Tipografia

Arte Democracia Utopia – Museu de Arte do Rio

A exposição Arte Democracia Utopia – Quem não luta tá morto foi inaugurada no dia 15 de setembro de 2018, no Museu de Arte do Rio, na Praça Mauá – Rio de Janeiro.

Para a sinalização entrada do museu criamos uma padronagem tipográfica que foi aplicada como um lambe-lamber  na parte externa como stencil Contamos com a participação do pessoal do Estudo Banzo lá do Rio de janeiro.

Na parte interna da exposição a identidade visual foi aplicada em plotter de recorte. Além da identidade visual a Voltz foi responsável por toda a sinalização informativa da exposição.


Categoria: Animação, Editorial, Evento, Exposição, Identidade Visual, Museus, Performance, Sinalização, Tipografia em 19/09/2018    


 
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Ágora / Saramenha Artes e Ofícios


Das origens ancestrais, européias e das américas, africanas, indígenas, brasileiras, mineiras, barrocas e modernistas. A Tipografia LIBERDADE continua sua trajetória centenária, que veio do rio Araçuaí até Jequitinhonha, passando por Belo Horizonte. No dia 12 de outubro de 2017 se instalou em Ouro Preto para se conectar mais profundamente com uma história que revela o ato da fala, das mãos, do gesto, do barro, do fogo, da madeira, do papel, da tinta e dos metais. Um novo espaço para toda forma de impressão e expressão e para uma melhor compreensão da nossa história através de experiências artísticas, educativas e culturais !!!

O espaço da Saramenha de Artes e Ofícios, localizado em Santo Amaro de Botafogo à 5 quilômetros de Ouro Preto já se propõe como um museu vivo e é voltado para o resgate dos antigos ofícios, principalmente ao manter ativo um tipo de se produzir cerâmica vitrificada, técnica que Padre Viegas (o pioneiro da tipografia no Brasil), trouxe de Portugal ao retornar em 1802, conforme descrito por Paulo Rogério Ayres Lage no livro “Cerâmica Saramenha – A Primeira Manufatura de Minas Gerais”. Aqui se deu a liga necessária para esse reencontro de técnicas em seu local de origem.

Nos dias 21 e 22 de julho de 2018 aconteceu a Oficina ÁGORA de Tipografia, lá na Cerâmica Artes e Ofícios e como ação integrada ao Festival de Inverno de Ouro Preto, Mariana e Região. Reinaugurada a Tipografia Liberdade, utilizando também equipamentos da Tipografia do Zé, 62 pontos e TipoLab-ED/UEMG. Final de semana produtivo com mais um ponto vivo da #redetipográfica.

Mais um passo do projeto ÁGORA que vem sendo construído há algum tempo. Foi também o momento de recolocar a Tipografia Liberdade em funcionamento novamente, agora num contexto que conecta passado e presente. Veja o processo de Restauração da Tipografia Liberdade >>


Categoria: Curso, Evento, Exposição, Festival, Gastronomia, Museus, Oficina, Palestra, Tipografia, Video em 26/07/2018    


 
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Tipoema – Movimento 3

PERFORMANCE MECÂNICO/ANALÓGICO/DIGITAL
TIPOEMA – MOVIMENTO 3
POSLING – CEFET – MG  | 10 Anos
Belo Horizonte  | 19/06/2018

Tipografia e poema em movimento. Tipos animados, letras em marcha, o prelo feito agito. Tipografia e poesia: resistência. Deslocamento, a prensa pensa o movimento da tela. Um dispositivo mecânico – o braço – é o ponto de partida. Arranca, sobe o rolo, desce a tinta sobre a rama. Imprime-se sobre o papel, enquanto a tela, sob o comando do dispositivo acoplado à prensa – e ao som do momento – passa. Imagens estáticas e em movimento. O analógico e o digital, simultâneos. Transposição intersemiótica, semioses, simbioses.
O som da máquina, a música como elemento narrativo. E, na orquestração do movimento, a presença, a performance dos corpos. O tipógrafo transmídia, atravessado por diversas linguagens. O tipógrafo performer, poeta, guerrilheiro. O tipógrafo do ar, cheio de sonhos, em busca de um novo mundo, utópico e feliz. Ao fim, a impressão de que lutar é preciso, pois dias melhores virão. (Sérgio Antônio Silva)
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A partir do vídeo Tipoema de:
Cláudio Santos Rodrigues e Leonardo Rocha Dutra
Com Trilha Sonora original de:
Lucas Miranda
Animado e montado por:
Cláudio Santos Rodrigues, João Victor de Oliveira,
Leonardo Rocha Dutra e Luís Morici
Com Poema de:
Guilherme Mansur

