisfério sul estão dispostas da esquerda para a direita: lince, escorpião, gêmeos, peixes, touro, órion, a pomba, o cinzel (caelum), eridanus, o escultor, a baleia, o dourado, aquário e fênix. Podem ser vistas de dia através da composição das cores dos cobogós.

O painel foi inaugurado no dia 26.02.2018, mesma data do início das atividades da Companhia Força e Luz Cataguases/Leopoldina, há 113 anos atrás. A partir de agora, durante todas as noites, as luzes de LED que ficam atrás do painel e que foram programadas em um sistema que permite a variação de intensidade, ilumina e revela as constelações para todos que passam por ali! A ideia agora é trazer dinamismo às variações de intensidade das lâmpadas, valorizando as diferentes formas de visualizar as constelações.

Categoria: Aplicativo, Arquitetura, Experimental, Instalação, Sinalização, Sistema em 24/02/2018    


 

Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand

A partir do desenvolvimento da instalação audiovisual “Desmedido Humano”, que realizamos para o Hermes Pardini no CCBB-BH, fomos convidados para criar a Identidade Visual do Stand para a principal feira do segmento.

Hermes Pardini – Sinalização Audiovisual para Stand

A partir de projeto da arquiteta Isabela Vecci de BH, realizamos um trabalho em parceria com a empresa de montagem Poli Design de São Paulo. O resultado do ficou diferenciado ao utilizar materiais inusitados e soluções visuais. impactantes.

Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand

Além do Stand principal ainda sinalizamos a sala de treinamento com conteúdo dinâmico que anunciava a programação diária.

Ficha Técnica:

Idealização e Realização: Departamento de Comunicação Hermes Pardini
Direção de Criação e Produção: Alessandra M. Soares e Cláudio Santos Rodrigues
Projeto Arquitetônico: Isabela Vecci
Design: Luis Felipe Bacarense
Edição de imagens videowall: Henrique Roscoe
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Edição de conteúdo informativo dinâmico: Marco Nick
Projeto Técnico, 3D e Execução: Poli Design (SP)


Categoria: Animação, Evento, Identidade Visual, Instalação, Video em 15/06/2017    


 

O desmedido, humano – instalação audiovisual imersiva

Voltz / Hermes Pardini _ O Desmedido Humano _

A partir da proposta de desenvolver uma experiência sensorial imersiva sobre o corpo humano e todas as suas peculiaridades, o Hermes Pardini lança a instalação “O Desmedido, Humano” dentro da exposição ComCiência. Foi criado um ambiente que possibilite olhar para o interior do corpo humano, por meio de diferentes sensações.

Ao todo, a exposição tem 17 telas sobrepostas e três grandes projeções em multi-telas cenográficas com tecidos semi-transparentes fragmentados, criando camadas e efeito de profundidade. Imagens de órgãos e elementos em 3D e estruturas captadas por meio de exames de imagem, como cadeias de DNA, batidas do coração, ressonâncias magnéticas e radiografias e são alguns exemplos que estarão representados graficamente.

A Galeria 2 do CCBB está ambientada com puffs para que os visitantes vivenciem essa experiência. Para isso, além das imagens que foram trabalhadas plasticamente, com fragmentação e composição cromática, o coletivo O.ST Trilhas produziu uma trilha sonora original, que remeterá com maior proximidade aos sons internos do corpo humano, misturada com uma sonoridade sintética e poética.

Criada a partir da mistura de instrumentos como guitarra, teclados, gongo e xilofone, e sons de objetos como ventilador, água em uma bacia, cântele, sementes, sintetizadores de vários tipos e sons de máquinas de exames e do corpo humano, os belo horizontinos do Coletivo O.ST Trilhas construíram a trilha sonora da instalação. A concepção do som mescla elementos orgânicos e eletrônicos, que possibilitou uma viagem pelo interior humano. Compreendemos que o som enquanto sentido é um elemento fundamental no cotidiano e também será um guia nessa jornada sinestésica da instalação.

O Desmedido, Humano dialoga com a exposição ComCiência de Patricia Piccinini, que também estará em cartaz no CCBB, uma vez que o fio condutor de ambas é o corpo humano. É uma interpretação lúdica com a Genética, a Citogenética, a Terapia Celular com Células Tronco, o Corpo Humano e o respeito as diferenças.

Veja matéria publicada no site do Hermes Pardini >>

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O Desmedido,Humano
CCBB Belo Horizonte – Galeria 2
11 de outubro de 2016 a 10 de janeiro de 2017
Classificação Livre
Entrada Franca
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Realização: Hermes Pardini
Concepção: Alessandra M. Soares / Cláudio Santos Rodrigues (Voltz) e Chico de Paula
Coordenação: Alessandra M. Soares e Aline Xavier
Expografia: Isabela Vecci
Produção: Ana Carolina Antunes
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Gravação: Leonardo Marques (Ilha do Corvo)
Mixagem 5.1: Ronaldo Gino (La Table Produtora de Som)
Edição de imagens: Henrique Roscoe
Tecnologia audiovisual: Flávio Loureiro e Ricardo Rocha (EAV Engenharia Audiovisual)


Categoria: #voltz20anos, Animação, Evento, Experimental, Exposição, Filme, Instalação em 13/10/2016