Festival

24 Cultura Inglesa Festival

2021_ O ANO DA REINVENÇÃO

O 24º Cultura Inglesa Festival aconteceu de 6 a 28 de março de 2021 – pela primeira vez em formato digital. Mais de 70 mil pessoas, curtiram uma programação incrível, com mais de 70 eventos e conteúdos diversos de arte, cultura e educação, gastronomia, meio ambiente, ciência, tecnologia e muito mais.

Mais que um site efêmero, propusemos a construção de um sistema: a criação de uma plataforma viva, interativa, escalar, expansível e colaborativa, com potencial para se tornar permanente e relevante, podendo evoluir para um instrumento eficaz de comunicação institucional e um espaço expandido de cultura, ensino e aprendizagem.

A centralidade do usuário e sua experiência foi o ponto de partida para a criação de um sistema que provocasse uma conversação em torno do conteúdo e da proposta de curadoria do Festival. A envergadura e suas possibilidades possibilidades tornam a plataforma digital do 24 Cultura Inglesa Festival um projeto que tem tudo para ser permanente, em constante evolução.

FEATURES

HOME / HIGHLIGHTS [destaques em paralaxe] / PANORAMA [atrações apresentadas de forma lúdica e interativa através de cards "colecionáveis"] / CALENDÁRIO INTERATIVO / FILTRAGEM DE CONTEÚDO / MEU FESTIVAL [espaço do usuário customizável com sua seleção de atrações, onde ele poderia montar seu próprio festival] / @CULTURECAFE [ambiente híbrido real-virtual_ área de transmissão de lives, e programações aleatórias em tempo real com feed de atrações flutuante; espaço de interação entre usuários] / RED BOX [dispositivo de interação da Cultura Inglesa com o usuário] / DISPLAY [linha de informações em tempo real adequadas para cada seção do site] / FERRAMENTAS DE ACESSIBILIDADE [interfaces ajustáveis para facilitar a fruição de pessoas com deficiência com ajustes diversos] / ÁUDIO DESCRIÇÃO e TRADUÇÃO EM LIBRAS de boa parte do conteúdo

CULTURE (RE)START
DIREÇÃO GERAL: LILIANE REBELO
CURADORIA E COORDENAÇÃO DE PARCERIAS: LILIANE REBELO E NATÁLIA MALLO

PLATAFORMA: direção de criação e coordenação executiva ROGÉRIO VELLOSO conceito, criação e identidade visual CLÁUDIO SANTOS, GUSTAVO SANTOS, JULIO DUI e ROGÉRIO VELLOSO heads de design e ui GUSTAVO SANTOS e JULIO DUI gramática de experiências e arquitetura de informação CLÁUDIO SANTOS design e prototipia IVAN DE CASTRO apoio operacional ALESSANDRA M. SOARES videografia ROGÉRIO VELLOSO e DOUGLAS AGUIAR motion design JULIO DUI assistência LOURENÇO DINIZ, SOFIA DINIZ e MARCOS CASA engenharia DOOIS WEB animações e micro-interações THE GOODFELLAS e JEAN GONTIJO direção de operações the goodfellas CAROLINE RUA desenvolvimento de front-end MATEUS MORAES integração de back-end GLADSTON GARCIA

Inspirado no universo de lygia clark. Suas dobraduras em “bichos” como referência para o espaço online que se expande e permite caminhos diversos para o navegante.

Conceito, projeto, desenvolvimento e identidade visual
calma creative hub || em parceria com os estúdios || mono + polar studio + voltz

VEJA MAIS:
https://calma.art.br/24-cultura-inglesa-festival


Categoria: Aplicativo, Audiovisual, Experimental, Exposição, Festival, Identidade Visual, Internet, Mostra, Música, Palestra, Performance, Planejamento Estratégico, Plataforma, Sistema, Video, Website em 08/08/2021    


