FUGA – Videoanimação para Anamélia Diniz

Categoria: Animação, Instalação, Museus, Video, Voltz em 10/10/2017    


 

INDIE 2017

Boa sorte ao Indie e aos amantes do cinema revolucionário deste mundo

Assim começa o texto de Francesca Azzi curadora do Festival há 17 anos.

“Há 17 anos nos perguntamos o que queremos ser como um festival de cinema independente. Há 17 anos a resposta parece estar cada vez mais clara. Com as últimas reviravoltas políticas do país, perdemos a inocência. O INDIE se tornou adulto apesar de ainda não ter alcançado sua maioridade. Se antes nos perguntávamos que tipo de festival gostaríamos de ser, sem seguir formatos prontos, sem sofrer com as forças políticas e econômicas que nos colocavam desafios para nossa existência, hoje queremos seguir sendo o que construímos, ao longo do tempo, como ideia, mas sem abrir mão de nossa liberdade curatorial ou do nosso quase “estatuto” de que um festival precisa necessariamente de conceitos e de filmes que questionem e revigorem o próprio cinema. Um festival como o INDIE pensa em cada escolha, e são elas que tecem os meandros de nossa especificidade enquanto um festival.”

Queremos ser o que somos, e do tamanho que somos, não há nenhuma outra intenção aqui que não a de trazer o pensamento contemporâneo sobre o cinema através dos filmes, dos conteúdos dos filmes, dos diretores dos filmes e da história do cinema. Esta é nossa maneira de fazer política. Um festival é em si um ato político – o cinema é algo que pode revolucionar a maneira de pensar do indivíduo, trazê-lo para um mundo mais íntegro que respeita as diferenças individuais e culturais, que complexifica a vida ordinária para trazer à luz a liberdade estética e experimental.  O cinema pode servir a uma experiência libertadora, e abrir para infinitas possibilidades do pensamento.”

O cineasta homenageado este ano foi o francês Philipe Garrel, que nos inspirou com seu cinema intimista. “Marcado pelo preto & branco, pelo silêncio mortal das entrelinhas, por uma música poética ou dramática, e pelo enigma que ilumina a metáfora feminina. E assim será desde sempre.”… Além disso, o espírito de seus filmes dialogam com a proposta de sempre do Indie, de resistir e fazer da forma que seja possível. “Há um consenso entre críticos e teóricos franceses … de que a obra de Garrel poderia ser dividida em dois grandes momentos. Na primeira fase marcadamente mais experimental teríamos os primeiros filmes, que ele mesmo, Garrel, denominaria como realizados nos “anos obscuros” de 1969 a 1979, sem recursos, de maneira mais underground, apoiado pelo grupo de amigos de uma geração que viveu intensamente o maio de 1968 na França.”

O catálogo permitiu conhecer ainda mais o cineastas a partir de vários textos e entrevistas.

Para a identidade de 17 anos anos, bem vividos de forma resiliente e potente, buscamos os detalhes que está no nosso entorno. O que fica ao nosso redor e que nem sempre percebemos. Rastros, fragmentos e sutilezas. Algumas das imagens utilizadas foram produzidas há mais de 7 anos e que agora se revelam para dar vida e trazer o sentimento desta edição.

A marca deste ano parte de letras escritas com pedaços de gravetos e folhas secas. A composição final tratada digitalmente é uma colagem gráfica dessas proposições. A tipografia dos títulos foi uma “typewriter” para remeter ao caráter analógico do texto original. Criamos também um manifesto tipográfico que norteou o processo de criação e a produção fotográfica realizada por Cláudio Santos.

Outra inspiração veio de alguns filmes de Philippe Garrel, onde os papéis de parede com motivos florais aparecem. Eles nos remeteram a uma memória afetiva de elementos que fazem, ou faziam parte da nossas vidas e do nosso imaginário. Daí criamos uma padronagem para a “guarda” do catálogo, a partir de flores secas guardadas por Alessandra Maria Soares por algum tempo. Essa é única parte colorida dos elementos gráficos que produzimos.

