Animação
INDIE 2018
Viva o @indie_festival ! 18 anos de parceria! Inspiração gráfica que remonta à 1ª logo do festival! Acrescentando ao fazer/agir o sentir/emanar/arder. Ver o invisível como alternativa de permanência! Emanar boas energias com convicção e potência!
Quando a arte imita a vida ou vice-versa? Toda arte do INDIE FESTIVAL 2018 em vermelho e com “a chama” foi criada inspirada na ideia da revolução das ideias, daquilo que precisa ser explicitamente dito, questionado, modificado. Do nosso momento político “ardente” que se manifesta nas ruas, aqui, nas redes sociais, nas artes, de uma indignação profunda pelas injustiças sociais de um país que está um CAOS, literalmente em chamas. Mas “a chama” (chaminha) também traz, na esteira de muitas ideias … assim como a palma da mão; o espírito INDIE – e um cinema mundial cheio de desafios, que busca caminhos originais, quem sabe (ainda!) revolucionários?
Quem sabe ainda desconhecidos, instintivos, premonitórios? É fato: estamos em ebulição: social, econômica e cultural. Infelizmente, a tragédia se abateu sobre nós… no Brasil. A arte do INDIE foi criada pela @voltzdesign bem antes do incêndio no Museu Histórico Nacional, totalmente destruído pelas chamas e pelo descaso governamental, no último domingo, dia 02/09. Estamos impressionados, horrorizados e solidários a todos que sofreram diretamente com esta tragédia. E tristes por nós mesmos que perdemos grande parte dos registros da nossa história. Salvem os museus! Salvem o cinema!
Identidade visual, peças gráficas, sinalização, vinheta e website:
Voltz Design
Direção de criação e produção:
Alessandra Maria Soares e Cláudio Santos Rodrigues
Designers:
Cláudio Santos Rodrigues e André Travassos
Vinheta:
Cláudio Santos Rodrigues (direção), Emerson Bragança (edição)
Trilha sonora:
Moons – Fire Walks with Me
Website (programação):
Lucas Junqueira
Assessoria de Imprensa:
ProCultura
Categoria: Animação, Evento, Experimental, Festival, Identidade Visual, Sinalização, Video, Website em 12/09/2018
Tipoema – Movimento 3
PERFORMANCE MECÂNICO/ANALÓGICO/DIGITAL
TIPOEMA – MOVIMENTO 3
POSLING – CEFET – MG | 10 Anos
Belo Horizonte | 19/06/2018


Categoria: Animação, Evento, Experimental, Performance, Sistema, Tipografia, Video em 18/07/2018
Cartografia Imaginária – A Cidade e suas Escritas

A exposição “CARTOGRAFIA IMAGINÁRIA: a cidade e suas escritas” tem como eixo curatorial um olhar contemporâneo sobre a história urbana e literária de Belo Horizonte. Baseada na ideia de “mapas literários”, a mostra investiga as relações entre cidade concreta e cidade imaginária, num jogo de significados que envolve afirmações e ausências, contaminações e recusas. A exposição faz parte de um projeto mais amplo, chamado Belo Horizonte: cidade literária, uma plataforma de ações culturais transdisciplinares que discutem o espaço urbano e as escritas produzidas sobre a cidade.



Com curadoria de Maurício Meirelles e de Marconi Drummond explora interseções da literatura com as demais linguagens artísticas e seu objetivo é mostrar como, paralelamente ao espaço urbano e às formas objetivas de representá-lo, uma outra cidade, feita de palavras e imagens, vem sendo construída pela imaginação de seus narradores. Em parceria com os curadores a Voltz foi responsável pela identidade visual, sinalização expositiva e projeto audiovisual.