 
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INDIE 2020 – ONLINE

A IDENTIDADE GRÁFICA E AUDIOVISUAL

Nesta edição do INDIE FESTIVAL, a identidade visual partiu da necessidade de se adequar a este momento de pandemia/quarentena. A curadoria e nós refletimos muito sobre o apego à presença, ao significante “cinema” , aquele da sala escura, dos cheiros, da companhia, dos amigos e da movimentação que um festival causa. Os cinemas como espaço físico e metafísico que não podem morrer! Porém essa adaptação se fez necessária, porém a de familiaridade com o digital da Zeta Filmes, existe há 20 anos. Em 2000 foi criado um festival de cinema online, o primeiro do Brasil que se chamava Brasil Digital, e depois se tornou o Fluxus (festival Internacional de cinema na Internet) que durante anos foi um festival com competição e votação online para filmes curtos no mundo inteiro… Ou seja para a ZETA FILMES, o Fluxus era este acesso de, certa forma, democrático para filmes experimentais e em formatos curtos e para o cinema expandido, no espaço das galerias e museus de arte. A Voltz está junto nessa jornada desde então, desenvolvendo esses sites, pois nascemos junto com o início da internet e do início da digitalização do mundo.

A urgência do mundo digital tem nos trazido uma nova forma de relacionar e produzir. Tem sido assim, neste ano de 2020 em quase tudo. As coisas parecem fragmentadas em seus processos, na forma de entender, apresentar e de comunicar. Começamos nas videoconferências, pulamos pro zap, recorremos ao email, voltamos para o zap, conversamos por voz, etc. Montamos um grupo, outro derivado, outro sobre questões específicas e por aí comentários ficam nas nuvens e se perdem. Essa multiplicidade de meios e formas talvez tenha nos tirado algo, talvez faça que falas e aspectos importantes se percam e não se materializam num processo que acostumamos para a construção e produção conceitual, formal e do conhecimento.

É preciso revisitar os rastros e registros desses fragmentos com isso reorganizá-los (quando eles ficam ou quando conseguimos achá-los). Mas isso exige tempo, dedicação, cuidado, vontade. As novas demandas e urgências nos tomaram um tempo precioso para que seja possível fazer os detalhes e as sutilezas serem perceptíveis e revelados com mais intensidade. Talvez o distanciamento presencial tenha diminuído a nossa capacidade de se conectar com o campo sutil, que às vezes nem percebemos, mas que está ali, através do cheiro do café, de pequenos olhares e gestos, a visão ampla de um ambiente, um olho no olho, um abraço apertado e aperto de mão antes e depois de uma reunião. Parece que algo nos foi tirado e com isso uma sensação do vazio e de que a ALMA das coisas tenha se perdido. Mas esse é o espírito desse tempo. E é nele que estamos agora. Mas é com tudo isso também que podemos procurar os “nós” e deixar um registro que carregue essa intensidade.

SOBRE O SITE / PLATAFORMA: http://www.indiefestival.com.br/2020

O festival será todo online com sessões marcadas e únicas como em qualquer festival de cinema, (o formato escolhido reproduz um pouco dos festivais presenciais com sessões e programação), vc entra (faz seu cadastro/login) e assiste o que está passando naquele horário. Durante os oito dias do festival as sessões começarão a partir das 15 horas, e o site terá cerca de 8 horas diárias de cinema. Os filmes terão sessões e limites de views/espectadores que variam de 200 a 800 por sessão, portanto, fora do horário das sessões ou se alcançar o limite de visualizações, os filmes ficarão indisponíveis. São filme inéditos no Brasil que ainda podem vir a ser lançados nos cinemas, após a pandemia da Covid-19.

REFLEXÕES ACERCA DA SÍNTESE ÁUDIO-GRÁFICO-MOVENTE DO INDIE 2020 / ONLINE

Com um olhar atento e múltiplo que pode ajudar a revelar o que ainda só esteja escondido, trabalhamos na vinheta, que chamamos de síntese áudio-gráfico-movente. Sobre a animação faltava dar um destaque para os ícones que formam a logo e sobrepor as camadas de cor e os letterings. Fazer pequenas “aglomerações” que permitissem ter mais sensações gráficas dos tipos e das cores que ao se encontrar promovem diferentes percepções.

Sobre o áudio, a partir dos comentários, de um ouvir sensível da Alessandra M. Soares, e das conversas entre Cláudio Santos, Fabiano Fonseca  e Leonardo Rocha Dutra, fomos interferindo e maturando a trilha, sugerindo um ruído aqui, uma batida ali, e eles chegaram em 3 resultados, que tem uma base comum e características próprias. Todas terminam com o burburinho de pessoas, remetendo ao ambiente da sala de cinema antes de cada sessão.