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PERFORMANCE
Narrativa:
Cláudio Santos Rodrigues e Sérgio Antônio Silva
Sistema Prensa TIPOGRÁFICA + Audiovisual:
Impressão e Performance: Cláudio Santos Rodrigues
Programação de Software: Sérgio Mendes
Sistema Live AV / VJ:
Fabiano Fonseca
Trilha incidental, sampler e remix:
Vinícius Cabral
Impressão tipográfica:
Pedro Sako e Tatiane Quintino
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Conteúdos extraídos:
Livros: Homem ao termo – Affonso Ávila – Poesia Reunida (1949 – 2005)
Macunaíma – Mário de Andrade
Manifestos, revistas, periódicos, jornais e impressos:
MUNDO: COMUNISTA / FUTURISTA / DADAÍSTA / SITUACIONISTAS / INTERNACIONAL LETRISTA / BAUHAUS IMAGINATIVA /  COLÉGIO DA PATAFÍSICA  /  FLUXUS /  PROVOS / CONCRETO / MAIL ART  / PUNK  / NEOISMO  / CLASS WAR / PANTERAS NEGRAS / FEMINISTA / JIM JARMURSH
BRASIL: JORNAIS E PERIÓDICOS DE MARIANA E OURO PRETO / ANTROPÓFAGO / PAU-BRASIL /  RUPTURA  / GRUPO VANGUARDA / NEOCONCRETO  / MAMÃE BELAS-ARTES  / REVISTA KLAXON / REVISTA MALASARTES / A REVISTA / POEMA DE PROCESSO
BELO HORIZONTE: DEVAGAR  /  GRÁFICA TÁTICA / TIPOLAB / 62 PONTOS ESPAÇO GRÁFICO
Eleonora Santa Rosa, Tipografia Ouro Preto, Escola de Design UEMG, Posling – CEFET/MG, Saramenha Artes e Ofícios
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EDIÇÃO DO VÍDEO DE REGISTRO:
Cláudio Santos Rodrigues
CAPTURA DE VÍDEO:
Isabela Prado
Marcelo Braga de Freitas
TRILHA SONORA DA ABERTURA E ENCERRAMENTO:
TIPOBEAT/MANIFESTO_1
Trecho de audiocolagem feita por VCR a partir  dessa performance com samplers diversos e iconografias  auditivas relacionadas a grandes manifestos do séc. XX e XXI  e ao universo contemporâneo digital.

Categoria: Animação, Evento, Experimental, Performance, Sistema, Tipografia, Video em 18/07/2018    


 
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INDIE 2017

Boa sorte ao Indie e aos amantes do cinema revolucionário deste mundo

Assim começa o texto de Francesca Azzi curadora do Festival há 17 anos.

“Há 17 anos nos perguntamos o que queremos ser como um festival de cinema independente. Há 17 anos a resposta parece estar cada vez mais clara. Com as últimas reviravoltas políticas do país, perdemos a inocência. O INDIE se tornou adulto apesar de ainda não ter alcançado sua maioridade. Se antes nos perguntávamos que tipo de festival gostaríamos de ser, sem seguir formatos prontos, sem sofrer com as forças políticas e econômicas que nos colocavam desafios para nossa existência, hoje queremos seguir sendo o que construímos, ao longo do tempo, como ideia, mas sem abrir mão de nossa liberdade curatorial ou do nosso quase “estatuto” de que um festival precisa necessariamente de conceitos e de filmes que questionem e revigorem o próprio cinema. Um festival como o INDIE pensa em cada escolha, e são elas que tecem os meandros de nossa especificidade enquanto um festival.”

Queremos ser o que somos, e do tamanho que somos, não há nenhuma outra intenção aqui que não a de trazer o pensamento contemporâneo sobre o cinema através dos filmes, dos conteúdos dos filmes, dos diretores dos filmes e da história do cinema. Esta é nossa maneira de fazer política. Um festival é em si um ato político – o cinema é algo que pode revolucionar a maneira de pensar do indivíduo, trazê-lo para um mundo mais íntegro que respeita as diferenças individuais e culturais, que complexifica a vida ordinária para trazer à luz a liberdade estética e experimental.  O cinema pode servir a uma experiência libertadora, e abrir para infinitas possibilidades do pensamento.”