A partir de um acervo múltiplo, constituído por elementos iconográficos (mapas, pinturas, fotografias, lambes, stickers etc.), literários (primeiras edições de livros, jornais e revistas; poemas e trechos de narrativas), audiovisuais (vídeos, animações) e de artes visuais, a intenção da curadoria é lançar um olhar contemporâneo sobre a história urbana da capital.
Categoria: Animação, Editorial, Exposição, Identidade Visual em 28/05/2018
Videoanimação para a exposição de Ana Amélia Diniz – FUGA
A partir do convite dos curadores a animação desenvolvida e elaborada com total liberdade por Cláudio Santos Rodrigues e Leonardo Rocha Dutra, fez com que este trabalho de Ana Amélia, atuasse como uma “artista-escriba que constrói uma espécie de um pórtico videográfico povoado de linguagem pictográfica no qual se nota o retorno dos seres híbridos”.
Nas palavras dos curadores Fabôla Moulin e Marconi Drummond, a exposição FUGA, articula “os desenhos e as cerâmicas, o terceiro excerto da exposição conforma-se na apresentação de uma videografia elaborada a partir de desenhos depositados em inúmeros cadernos da artista e transportados para a linguagem do vídeo.”




Veja os estudo de composição e animação a partir de grid digital do display de LCD da Casa Fiat de Cultura.
Categoria: Animação, Exposição em 10/02/2018
Plataforma digital para Universidade das Crianças – UFMG
Em 2012, desenvolvemos a primeira versão da plataforma da Universidade das Crianças na tecnologia flash. Em 2016, fomos convidados novamente por Débora D’Ávila, coordenadora do projeto, para reestruturar o site, com novas implementações tecnológicas além de tornar sua navegação amigável com os dispositivos móveis.
O projeto envolve professores / pesquisadores e alunos dos cursos de Belas Artes, Ciências Sociais, Comunicação Social, Ciências Biológicas, Fisioterapia e Medicina, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No site você vai encontrar algumas perguntas feitas por crianças, que foram transformadas em programas de áudio e vídeos de animação. Para algumas delas, a ciência tem uma resposta. Para outras, não. Através de uma navegação horizontal, é possível ver as mídias, os colaboradores e a origem das perguntas.
Acesse o site e divirta-se: http://www.universidadedascriancas.org
Categoria: Animação, Internet, Plataforma, Website em 09/02/2018
INDIE 2017
Boa sorte ao Indie e aos amantes do cinema revolucionário deste mundo
Assim começa o texto de Francesca Azzi curadora do Festival há 17 anos.
“Há 17 anos nos perguntamos o que queremos ser como um festival de cinema independente. Há 17 anos a resposta parece estar cada vez mais clara. Com as últimas reviravoltas políticas do país, perdemos a inocência. O INDIE se tornou adulto apesar de ainda não ter alcançado sua maioridade. Se antes nos perguntávamos que tipo de festival gostaríamos de ser, sem seguir formatos prontos, sem sofrer com as forças políticas e econômicas que nos colocavam desafios para nossa existência, hoje queremos seguir sendo o que construímos, ao longo do tempo, como ideia, mas sem abrir mão de nossa liberdade curatorial ou do nosso quase “estatuto” de que um festival precisa necessariamente de conceitos e de filmes que questionem e revigorem o próprio cinema. Um festival como o INDIE pensa em cada escolha, e são elas que tecem os meandros de nossa especificidade enquanto um festival.”
Queremos ser o que somos, e do tamanho que somos, não há nenhuma outra intenção aqui que não a de trazer o pensamento contemporâneo sobre o cinema através dos filmes, dos conteúdos dos filmes, dos diretores dos filmes e da história do cinema. Esta é nossa maneira de fazer política. Um festival é em si um ato político – o cinema é algo que pode revolucionar a maneira de pensar do indivíduo, trazê-lo para um mundo mais íntegro que respeita as diferenças individuais e culturais, que complexifica a vida ordinária para trazer à luz a liberdade estética e experimental. O cinema pode servir a uma experiência libertadora, e abrir para infinitas possibilidades do pensamento.”
O cineasta homenageado este ano foi o francês Philipe Garrel, que nos inspirou com seu cinema intimista. “Marcado pelo preto & branco, pelo silêncio mortal das entrelinhas, por uma música poética ou dramática, e pelo enigma que ilumina a metáfora feminina. E assim será desde sempre.”… Além disso, o espírito de seus filmes dialogam com a proposta de sempre do Indie, de resistir e fazer da forma que seja possível. “Há um consenso entre críticos e teóricos franceses … de que a obra de Garrel poderia ser dividida em dois grandes momentos. Na primeira fase marcadamente mais experimental teríamos os primeiros filmes, que ele mesmo, Garrel, denominaria como realizados nos “anos obscuros” de 1969 a 1979, sem recursos, de maneira mais underground, apoiado pelo grupo de amigos de uma geração que viveu intensamente o maio de 1968 na França.”
O catálogo permitiu conhecer ainda mais o cineastas a partir de vários textos e entrevistas.
Para a identidade de 17 anos anos, bem vividos de forma resiliente e potente, buscamos os detalhes que está no nosso entorno. O que fica ao nosso redor e que nem sempre percebemos. Rastros, fragmentos e sutilezas. Algumas das imagens utilizadas foram produzidas há mais de 7 anos e que agora se revelam para dar vida e trazer o sentimento desta edição.
A marca deste ano parte de letras escritas com pedaços de gravetos e folhas secas. A composição final tratada digitalmente é uma colagem gráfica dessas proposições. A tipografia dos títulos foi uma “typewriter” para remeter ao caráter analógico do texto original. Criamos também um manifesto tipográfico que norteou o processo de criação e a produção fotográfica realizada por Cláudio Santos.
Outra inspiração veio de alguns filmes de Philippe Garrel, onde os papéis de parede com motivos florais aparecem. Eles nos remeteram a uma memória afetiva de elementos que fazem, ou faziam parte da nossas vidas e do nosso imaginário. Daí criamos uma padronagem para a “guarda” do catálogo, a partir de flores secas guardadas por Alessandra Maria Soares por algum tempo. Essa é única parte colorida dos elementos gráficos que produzimos.
Categoria: Animação, Editorial, Evento, Experimental, Filme, Identidade Visual, Sinalização, Tipografia em 17/09/2017
Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand
A partir do desenvolvimento da instalação audiovisual “Desmedido Humano”, que realizamos para o Hermes Pardini no CCBB-BH, fomos convidados para criar a Identidade Visual do Stand para a principal feira do segmento.
Hermes Pardini – Sinalização Audiovisual para Stand