Nesse ambiente digital, a possibilidade de muitas ferramentas estarem nas nossas mãos, nos permitem ter um certo controle sobre coisas, que antes não nos cabiam. Estamos agora em múltiplos lugares e fazendo mais coisas. Seja dando aula-online, onde a sala de aula é uma plataforma, ou preparando um festival, onde quem controla a exibição e distribuição é também que cria e faz a curadoria, ou produzindo a identidade gráfica que tem que se fazer presente mais ainda sobre os excessos de conteúdos audiovisuais existentes.

Vinheta versão tecno

Vinheta versão pop

Vinheta versão minimal

Créditos vinheta Indie 2020:
Direção: Cláudio Santos Rodrigues
Animação: Leonardo Rocha Dutra
Trilha Sonora: Fabiano Fonseca


Categoria: Animação, Audiovisual, Experimental, Festival, Identidade Visual, Internet, Plataforma, Presença Digital, Video, Website, campanha em 18/10/2020    


 
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Projeto transmídia com uso de Realidade Aumentada no Festival MARTE 2019 com JANDIG / Escola de Design/UEMG

Um dos organizadores do Festival Marte 2019 – Erick Krulikowski – trouxe uma proposta inovadora de sinalização e de valorização da identidade territorial para o evento que acontece dos dias 25 a 28 de julho em Ouro Preto. A ideia foi a de promover uma experiência de produção de conteúdo em realidade aumentada para ser exibida durante o festival, a partir de uma conexão entre o projeto JANDIG com o curso de Design Gráfico da ED/UEMG, através dos 67 alunos de graduação, que estão no 7º período cursando a disciplina MPP4, ministrada pelo professor Cláudio Santos Rodrigues, que também é diretor da Voltz.

Ao longo do 1º semestre as alunas e alunos do turno da manhã e da noite tiveram uma etapa de fundamentação teórica e se prepararam para lidar com questões relativas ao desenvolvimento de uma animação aplicada em uma mídia nativa e acionada a partir de um marcador impresso através de dispositivos móveis. Para isso, contaram com a orientação coletiva do professor e do VJ pixel (idealizador do Jandig), da mediação de Hebert Valois (responsável pela implementação e produção gráfica) e também com tutoria do aluno Ivan Castro, recém-formado na Escola de Design. Optou-se por dividir as turmas em grupos de no máximo 5 integrantes, onde cada coletivo tinha o desafio de desenvolver um roteiro, os marcadores e as micro animações de até no máximo 20 segundos, tendo como referência as especificações apresentadas em sala de aula pelo VJ pixel. Cada grupo fez uma pesquisa histórica dos locais selecionados, com o objetivo de apresentar ideias que fossem para além das informações turísticas. As avaliações das etapas desenvolvidas pelos alunos eram validadas em reuniões virtuais, onde eles recebiam novas instruções que deveriam ser apresentadas nas aulas seguintes.

Como o Festival MARTE já veio com o propósito de ocupar três pontos turísticos da cidade de Ouro Preto, a ideia final foi de se criar um percurso narrativo junto aos 9 lugares de importância histórica que foram mapeados ao longo desse trajeto: Museu da Inconfidência / Igreja de Nossa Senhora do Carmo / Casa da Ópera / Cine Vila Rica / Casa dos Contos / Antiga Casa de Tiradentes / Igreja São José / Casa do Tipoeta Guilherme Mansur / Igreja do Rosário.

O resultado gerou um rico processo para os alunos e para todos que participaram, pois foi desenvolvido um projeto real, que usou a tecnologia de realidade aumentada, dialogando com os princípios do design audiovisual expandido que são aplicados na disciplina. O projeto Jandig proporcionou aos jovens designers um outro modo de projetar, produzir e propagar suas ideias junto ao repertório de exposições no ambiente digital do projeto.

Já o Festival proporcionou uma nova experiência de sinalizar e informar o público no deslocamento entre as atrações, através do acesso a conteúdos históricos com uso dos celulares,
de forma lúdica e inovadora.

———–

Para validar os textos e aprovação da narrativa urbana, o projeto foi apresentado ao tipoeta @guilhermemannsur numa frio manhã de domingo em Ouro Preto. Ele testou o sistema e viu o seu casarão em Realidade Aumentada, através dos tipos em movimento.