O cineasta homenageado este ano foi o francês Philipe Garrel, que nos inspirou com seu cinema intimista. “Marcado pelo preto & branco, pelo silêncio mortal das entrelinhas, por uma música poética ou dramática, e pelo enigma que ilumina a metáfora feminina. E assim será desde sempre.”… Além disso, o espírito de seus filmes dialogam com a proposta de sempre do Indie, de resistir e fazer da forma que seja possível. “Há um consenso entre críticos e teóricos franceses … de que a obra de Garrel poderia ser dividida em dois grandes momentos. Na primeira fase marcadamente mais experimental teríamos os primeiros filmes, que ele mesmo, Garrel, denominaria como realizados nos “anos obscuros” de 1969 a 1979, sem recursos, de maneira mais underground, apoiado pelo grupo de amigos de uma geração que viveu intensamente o maio de 1968 na França.”

O catálogo permitiu conhecer ainda mais o cineastas a partir de vários textos e entrevistas.

Para a identidade de 17 anos anos, bem vividos de forma resiliente e potente, buscamos os detalhes que está no nosso entorno. O que fica ao nosso redor e que nem sempre percebemos. Rastros, fragmentos e sutilezas. Algumas das imagens utilizadas foram produzidas há mais de 7 anos e que agora se revelam para dar vida e trazer o sentimento desta edição.

A marca deste ano parte de letras escritas com pedaços de gravetos e folhas secas. A composição final tratada digitalmente é uma colagem gráfica dessas proposições. A tipografia dos títulos foi uma “typewriter” para remeter ao caráter analógico do texto original. Criamos também um manifesto tipográfico que norteou o processo de criação e a produção fotográfica realizada por Cláudio Santos.

Outra inspiração veio de alguns filmes de Philippe Garrel, onde os papéis de parede com motivos florais aparecem. Eles nos remeteram a uma memória afetiva de elementos que fazem, ou faziam parte da nossas vidas e do nosso imaginário. Daí criamos uma padronagem para a “guarda” do catálogo, a partir de flores secas guardadas por Alessandra Maria Soares por algum tempo. Essa é única parte colorida dos elementos gráficos que produzimos.

Identidade visual, peças gráficas, sinalização, vinheta e website: voltz design
Direção de criação e produção: alessandra maria soares, cláudio santos
Designers: andré travassos, cláudio santos, jenifer abad
Produção gráfica: renato moura
Vinheta: cláudio santos rodrigues (direção), leonardo rocha dutra (animação), bernardo bauer e renato moura (trilha sonora) – voz de emmanuelle riva em liberté, la nuit de philippe garrel.

Categoria: Animação, Editorial, Evento, Experimental, Filme, Identidade Visual, Sinalização, Tipografia em 17/09/2017    


 
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Da luz ao metal – A produção de um livro pela impressão fototipográfica

Resgatando uma história e memória da tipografia na região de Tiradentes e conectando com a valorização que o Foto em Pauta 2017 tem dado aos fotolivros, o workshop propõe a produção de um livro colaborativo à partir da documentação fotográfica dos ornamentos arquitetônicos de Tiradentes e transformação destas imagens em fotoclichês para a impressão tipográfica experimental.


O livro experimental fototipográfico permite uma investigação tanto da produção da imagem e composição da página quanto da sequencialidade do livro pelas técnicas e processos da tipografia e da materialidade do livro.

Programa:

DIA 1 – Um olho na tipografia e outro na cidade

Contextualização histórica de Tiradentes e região em relação ao universo da tipografia. Detalhamento da metodologia do workshop com apresentação de livros experimentais tipográficos e fototipográficos. Introdução aos processos de impressão tipográfica e produção dos fotolichês.

Tarde: Documentação fotográfica dos ornamentos arquitetônicos de Tiradentes para a investigação e layout da página. Dos ornamentos selecionados serão produzidos os fotoclichês para a impressão tipográfica experimental. Cada aluno fará um diário das memórias e percepções desta investigação para a composição da página.

Dia 2 – Mão na tinta
Manhã: Visita à Tipografia Assunção em São João Del-Rey para conversa com o tipógrafo Sr. Afonso e apresentação de todo o processo técnico. Produção do fotoclichê.

Tarde: Composição das páginas do livro com os ornamentos selecionados e textos do diário. Existem ainda fios e ornamentos tipográficos de metal para serem utilizados pelos alunos. Impressão experimental fototipográfica da composição.