A partir de projeto da arquiteta Isabela Vecci de BH, realizamos um trabalho em parceria com a empresa de montagem Poli Design de São Paulo. O resultado do ficou diferenciado ao utilizar materiais inusitados e soluções visuais. impactantes.
Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand
Além do Stand principal ainda sinalizamos a sala de treinamento com conteúdo dinâmico que anunciava a programação diária.
Ficha Técnica:
Idealização e Realização: Departamento de Comunicação Hermes Pardini
Direção de Criação e Produção: Alessandra M. Soares e Cláudio Santos Rodrigues
Projeto Arquitetônico: Isabela Vecci
Design: Luis Felipe Bacarense
Edição de imagens videowall: Henrique Roscoe
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Edição de conteúdo informativo dinâmico: Marco Nick
Projeto Técnico, 3D e Execução: Poli Design (SP)
Categoria: Animação, Evento, Identidade Visual, Instalação, Video em 15/06/2017
Sou do Mundo, Sou Minas Gerais – Instituto Unimed
o Instituto Unimed-BH é o patrocinador do Festival Cultural de Belo Horizonte, que foi realizado dia 23 de outubro, no Grande Teatro do Palácio das Artes. O evento artístico celebrou a universalidade da mineiridade e foi inspirado na arte produzida em Belo Horizonte nos últimos 45 anos.
Com o tema “Sou do mundo, sou Minas Gerais”, o espetáculo fez uma homenagem à frase conhecida em todo o Brasil pela canção “Para Lennon e McCartney”, composta por Fernando Brant, Márcio Borges e Lô Borges e imortalizada na voz de Milton Nascimento, no início da década de 1970. A montagem cênico-musical percorreu do Clube da Esquina ao Pop Rock, passando por seus poetas, pela cultura popular, pela religiosidade, pelo teatro, pela dança, pelos ritmos de seus tambores, pela tradição, pelo novo e pelo desejo de síntese.
O Festival contou com 400 participantes dos cursos de percussão, balé, coral lírico infantil e dança de rua da Escola de Artes, projeto viabilizado pelo Instituto Unimed-BH no Aglomerado do Morro das Pedras. Como convidados, contará com apresentações do grupo de percussão e de congado Bloco Saúde, com regência de Maurício Tizumba, em parceria com a Associação Cultural Tambor Mineiro, além da Orquestra Sinfônica de Betim, o Coral Unimed-BH, o Grupo Jazz Mira e o Grupo de Palhaços Uniclown.
Direção artística: Gilvan de Oliveira, músico, arranjador e diretor musical do grupo Ponto de Partida
Direção de cena: Inês Amaral
Direção de produção: Lilian Nunes (Coreto)
Direção de produção audiovisual: Alessandra Maria Soares (Voltz)
Cenografia digital (executada ao vivo): Cláudio Santos Rodrigues (Voltz), Chico de Paula e Henrique Roscoe
Categoria: Animação, Evento, Festival, Performance em 06/04/2017
O desmedido, humano – instalação audiovisual imersiva
Voltz / Hermes Pardini _ O Desmedido Humano _
A partir da proposta de desenvolver uma experiência sensorial imersiva sobre o corpo humano e todas as suas peculiaridades, o Hermes Pardini lança a instalação “O Desmedido, Humano” dentro da exposição ComCiência. Foi criado um ambiente que possibilite olhar para o interior do corpo humano, por meio de diferentes sensações.