A sinalização foi incorporada ao território, e o Jandig permitiu que os smartphones fossem usados para ler marcadores, que são desenhos fixos colocados em diferentes pontos da cidade. Os marcadores e os cartazes que continham a descrição do local e a ideia da animação, foram distribuídos em placas próximas aos pontos citados.

Foi realizada uma visita guiada pelo percurso com os realizadores e convidados no dia 27.07.2019 (Sábado). O encontro partiu do Museu da Inconfidência às 16h30, passou pela casa de Guilherme que nos esperava na sacada de sua casa no Largo do Rosário e terminou com uma roda de conversa com vista do por-do-sol na Igreja São José.

Para disparar as animações basta acessar o App oficial através dos links:
https://jandig.app/
https://jandig.app/marte2019/

O Marte Festival aconteceu de e 25 a 28 de julho de 2019 – Ouro Preto – MG
https://martefestival.com.br/
instagram.com/martefestival/

Vida longa ao Jandig, ao Marte e à Universidade Pública de MG!!!

Cláudio Santos Rodrigues (Professor da ED-UEMG ) – http://ed.uemg.br
VJ pixel (Idealizador do Jandig) – instagram.com/jandig.art/


Categoria: Animação, Aplicativo, Evento, Experimental, Exposição, Festival, Instalação, Internet, Palestra em 15/07/2019    


 
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Voltz 2018

Recorte das Soluções audiovisuais / transmídia realizado ao longo dos 22 anos da Voltz e apresentada no MAX Audiovisual Expo. Agradecimento especial aos antigos e novos parceiros que estão juntos da gente ao longo de todos estes anos!


Categoria: #voltz20anos, Animação, Aplicativo, Arquitetura, Arquivo, CD / DVD, Curadoria, Curso, Editorial, Evento, Experimental, Exposição, Festival, Filme, Gastronomia, Identidade Visual, Instalação, Internet, Moda, Mostra, Museus, Música, Oficina, Palestra, Performance, Plataforma, Publicações, Sinalização, Sistema, Tipografia, Video, Voltz, Website, campanha em 21/01/2019    


 
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INDIE 2018

Viva o @indie_festival ! 18 anos de parceria!  Inspiração gráfica que remonta à 1ª logo do festival! Acrescentando ao fazer/agir o sentir/emanar/arder. Ver o invisível como alternativa de permanência! Emanar boas energias com convicção e potência!

Quando a arte imita a vida ou vice-versa? Toda arte do INDIE FESTIVAL 2018 em vermelho e com “a chama” foi criada inspirada na ideia da revolução das ideias, daquilo que precisa ser explicitamente dito, questionado, modificado. Do nosso momento político “ardente” que se manifesta nas ruas, aqui, nas redes sociais, nas artes, de uma indignação profunda pelas injustiças sociais de um país que está um CAOS, literalmente em chamas. Mas “a chama” (chaminha) também traz, na esteira de muitas ideias … assim como a palma da mão; o espírito INDIE – e um cinema mundial cheio de desafios, que busca caminhos originais, quem sabe (ainda!) revolucionários?

Quem sabe ainda desconhecidos, instintivos, premonitórios? É fato: estamos em ebulição: social, econômica e cultural. Infelizmente, a tragédia se abateu sobre nós… no Brasil. A arte do INDIE foi criada pela @voltzdesign bem antes do incêndio no Museu Histórico Nacional, totalmente destruído pelas chamas e pelo descaso governamental, no último domingo, dia 02/09. Estamos impressionados, horrorizados e solidários a todos que sofreram diretamente com esta tragédia. E tristes por nós mesmos que perdemos grande parte dos registros da nossa história. Salvem os museus!  Salvem o cinema!