Identidade visual, peças gráficas, sinalização, vinheta e website: voltz design
Direção de criação e produção: alessandra maria soares, cláudio santos
Designers: andré travassos, cláudio santos, jenifer abad
Produção gráfica: renato moura
Vinheta: cláudio santos rodrigues (direção), leonardo rocha dutra (animação), bernardo bauer e renato moura (trilha sonora) – voz de emmanuelle riva em liberté, la nuit de philippe garrel.
Categoria: Animação, Editorial, Evento, Experimental, Filme, Identidade Visual, Sinalização, Tipografia em 17/09/2017    


 

25º Fumec Forma Moda

A Voltz é mais uma vez responsável pelo processo de realização do TCC do curso de design de Moda da Universidade FUMEC, que é coordenado por Antônio Fernando Batista dos Santos. Além da produção executiva, direção de arte e identidade visual, cuidamos também de todo desfile e backstage, além da  parte técnica e da gestão de conteúdo para exibição ao vivo durante os desfiles.


Para tornar ainda mais agradável a experiência e a visita de nossos convidados durante o 25º Fumec Forma Moda, teremos um pocket show nos intervalos dos desfiles com o artista belorizontino LEAAN. Com curadoria de André Travassos e de Alessandra Maria Soares da Voltz Design, LEAAN mostra algumas das composições do seu primeira disco intitulado “L” que será lançado ainda esse ano. Conheça mais sobre o artista: Leaan “L” álbum de destreia do cantor mineiro conta com produção de Leonardo Marques.

Em seu álbum de estréia o mineiro Leaan, compositor e intérprete dono de uma das mais belas vozes da cena musical de BH, traz músicas que transitam por assuntos como auto-afirmação, romantismo e sexualidade oprimida. Com 8 faixas e previsão de lançamento para o fim de 2017, o disco conta com a produção de Leonardo Marques (Transmissor) e tem influências que vão de Madonna, Silva, Jaloo e Mahmundi, evidenciando a atmosfera dançante que norteia todo o trabalho.

A letra “L”, que dá título ao disco, além de ser a primeira do seu nome, está relacionada a palavras que o artista utiliza para orientar esse caminho, segundo o próprio: “É a primeira letra de palavras que regem o meu atual estado de espírito: “Liberdade”, “Luta”, “Libido”, “Luz”, “Longevidade”, “Lealdade”.

A auto-superação é inspiração constante em suas composições e traz muito da sua vontade de usar a música como forma de conectar: “Além de cantar, criar melodias, experimentar diferentes sons, queria escrever não só sobre mim, mas sobre o meu tempo. Não só a minha realidade, mas a de quem está ao meu redor. Aprender, levantar a minha voz e ajudar a quem precisa falar mais alto. Dar mais uma voz a minha geração”, conclui. (Por Rogério Dias – Aclive Comunicação & Projetos)

Todo ano a Voltz é responsável também pela curadoria do lounge, com a presença de instalações, exposições, produtos de novos designers e djs e também pela parte de gastronomia. Dessa vez o evento foi realizado no Casa Tua, no Bairro Jardim Canadá e contamos com a presença dos parceiros de sempre.

Ficha técnica:

CONCEPÇÃO: Antônio Fernando Batista dos Santos e Rosangela Brandão Mesquita

COORDENAÇÃO GERAL, PRODUÇÃO EXECUTIVA, DIREÇÃO ARTÍSTICA, IDENTIDADE VISUAL E DESIGN GRÁFICO: Voltz Design

DIREÇÃO GERAL E. CURADORIA: Alessandra M. Soares

DIREÇÃO TÉCNICA:  Cláudio Santos Rodrigues

DESIGN: André Travassos

CENOGRAFIA:  Alexandre Rousset

VIDEOCENOGRAFIA:  Fabiano Fonseca

FOTOS: Fernando Biagioni

PRODUÇÃO: Renato Moura

PRODUÇÃO TÉCNICA: Mayko Youssef  e Mylene Youssef Aziz Vieira

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Salamandra Comunicação / Heloísa Aline

DIREÇÃO DE DESFILES: Rodrigo Cezário

COORDENAÇÃO DE CAMARIM: Alzira Calhau

BEAUTY: Cacá Zech

Categoria: Curadoria, Fashion, Identidade Visual, Moda, Música, Performance, Sinalização, Voltz em 05/07/2017    


 

Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand

A partir do desenvolvimento da instalação audiovisual “Desmedido Humano”, que realizamos para o Hermes Pardini no CCBB-BH, fomos convidados para criar a Identidade Visual do Stand para a principal feira do segmento.

Hermes Pardini – Sinalização Audiovisual para Stand

A partir de projeto da arquiteta Isabela Vecci de BH, realizamos um trabalho em parceria com a empresa de montagem Poli Design de São Paulo. O resultado do ficou diferenciado ao utilizar materiais inusitados e soluções visuais. impactantes.

Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand

Além do Stand principal ainda sinalizamos a sala de treinamento com conteúdo dinâmico que anunciava a programação diária.