Dia 3 – Mão e olho no livro
Manhã: Impressão digital dos textos nas páginas fototipográficas já impressas
Tarde: Acabamento dos livros e exposição de todo o processo do workshop para o debate final

INSTRUTORES

Cláudio Santos

Designer na Voltz Design desde 1996. Professor na Escola de Design da UEMG. Mestre em Sustentabilidade e Inovação, com pesquisa sobre a Rede Tipográfica de Minas Gerais. Pesquisador no TipoLAB – Laboratório de Tipografia da ED-UEMG. Desenvolve projetos transmídia com diversas aplicações em espaços de memória e museus. Em 2006 aprendeu o ofício da tipografia com o mestre Sebastião Bento da Paixão, da cidade de Jequitinhonha. Adquiriu todo espólio de sua Tipografia Liberdade e desde então realiza projetos experimentais que mesclam tipografia e audiovisual.

Flávio Vignoli

Designer, editor e tipógrafo da gráfica particular Tipografia do Zé que desde 2008 produz livros de tiragem limitada, livros experimentais, cadernos e outros impressos tipográficos. Possui a empresa de design gráfico, interiores e exposição Estúdio 43. Professor do Workshop de Tipografia da Tipografia Matias. Participante do Museu Vivo Memória Gráfica (Belo Horizonte) e Museu Tipografia Pão de Santo Antônio (Diamantina). Presidente do Centro de Artesanato Mineiro.

Ainda contamos com a participação do Tiopógrafo Sergin Castanheira. Na edição de 2016, Sergin comprou uma prensa manual que estava num ferro-velho. Ao longo do ano restaurou, fundiu peças, refez a rolaria e montou a “Tipografia Ambulante”. Ao longo do festival a programação era impressa e distribuída na cidade.

Convidado especial e fotos: Fábio Martins

Vídeo: Eduardo Guarda


Categoria: Curso, Experimental, Oficina, Tipografia em 21/04/2017    


 
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Festival de Fotografia de Tiradentes – 2017

Desde 2014 cuidamos da identidade visual e sinalização do Festival de Fotografia de Tiradentes. Neste ano partimos das ilustrações do artista local Thi Rohrmann e do uso da tipografia para reforçar a localização das diversas atividades.

O evento aconteceu entre os dias 22 e 26 de março, com diversas exposições, workshops, palestras, debates, leituras de portfólio, projeções de fotografias e atividades educativas voltadas para a comunidade local.

O Festival proporciona ao público ricas experiências e trocas com profissionais de renome nacional e internacional, cuja produção artística é representativa no cenário da fotografia brasileira.


Categoria: Editorial, Evento, Exposição, Identidade Visual, Mostra, Publicações, Sinalização, Tipografia em 21/04/2017    


 
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Alfabeto de Tipos de Plantas – Revista Nuvem

Aconteceu na benfeitoria, no dia 15 de fevereiro de 2017, o lançamento da décima primeira edição da Revista Nuvem. Uma publicação experimental – criada na habilitação de Artes Gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Na Nuvem cada artista é responsável por produzir a tiragem de sua página – o que inclui criar, imprimir, finalizar – e também por financiá-la, com tiragem equivalente à revista.

A presente edição é especial, e conta com um time potente de artistas gráficos e estudantes de arte, além de dois escritores, reunidos sob a curadoria de Fernanda Goulart. Esta Nuvem 11 configura-se como uma ENCICLOPÉDIA AFETIVA de produção e poéticas gráficas, capaz de expressar nosso afeto pela área de forma abrangente, ao contemplar quase 30 técnicas, antigas e atuais.


O resultado são cerca de 30 técnicas diferentes, expressas em 34 páginas criadas por 37 artistas.

ALFABETO DE TIPOS DE PLANTAS é o encarte produzido por:
Cláudio Santos Rodrigues (a partir de catálogo de plantas de Walter Rodrigues e Oliveira)
Composição e Impressão | Claudio Santos Rodrigues, Sako Pedra Dura e Pedro Thairan
Texto | Sérgio Antônio Silva

Tipografia e Clicheria do acervo do TipoLAB – ED UEMG, com prensa automática “Maschinenfabirlk A. Hogenforst – Rapid” e prelo manual “Funtimod”.

Fotos e vídeo do processo de produção do Alfabeto, no TipoLAB – Laboratório de Tipografia da Escola de Design da UEMG.


Alfabeto de Tipos de Plantas


Categoria: Editorial, Tipografia em 21/04/2017    


 
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II Fórum Patrimônio Gráfico em Movimento – Diamantina 2016

O II Fórum Patrimônio Gráfico em Movimento, teve lançamento de diversos livros, oficina de gravura, palestras de altíssimo nível, com presenças nacionais e internacionais.