Identidade visual, peças gráficas, sinalização, vinheta e website:
Voltz Design

Direção de criação e produção:
Alessandra Maria Soares e Cláudio Santos Rodrigues

Designers:
Cláudio Santos Rodrigues e André Travassos

Vinheta:
Cláudio Santos Rodrigues (direção), Emerson Bragança (edição)

Trilha sonora:
Moons – Fire Walks with Me

Website (programação):
Lucas Junqueira

Assessoria de Imprensa:
ProCultura


Categoria:
Animação, Evento, Experimental, Festival, Identidade Visual, Sinalização, Video, Website em 12/09/2018    


 
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Ágora / Saramenha Artes e Ofícios


Das origens ancestrais, européias e das américas, africanas, indígenas, brasileiras, mineiras, barrocas e modernistas. A Tipografia LIBERDADE continua sua trajetória centenária, que veio do rio Araçuaí até Jequitinhonha, passando por Belo Horizonte. No dia 12 de outubro de 2017 se instalou em Ouro Preto para se conectar mais profundamente com uma história que revela o ato da fala, das mãos, do gesto, do barro, do fogo, da madeira, do papel, da tinta e dos metais. Um novo espaço para toda forma de impressão e expressão e para uma melhor compreensão da nossa história através de experiências artísticas, educativas e culturais !!!

O espaço da Saramenha de Artes e Ofícios, localizado em Santo Amaro de Botafogo à 5 quilômetros de Ouro Preto já se propõe como um museu vivo e é voltado para o resgate dos antigos ofícios, principalmente ao manter ativo um tipo de se produzir cerâmica vitrificada, técnica que Padre Viegas (o pioneiro da tipografia no Brasil), trouxe de Portugal ao retornar em 1802, conforme descrito por Paulo Rogério Ayres Lage no livro “Cerâmica Saramenha – A Primeira Manufatura de Minas Gerais”. Aqui se deu a liga necessária para esse reencontro de técnicas em seu local de origem.

Nos dias 21 e 22 de julho de 2018 aconteceu a Oficina ÁGORA de Tipografia, lá na Cerâmica Artes e Ofícios e como ação integrada ao Festival de Inverno de Ouro Preto, Mariana e Região. Reinaugurada a Tipografia Liberdade, utilizando também equipamentos da Tipografia do Zé, 62 pontos e TipoLab-ED/UEMG. Final de semana produtivo com mais um ponto vivo da #redetipográfica.

Mais um passo do projeto ÁGORA que vem sendo construído há algum tempo. Foi também o momento de recolocar a Tipografia Liberdade em funcionamento novamente, agora num contexto que conecta passado e presente. Veja o processo de Restauração da Tipografia Liberdade >>


Categoria: Curso, Evento, Exposição, Festival, Gastronomia, Museus, Oficina, Palestra, Tipografia, Video em 26/07/2018    


 
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Sou do Mundo, Sou Minas Gerais – Instituto Unimed

Unimed – Sou Minas Gerais

o Instituto Unimed-BH é o patrocinador do Festival Cultural de Belo Horizonte, que foi realizado dia 23 de outubro, no Grande Teatro do Palácio das Artes. O evento artístico celebrou a universalidade da mineiridade e foi inspirado na arte produzida em Belo Horizonte nos últimos 45 anos.

Com o tema “Sou do mundo, sou Minas Gerais”, o espetáculo fez uma homenagem à frase conhecida em todo o Brasil pela canção “Para Lennon e McCartney”, composta por Fernando Brant, Márcio Borges e Lô Borges e imortalizada na voz de Milton Nascimento, no início da década de 1970. A montagem cênico-musical percorreu do Clube da Esquina ao Pop Rock, passando por seus poetas, pela cultura popular, pela religiosidade, pelo teatro, pela dança, pelos ritmos de seus tambores, pela tradição, pelo novo e pelo desejo de síntese.

O Festival contou com 400 participantes dos cursos de percussão, balé, coral lírico infantil e dança de rua da Escola de Artes, projeto viabilizado pelo Instituto Unimed-BH no Aglomerado do Morro das Pedras. Como convidados, contará com apresentações do grupo de percussão e de congado Bloco Saúde, com regência de Maurício Tizumba, em parceria com a Associação Cultural Tambor Mineiro, além da Orquestra Sinfônica de Betim, o Coral Unimed-BH, o Grupo Jazz Mira e o Grupo de Palhaços Uniclown.

Direção artística: Gilvan de Oliveira, músico, arranjador e diretor musical do grupo Ponto de Partida
Direção de cena: Inês Amaral
Direção de produção: Lilian Nunes (Coreto)
Direção de produção audiovisual: Alessandra Maria Soares (Voltz)
Cenografia digital (executada ao vivo): Cláudio Santos Rodrigues (Voltz), Chico de Paula e Henrique Roscoe


Categoria: Animação, Evento, Festival, Performance em 06/04/2017    


 
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Foto em Pauta 2016 – Performance audiovisual

Performance Audiovisuai – Rede Tipográfica de Minas Gerais from Voltz Design on Vimeo.