Ficha Técnica:

Idealização e Realização: Departamento de Comunicação Hermes Pardini
Direção de Criação e Produção: Alessandra M. Soares e Cláudio Santos Rodrigues
Projeto Arquitetônico: Isabela Vecci
Design: Luis Felipe Bacarense
Edição de imagens videowall: Henrique Roscoe
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Edição de conteúdo informativo dinâmico: Marco Nick
Projeto Técnico, 3D e Execução: Poli Design (SP)

Categoria: Animação, Evento, Identidade Visual, Instalação, Video em 15/06/2017    


 

APP Guia Multimídia

Produzimos um guia eletrônico para tornar a visita ao Memorial Vale ainda mais completa. Trata-se de uma Ferramenta multimídia para aumentar a acessibilidade para os visitantes.


O guia multimídia vai auxiliar visitantes a terem uma experiência ainda mais completa e interessante no museu. Por meio de um tablet, disponibilizado pelo próprio Memorial Vale, ou por aplicativo para celular (iOS e Android), aqueles que visitam o espaço terão à disposição um guia virtual, com informações e curiosidades sobre os cerca de 30 espaços de exposição permanente, além de curiosidades sobre o prédio de 1897, onde funcionava a antiga Secretaria de Fazenda de Minas Gerais. O guia está disponível em português, inglês e espanhol. Todas as informações estão disponíveis em áudio e texto.

Sobre guia eletrônico e visita virtual

A cada sala, é possível acessar conteúdo que ajuda a entender com mais profundidade os conceitos e histórias por trás daquele espaço. Por meio de perguntas e frases que provocam reflexão, o aplicativo ajuda a aprofundar a vivência da visita.

O guia multimídia também ajuda a organizar percursos temáticos, por meio de uma seleção de salas e atrações. São oito propostas de roteiro: Literatura, Africanidades, República e memória, Mineiridades, Cartografia, Mulheres Geraes, Artes Visuais e Percurso da Criança. Esta última, por exemplo, conta com a ajuda da personagem Florinda, que propõe desafios e tarefas para os pequenos.

Mas o aplicativo também permite que o visitante personalize o roteiro, selecionando as salas que quer visitar e ordem do percurso, por meio de um mapa eletrônico do espaço.

O guia multimída também vai ajudar você a manter na memória a experiência da visita. Por meio da função “Meu registro” será possível montar um álbum de fotos feitos nos espaços do Memorial Vale. As imagens poderão ser compartilhadas nas redes sociais.

Outro recurso é a agenda, que permite ao usuário saber a programação artística do mês e se há, por exemplo, algum show, exposição fotográfica ou performance acontecendo no mesmo dia da visita.

O lançamento aconteceu no Memorial no dia 08 de junho de 2017. Estiveram presentes representantes do Iphan e Secretarias de estado de Educação e Cultura. Aconteceu uma visita mediada, simulando como poderia ser a atuação do setor educativo do Memorial.



Ficha técnica:

Realização: Memorial Minas Gerais Vale, Ministério da Cultura e Governo Federal
Concepção e execução: Voltz Design
Coordenação Geral: Cláudio Santos Rodrigues
Textos: Anna Flávia Dias Sales (Tria), Charles Junior Souza, Mabel Faleiro Coelho e Tiago Reis (MMGV)
Design de Interface: Cláudio Santos Rodrigues e Luis Matuto
Programação e Montagem: Álvaro Andrade Garcia e Lucas Junqueira (Ciclope)
Produção de Áudio: Fabiano Fonseca
Mixagem: Pedro Jácome (AudioPop)
Locuções: Christian Fernandes e Bruna Challub
Revisão: Élida Murta (Trema Textos)

Categoria: Aplicativo, Museus em 08/06/2017    


 

Da luz ao metal – A produção de um livro pela impressão fototipográfica

Resgatando uma história e memória da tipografia na região de Tiradentes e conectando com a valorização que o Foto em Pauta 2017 tem dado aos fotolivros, o workshop propõe a produção de um livro colaborativo à partir da documentação fotográfica dos ornamentos arquitetônicos de Tiradentes e transformação destas imagens em fotoclichês para a impressão tipográfica experimental.


O livro experimental fototipográfico permite uma investigação tanto da produção da imagem e composição da página quanto da sequencialidade do livro pelas técnicas e processos da tipografia e da materialidade do livro.