Vejam a programação. https://www.ufmg.br/online/arquivos/046007.shtml


Apresentamos em formato ao vivo, versão remix. TIPOEMA – MOVIMENTO 2, com  uso de sensor acoplado a minha prensa centenária, que permite imprimir vídeos!! Com Fabiano Fonseca e Sérgio Mendes, a partir da instalação audiovisusal Tipos Móveis e o vídeo tipoema que produzi com Lucas Miranda Vieira, Leonardo Dutra, Eleonora Santa Rosa e Guilherme Mansur.


O mais rico desse encontro foi comprovar que estamos no caminho certo, ao promover o encontro de diferentes gerações de tipógrafos com jovens artistas e gravadores. Das Letras com o design. Da restauração com a tecnologia digital. Um caminho interdisciplinar que visa o agora e o futuro,  ao ressignificar e valorizar o passado.

No final o melhor de tudo foram as conversas paralelas e ouvir as estórias de figuras emblemáticas. Dulce e o ineditismo e coragem da Memória Gráfica oficina de gravura. O casal do Museu Xilogravura, com uma vida dedicada a este universo. José Lourenço da Lira Nordestina com sua sabedoria e sensibilidade. Os “punks” da UFG de Goiânia nos mostraram que temos que continuar a fazer. Ainda contamos com a presença delicada e a força do projeto Colombiano de resgate da tipografia em conexão com o design. Tomé de SP nos apresentou uma fundamentação e uma sofisticação nas soluções gráficas.

Sérgio Antônio Silva apresentou a Tipografia Kosmos e o Tipolab ED-UEMG e lançou o Tratado da Gravura. Importante livro com belo projeto gráfico do LDG-UEMG. Apresentei e reforcei mais uma vez o compromisso assumido com o mestre Sebastião Bento da Paixão do Jequitinhonha. Por fim, à turma de BH. O livro/filme Prelo coroou o encerramento com os jovens designers e a bela homenagem ao sr. Ademir Matias, nosso grande mestre. Ainda teve produção coletiva de alta qualidade para quem esteve lá colocar a mão na tinta e levar para casa esse registro.

Parabéns aos organizadores, colaboradores e todos que estiveram por lá. Um encontro que reforça o laço com velhos e novos amigos. Foi e será para sempre inesquecível. Ficou gravado na alma !!!


Categoria: #voltz20anos, Evento, Experimental, Performance, Tipografia em 12/12/2016    


 
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Rede Tipográfica de Minas Gerais

A pesquisa de Cláudio Santos Rodrigues busca busca investigar a possibilidade de (re)conectar uma rede que existiu em torno da tipografia e dos seus impressos gerados em Minas Gerais. Discutimos a forma como o design pode contribuir para apresentar e expandir uma rede de pessoas e instituições com o uso de tecnologias digitais colaborativas e sociais como um novo suporte para disseminação e sistematização de informações no processo de resgate e construção de memórias coletivas. Para tanto, a pesquisa teve como objeto de estudo a história da tipografia nas cidades de Mariana e Ouro Preto/MG, entendida como rede que marcou a transformação da sociedade mineira nos séculos XVIII e XIX, assim como a análise de experiências atuais de lugares e instituições que mantêm a tipografia viva no Estado. Ao longo do trabalho serão apresentadas outras redes existentes, partindo dos tipógrafos em atividade de Minas Gerais em conexão com pessoas que ainda se dedicam a esse ofício em suas mais diversas formas de atuação (como ofício ligado ao design, de forma artística, como pesquisa etc.). Com a proposição de uma metodologia aliada ao uso das tecnologias da informação, pretende-se ampliar as potências dessas conexões, extrapolando as dimensões físicas e territoriais de Minas Gerais, a partir do compartilhamento de memórias e saberes.

Design aplicado às tecnologias de Rede Colaborativa: Projeto para Diufsão da Memória Coletiva de Minas Gerais.

Agradecimentos:

Aos meus pais, Marilda e Walter, e aos meus irmãos, pelo exemplo de vida, de luta e de honestidade. Especialmente à Alessandra Maria Soares, esposa, mãe dos meus filhos e sócia no exercício incansável do design, por me proporcionar disponibilidade e coragem.

Agradeço a confiança, parceria e disposição do meu orientador, Prof. Dr. Sérgio Antônio Silva, que me apresentou o mundo das letras, e à Fernanda Mourão, pela criteriosa revisão.