Por causa das fortes chuvas, as 2 performances programadas (para sexta e sábado) se modificaram em um ensaio aberto no sábado a tarde e uma apresentação oficial a noite. André Travassos, no violão (Câmera) e Renato Moura, na percussão (Pequeno Céu) criaram o clima sonoro para o sistema que alternava os vídeos e fotos a partir do uso da alavanca da prensa centenária.



A intenção era comemorar os 20 anos da Voltz participando nos eventos de parceiros. A partir de todos esse envolvimento com essa edição do Foto em Pauta em torno dos clichês fotográficos e do uso da tipografia, optou-se por se fazer uma apresentação pública de fragmentos da dissertação de Cláudio Santos Rodrigues. A pesquisa realizada no âmbito da Programa de Pós-Graduação da Escola de Design da UEMG, trata do Design aplicado às tecnologias de rede colaborativa: projeto para difusão da memória coletiva da tipografia em Minas Gerais.


Pesquisa, edição e performance | Cláudio Santos Rodrigues

Imagens | Alessandra Maria Soares e Fábio Martins (ao vivo)
Cláudio Santos Rodrigues, Leonardo Rocha Dutra e Rede Minas (acervo)

Trilha Sonora | André Travassos e Renato Moura (ao vivo)
O Grivo e Lucas Miranda (incidental)

Desenvolvimento de Sistema | Sérgio Mendes

Agradecimentos | Alessandra Maria Soares, Eugênio Sávio, Fábio Martins
Isadora e Miguel Soares Rodrigues, Marcello, W. Tostes e Sergin Castanheira

Jardim do Sobrado 4 Cantos – Tiradentes – 2016


Categoria: #voltz20anos, Aplicativo, Evento, Experimental, Festival, Mostra, Performance, Tipografia, Video em 16/03/2016    


 
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Foto em Pauta 2016 – Oficina tipográfica aberta

Neste ano uma das grandes novidades do 6º Festival de Fotografia de Tiradentes – Foto em Pauta, foi a mostra de Foto Livros. A partir de um edital, foram selecionados livros de fotografia do Brasil inteiro. Partindo disso, entre os dias 05 e 09 de março de 2016, optamos por realizar a produção de um livro tipográfico com base nos clichês fotográficos da Gráfica Assunção de São João del-Rei. Levamos a prensa centenária com o acervo de tipos, herdada como legado, da Tipografia Liberdade do Sr. Sebastião Bento da Paixão de Jequitinhonha, lá para Tiradentes.

Decidimos que o livro se chamaria Saturno e que celebrasse os encontros reais que tivemos nestes dias. Foram longas conversas no porão. Algumas frases surgiram e optamos por colocá-las em dialogo com os símbolos dos elementos químicos que fazem parte do universo da Tipografia. Os clichês foram impressos em laranja e em páginas coloridas revelando seu desgaste e sua constante desmaterialzação. A narrativa sugeria o processo de se ir do chumbo ao Eter (ROR).

Retomamos o contato com a Gráfica Assunção para que nos emprestasse os clichês fotográficos. Escolhemos o papel Rives Tradition para a capa e alguns papéis coloridos para o miolo. Conseguimos uma tinta laranja que deu vida aos clichês de paisagens selecionados pelo próprio Sr. Afonso. O preto ficou para as frases, a página de rosto e o colofão. Em preto imprimimos também um clichê adquirido por Alessandra e Cláudio, diretamente do antiquário pessoal do Sr. John Sommers, há mais de 25 anos atrás.