Programa:

DIA 1 – Um olho na tipografia e outro na cidade

Contextualização histórica de Tiradentes e região em relação ao universo da tipografia. Detalhamento da metodologia do workshop com apresentação de livros experimentais tipográficos e fototipográficos. Introdução aos processos de impressão tipográfica e produção dos fotolichês.

Tarde: Documentação fotográfica dos ornamentos arquitetônicos de Tiradentes para a investigação e layout da página. Dos ornamentos selecionados serão produzidos os fotoclichês para a impressão tipográfica experimental. Cada aluno fará um diário das memórias e percepções desta investigação para a composição da página.

Dia 2 – Mão na tinta
Manhã: Visita à Tipografia Assunção em São João Del-Rey para conversa com o tipógrafo Sr. Afonso e apresentação de todo o processo técnico. Produção do fotoclichê.

Tarde: Composição das páginas do livro com os ornamentos selecionados e textos do diário. Existem ainda fios e ornamentos tipográficos de metal para serem utilizados pelos alunos. Impressão experimental fototipográfica da composição.

Dia 3 – Mão e olho no livro
Manhã: Impressão digital dos textos nas páginas fototipográficas já impressas
Tarde: Acabamento dos livros e exposição de todo o processo do workshop para o debate final

INSTRUTORES

Cláudio Santos

Designer na Voltz Design desde 1996. Professor na Escola de Design da UEMG. Mestre em Sustentabilidade e Inovação, com pesquisa sobre a Rede Tipográfica de Minas Gerais. Pesquisador no TipoLAB – Laboratório de Tipografia da ED-UEMG. Desenvolve projetos transmídia com diversas aplicações em espaços de memória e museus. Em 2006 aprendeu o ofício da tipografia com o mestre Sebastião Bento da Paixão, da cidade de Jequitinhonha. Adquiriu todo espólio de sua Tipografia Liberdade e desde então realiza projetos experimentais que mesclam tipografia e audiovisual.

Flávio Vignoli

Designer, editor e tipógrafo da gráfica particular Tipografia do Zé que desde 2008 produz livros de tiragem limitada, livros experimentais, cadernos e outros impressos tipográficos. Possui a empresa de design gráfico, interiores e exposição Estúdio 43. Professor do Workshop de Tipografia da Tipografia Matias. Participante do Museu Vivo Memória Gráfica (Belo Horizonte) e Museu Tipografia Pão de Santo Antônio (Diamantina). Presidente do Centro de Artesanato Mineiro.

Ainda contamos com a participação do Tiopógrafo Sergin Castanheira. Na edição de 2016, Sergin comprou uma prensa manual que estava num ferro-velho. Ao longo do ano restaurou, fundiu peças, refez a rolaria e montou a “Tipografia Ambulante”. Ao longo do festival a programação era impressa e distribuída na cidade.

Convidado especial e fotos: Fábio Martins

Vídeo: Eduardo Guarda

Categoria: Curso, Experimental, Oficina, Tipografia em 21/04/2017    


 

Festival de Fotografia de Tiradentes – 2017

Desde 2014 cuidamos da identidade visual e sinalização do Festival de Fotografia de Tiradentes. Neste ano partimos das ilustrações do artista local Thi Rohrmann e do uso da tipografia para reforçar a localização das diversas atividades.

O evento aconteceu entre os dias 22 e 26 de março, com diversas exposições, workshops, palestras, debates, leituras de portfólio, projeções de fotografias e atividades educativas voltadas para a comunidade local.

O Festival proporciona ao público ricas experiências e trocas com profissionais de renome nacional e internacional, cuja produção artística é representativa no cenário da fotografia brasileira.

Categoria: Editorial, Evento, Exposição, Identidade Visual, Mostra, Publicações, Sinalização, Tipografia em 21/04/2017    


 

Alfabeto de Tipos de Plantas – Revista Nuvem

Aconteceu na benfeitoria, no dia 15 de fevereiro de 2017, o lançamento da décima primeira edição da Revista Nuvem. Uma publicação experimental – criada na habilitação de Artes Gráficas da Escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais. Na Nuvem cada artista é responsável por produzir a tiragem de sua página – o que inclui criar, imprimir, finalizar – e também por financiá-la, com tiragem equivalente à revista.

A presente edição é especial, e conta com um time potente de artistas gráficos e estudantes de arte, além de dois escritores, reunidos sob a curadoria de Fernanda Goulart. Esta Nuvem 11 configura-se como uma ENCICLOPÉDIA AFETIVA de produção e poéticas gráficas, capaz de expressar nosso afeto pela área de forma abrangente, ao contemplar quase 30 técnicas, antigas e atuais.