Ao Sr. Sebastião Bento da Paixão. Mestre tipógrafo, letrista e projecionista de cinema da Cidade de Jequitinhonha, ensinou-me a imprimir em sua prensa centenária e deixou-me o legado de continuar a dar vida a ela. A Cláudio Bento, poeta e sobrinho que intermediou todo o processo e forneceu ricas informações. Aos tipógrafos contemporâneos, pesquisadores, professores (em especial ao Flávio Vignoli, Glória Campos, Marcelo Drummond, Mário Azevedo) que contribuíram com entrevistas, empréstimos de livros e informações valiosas.

À Eleonora Santa Rosa, pela parceria profissional, amizade e reconhecimento do meu trabalho, e por proporcionar acesso a pessoas, espaços e equipamentos culturais do mais alto nível no Brasil e no mundo.

Ao tipoeta Guilherme Mansur, pela vida dedicada ao ato de imprimir para além das funções utilitárias e por abrir as portas de sua gráfica e desse universo em Ouro Preto.

Ao amigo, professor, pesquisador e parceiro em diversos projetos e que me levou para a academia, Leonardo Rocha Dutra, com quem tive o prazer de realizar a animação Tipos Móveis.

Ao grande articulador de redes Cesar Piva e à equipe da Fábrica do Futuro, por dar espaço à experimentação.

Ao Marcelo Braga, amigo e realizador audiovisual, pela oportunidade de registrar o lado mágico do Jequitinhonha e pelas discussões, críticas e realização de trabalhos em conjunto.

À Izabela Vecci, pela apresentação de autores e pelas conversas sobre memória.

À Maria Eugênia e à equipe do Inhotim, por permitir discussões profundas e expansão das possibilidade das redes conectadas ao universo educativo e patrimonial.

A Eduardo de Jesus e Álvaro Andrade Garcia, pelas experiências pioneiras com as multi-mídias.

Ao Rodrigo Minelli (in memorian) e ao grupo de live images F.A.Q., pelas pesquisas, vivências, viagens e deslocamentos em prol da rede do audiovisual de forma coletiva e colaborativa.

À Ângela Maria Soares e ao Juvêncio Braga Lima, pelo acolhimento, incentivo, conversas, sugestões e contribuições fundamentais.

À equipe e aos parceiros da Voltz Design, pelas trocas, aprendizado e convivência diária.


Categoria: #voltz20anos, Aplicativo, Publicações, Tipografia em 26/03/2016    


 
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Foto em Pauta 2016 – Performance audiovisual

Performance Audiovisuai – Rede Tipográfica de Minas Gerais from Voltz Design on Vimeo.

Por causa das fortes chuvas, as 2 performances programadas (para sexta e sábado) se modificaram em um ensaio aberto no sábado a tarde e uma apresentação oficial a noite. André Travassos, no violão (Câmera) e Renato Moura, na percussão (Pequeno Céu) criaram o clima sonoro para o sistema que alternava os vídeos e fotos a partir do uso da alavanca da prensa centenária.



A intenção era comemorar os 20 anos da Voltz participando nos eventos de parceiros. A partir de todos esse envolvimento com essa edição do Foto em Pauta em torno dos clichês fotográficos e do uso da tipografia, optou-se por se fazer uma apresentação pública de fragmentos da dissertação de Cláudio Santos Rodrigues. A pesquisa realizada no âmbito da Programa de Pós-Graduação da Escola de Design da UEMG, trata do Design aplicado às tecnologias de rede colaborativa: projeto para difusão da memória coletiva da tipografia em Minas Gerais.


Pesquisa, edição e performance | Cláudio Santos Rodrigues

Imagens | Alessandra Maria Soares e Fábio Martins (ao vivo)
Cláudio Santos Rodrigues, Leonardo Rocha Dutra e Rede Minas (acervo)

Trilha Sonora | André Travassos e Renato Moura (ao vivo)
O Grivo e Lucas Miranda (incidental)

Desenvolvimento de Sistema | Sérgio Mendes

Agradecimentos | Alessandra Maria Soares, Eugênio Sávio, Fábio Martins
Isadora e Miguel Soares Rodrigues, Marcello, W. Tostes e Sergin Castanheira

Jardim do Sobrado 4 Cantos – Tiradentes – 2016


Categoria: #voltz20anos, Aplicativo, Evento, Experimental, Festival, Mostra, Performance, Tipografia, Video em 16/03/2016    


 
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