“O agente que os alquimistas usavam para produzir ouro artificial era a pedra filosofal. Essa pedra, na realidade um pó ou tintura – era também chamada maza, palavra rega para levedura. A pedra filosofal, não é portanto, a substância da qual o ouro é feito, mas o aditivo essencial, o fermento ou catalisador que efetua a transmutação (ou trasnformação) de metal comum em precioso. o metal comum preferido para isso era o chumbo, associado ao planeta (e portanto ao Deus Saturno). O nome grego para Saturno é Cronos, que, por associação com a palavra chronos (tempo), sugere transitoriedade. Assim, Saturno é representado em ilustrações alquímicas, por um velho com uma ampulheta e uma foice. Relacionado a essa alquimia, o processo envolve a conversão de chumbo, metal inferior e símbolo do transitório, em ouro, metal precioso e símbolo do eterno. A alquimia é, portanto, uma tentativa do homem para escapar do tempo enquanto ainda está nele – seu esforço para se libertar da transitoriedade enquanto está nessa vida”. (Dinheiro e magia: Uma crítica da economia moderna à luz do Fausto de Goethe. Hans C. Binswanger, pg 55.)

Fomos além e chegamos ao Eter como simbologia da era digital e da nuvem que tanto nos rodeia.

Oficina Tipográfica Aberta - from Voltz Design on Vimeo.

Oficina Tipográfica Aberta – SATURNO
Tipógrafos  |  Cláudio Santos Rodrigues, Fábio Martins e Marcello W. Tostes
Imagens  |  Cláudio Santos Rodrigues e Fábio Martins
Edição  |  Cláudio Santos Rodrigues
Trilha Sonora  |  Sinos da Igreja do Pilar de São João del-Rei
Agradecimentos  |  Eugênio Sávio, Sr. Afonso, Gráfica Assunção e Sergin Castanheira
Porão do Sobrado 4 Cantos – Tiradentes  - 2016

Categoria: #voltz20anos, Editorial, Experimental, Festival, Mostra, Sinalização, Tipografia em 16/03/2016    


 
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Foto em Pauta 2016 – Impressão em tipografia da Capa do Catálogo e caderno

A relização da capa catálogo e do caderno promocional  do 6º Festival de Fotografia de Tiradentes aconteceu numa sexta-feira, 5 dias antes do festival.

6º Foto em Pauta + Voltz + Tipografia Assunção from Voltz Design on Vimeo.

O desafio era imprimir, em apenas um dia, 3.000 capas no papel ficha ouro 180 gr, a partir de uma composição de clichês fotográficos. Saímos de Tiradentes pela manhã, abençoados pela Serra de São José, rumo a São João del-Rei. Era preciso voltar ainda no final do dia para BH para entregar as capas para a Gráfica Paulinelli que estava rodando o miolo. Saturno/Cronos olharam por nós…

Nos enfurnamos no interior da Gráfica Assunção e começamos a escolher os clichês. Como forma de respeito e homenagem, os clichês dos retratos foram escolhidos a dedo por Sr. Afonso. Ele utilizava talco para identificar cada rosto e lembrava de cada um que se revelava. Após o quebra-cabeça da composição, necessária para encaixar a logo, partimos para o cuidadoso trabalho de limpar cada clichê para se obter a melhor a impressão. Gastamos toda manhã neste processo.

Após a rama montada, partimos para a impressão da primeira cor em vermelho, na heidelberg de leque utilizada nos últimos tempos apenas para numerar notas fiscais. Logo após o almoço, voltamos otimistas, mas a prensa precisava de ajustes e de algum afago para dar conta do recado. Sr. Afonso envolveu todos os funcionários no processo, que foi feito de forma harmoniosa e bem humorada. Seu filho chegou e acabou de deixar a máquina azeitada.


Daí foi só aguardar o tempo da própria impressão e ficar ao lado para acompanhar. Como tudo transcorria dentro do previsto, optamos por imprimir também a capa e montar um caderno promocional do evento. Saímos da gráfica com parte dos impressos às 18h45,  faltando 15 minutos para pegar o ônibus rumo a BH….


Ficha técnica:

Concepção: Cláudio Santos Rodrigues e Eugênio Sávio
Composição: Cláudio Santos Rodrigues e Sr. Afonso
Impressão: Quincas
Ilustração: Thi Rohrmann
Imagens: Cláudio Santos Rodrigues e Miguel Rohrmann
Edição do vídeo: Cláudio Santos Rodrigues
Trilha Sonora: Invisível
Produção: Alessandra Maria Soares e Renato Moura
Realização: Foto em Pauta e Voltz Design
Agradecimentos: A todos da Gráfica Assunção e Sergin Castanheira


Categoria: #voltz20anos, Evento, Experimental, Festival, Mostra, Tipografia em 16/03/2016    


 
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