O resultado são cerca de 30 técnicas diferentes, expressas em 34 páginas criadas por 37 artistas.

ALFABETO DE TIPOS DE PLANTAS é o encarte produzido por:
Cláudio Santos Rodrigues (a partir de catálogo de plantas de Walter Rodrigues e Oliveira)
Composição e Impressão | Claudio Santos Rodrigues, Sako Pedra Dura e Pedro Thairan
Texto | Sérgio Antônio Silva

Tipografia e Clicheria do acervo do TipoLAB – ED UEMG, com prensa automática “Maschinenfabirlk A. Hogenforst – Rapid” e prelo manual “Funtimod”.

Fotos e vídeo do processo de produção do Alfabeto, no TipoLAB – Laboratório de Tipografia da Escola de Design da UEMG.


Alfabeto de Tipos de Plantas

Categoria: Editorial, Tipografia em 21/04/2017    


 

Sou do Mundo, Sou Minas Gerais – Instituto Unimed

Unimed – Sou Minas Gerais

o Instituto Unimed-BH é o patrocinador do Festival Cultural de Belo Horizonte, que foi realizado dia 23 de outubro, no Grande Teatro do Palácio das Artes. O evento artístico celebrou a universalidade da mineiridade e foi inspirado na arte produzida em Belo Horizonte nos últimos 45 anos.

Com o tema “Sou do mundo, sou Minas Gerais”, o espetáculo fez uma homenagem à frase conhecida em todo o Brasil pela canção “Para Lennon e McCartney”, composta por Fernando Brant, Márcio Borges e Lô Borges e imortalizada na voz de Milton Nascimento, no início da década de 1970. A montagem cênico-musical percorreu do Clube da Esquina ao Pop Rock, passando por seus poetas, pela cultura popular, pela religiosidade, pelo teatro, pela dança, pelos ritmos de seus tambores, pela tradição, pelo novo e pelo desejo de síntese.

O Festival contou com 400 participantes dos cursos de percussão, balé, coral lírico infantil e dança de rua da Escola de Artes, projeto viabilizado pelo Instituto Unimed-BH no Aglomerado do Morro das Pedras. Como convidados, contará com apresentações do grupo de percussão e de congado Bloco Saúde, com regência de Maurício Tizumba, em parceria com a Associação Cultural Tambor Mineiro, além da Orquestra Sinfônica de Betim, o Coral Unimed-BH, o Grupo Jazz Mira e o Grupo de Palhaços Uniclown.

Direção artística: Gilvan de Oliveira, músico, arranjador e diretor musical do grupo Ponto de Partida
Direção de cena: Inês Amaral
Direção de produção: Lilian Nunes (Coreto)
Direção de produção audiovisual: Alessandra Maria Soares (Voltz)
Cenografia digital (executada ao vivo): Cláudio Santos Rodrigues (Voltz), Chico de Paula e Henrique Roscoe

Categoria: Animação, Evento, Festival, Performance em 06/04/2017    


 

MUMO. Museu da Moda de Belo Horizonte

No dia 12 de dezembro foi inaugurado o Museu da Moda de Belo Horizonte. O museu funcionará no prédio com estilo manuelino da Rua da Bahia, 1.149, conhecido como Castelinho da Bahia, onde até então funcionava o Centro de Referência da Moda – CRModa.

A primeira proposta de um espaço dedicado à preservação da memória da moda em Belo Horizonte surgiu em 2012, com a abertura do Centro de Referência da Moda – CRModa.  Com o novo empreendimento, a moda em Belo Horizonte é reconhecida como bem cultural da cidade, centro de design, criação, polo lançador de tendências e de negócios, reconhecido nacionalmente.

A indústria têxtil é agraciada na inauguração do MUMO com a exposição =33 voltas em torno da terra – memória e raízes da indústria têxtil de Minas Gerais, que foca a indústria têxtil mineira e sua relevante contribuição quanto às questões econômicas, culturais e sociais.

O tecido é o tema da primeira mostra do museu, elemento base da indústria da moda, com destaque para o algodão e a tecelagem plana. “Como o universo da indústria têxtil é muito amplo, resolvemos fazer um recorte focando o algodão, utilizando parte do acervo da Cedro Têxtil e do Museu de Artes e Ofícios – MAO”,  explica o curador da exposição, professor Antônio Fernando Batista Santos, doutor em Artes Visuais e coordenador do curso de Design de Moda da Fumec. A responsável pela pesquisa foi a historiadora Doia Freire e projeto expográfico é do arquiteto Alexandre Rousset em  co-criação com a Voltz.

O percurso do Museu está dividid da seguinte forma.

APRESENTAÇÃO: O ALGODÃO DA PLANTA À FIBRA

Neste primeiro espaço, o visitante será apresentado aotema algodão, sua natureza e sua presença na nossa cultura desde tempos imemoriais, e poderá sentir a proximidade das plumas tornadas fibras depois de terem sido separadas das sementes.

TRANSFORMAÇÃO: DA PLUMA AO PANO

Aqui, está detalhado todo o processo – basicamente universal e milenar – empregado para transformar o algodão em tecido plano, desde o descaroçar e cardar a fibra até a produção dos mais variados gêneros têxteis.

SUPERFÍCIE: IMPRESSÕES DA INDÚSTRIA TÊXTIL

Esta sala mostra a arte de estampar os tecidos em Minas Gerais a partir do início do século 20, com os tradicionais cunhos e matrizes e as amostras de estampas de repertório decorativo variado, desde os primitivos motivos de influência oriental até as flores graúdas e coloridas da chita mineira.

LINHA DO TEMPO: FIO DA MEMÓRIA

Neste ambiente, o visitante vai conhecer sobre a presença do algodão e da arte de trabalhar suas fibras no mundo, no Brasil e em Minas Gerais, em diferentes momentos da história, até meados do século 20.

MEMÓRIA DA TECELAGEM: ACERVO HISTÓRICA

O Estão expostos alguns equipamentos representativos de diferentes fases da tecelagem manual e industrial, em Minas Gerais, com destaque para exemplares que pertencem ao acervo da Cia. Cedro Cachoeira.

Ficha técnica

Prefeitura de Belo Horizonte | Marcio Lacerda

Fundação Municipal de Cultura | Leônidas José de Oliveira

Diretoria de Museus e Centros de Referência | Yuri Mello Mesquita

Museu da Moda de Belo Horizonte | Marta Guerra

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO | Janine Avelar

ASSESSORIA DE MUSEUS E CENTROS DE REFERÊNCIA | Maria Carolina Ladeira

Curadoria | Antônio Fernando B. Santos (FUMEC)

Pesquisa e textos | Antônio Fernando B. Santos (FUMEC), Doia Freire e

Valéria Said Tótaro

Concepção GERAL | Marta Guerra

ESTRUTURAÇÃO CONCEITUAL | Alexandre Rousset, Antônio Fernando B. Santos

(FUMEC), Alessandra Maria Soares e Cláudio Santos Rodrigues (Voltz)

Projeto Expográfico | Alexandre Rousset

Execução e Montagem Exposição | Joaquim Agostinho Pereira

(Artes Cênica Produções)

Design Gráfico | Cláudio Santos Rodrigues e Fabiano Fonseca (Voltz)

Produção Gráfica | Alessandra Maria Soares e Renato Moura (Voltz)

Vídeo | Cláudio Santos Rodrigues e Tarcísio Ferreira (Voltz)

SOM | Fabiano Fonseca (Voltz)

Acervo | Cedro Textil e Museu de Artes e Ofícios

Conservação de Acervo | André Andrade

Projeto Luminotécnico | Edwiges Leal e Ricardo Sobreira (Interpam)

Produção Executiva | Lilian Nunes, Sirlene Magalhães, Gabriel Patim

e Thatiana Lanna (Coreto Cultural)

Aceleração de Marca | Marcela Bueno, Chris Vinti, Augusto Nascimento

e André Maga (Formiga)

Assessoria de Imprensa | Heloisa Aline (Salamandra)

Revisão de Texto | Vanice Araújo

Gestão Financeira | Ruth Leia Amaral

Equipe MuMo | Amanda Gabrielle, André Dias, Bianca Perdigão, Carolina Bicalho,

Cipriano Cunha, Fábio Matos, Fernanda Alves, Isabela Itabayana, João Carlos Souza,

Lucilene Morais, Marcelo Nunes da Silva, Marcus Maciel, Maria Carolina Ladeira,

Maria do Carmo Costa e Silva, Maria Ribeiro, Patrícia Rodrigues Vilela, Pedro Melo,

Raquel Carneiro, Rogério Flores Fernandes, Simone Luiza Dias, Simone Sobrinho,

Susan Barnes, Wanda Lúcia Garcia

Categoria: #voltz20anos, Exposição, Museus, Sinalização, Video em 12/12/2016