Ao todo, a exposição tem 17 telas sobrepostas e três grandes projeções em multi-telas cenográficas com tecidos semi-transparentes fragmentados, criando camadas e efeito de profundidade. Imagens de órgãos e elementos em 3D e estruturas captadas por meio de exames de imagem, como cadeias de DNA, batidas do coração, ressonâncias magnéticas e radiografias e são alguns exemplos que estarão representados graficamente.
A Galeria 2 do CCBB está ambientada com puffs para que os visitantes vivenciem essa experiência. Para isso, além das imagens que foram trabalhadas plasticamente, com fragmentação e composição cromática, o coletivo O.ST Trilhas produziu uma trilha sonora original, que remeterá com maior proximidade aos sons internos do corpo humano, misturada com uma sonoridade sintética e poética.
Criada a partir da mistura de instrumentos como guitarra, teclados, gongo e xilofone, e sons de objetos como ventilador, água em uma bacia, cântele, sementes, sintetizadores de vários tipos e sons de máquinas de exames e do corpo humano, os belo horizontinos do Coletivo O.ST Trilhas construíram a trilha sonora da instalação. A concepção do som mescla elementos orgânicos e eletrônicos, que possibilitou uma viagem pelo interior humano. Compreendemos que o som enquanto sentido é um elemento fundamental no cotidiano e também será um guia nessa jornada sinestésica da instalação.
O Desmedido, Humano dialoga com a exposição ComCiência de Patricia Piccinini, que também estará em cartaz no CCBB, uma vez que o fio condutor de ambas é o corpo humano. É uma interpretação lúdica com a Genética, a Citogenética, a Terapia Celular com Células Tronco, o Corpo Humano e o respeito as diferenças.
Veja matéria publicada no site do Hermes Pardini >>
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O Desmedido,Humano
CCBB Belo Horizonte – Galeria 2
11 de outubro de 2016 a 10 de janeiro de 2017
Classificação Livre
Entrada Franca
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Realização: Hermes Pardini
Concepção: Alessandra M. Soares / Cláudio Santos Rodrigues (Voltz) e Chico de Paula
Coordenação: Alessandra M. Soares e Aline Xavier
Expografia: Isabela Vecci
Produção: Ana Carolina Antunes
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Gravação: Leonardo Marques (Ilha do Corvo)
Mixagem 5.1: Ronaldo Gino (La Table Produtora de Som)
Edição de imagens: Henrique Roscoe
Tecnologia audiovisual: Flávio Loureiro e Ricardo Rocha (EAV Engenharia Audiovisual)
Categoria: #voltz20anos, Animação, Evento, Experimental, Exposição, Filme, Instalação em 13/10/2016
Indie 2016
Partimos da ideia que vivemos momentos estranhos. OS filmes slecionados para este ano também refletiam isso. O Indie representa a resistência e permanência em meio a toda essa turbulência que vivemos. A escolha do processo da serigrafia para impressão do cartaz, veio por perceber que estes meios de reprodução também remetem a estes conceitos, além de trazer uma ceoncepção de autonomia e as sobreposições que pretendíamos revelar.


Inspirado pela retrospectiva do artista gráfico e cineasta polonês Walerian Borowczyk, criamos a identidade visual do Indie 2016, a partir dos pontos e cores básicas do processo de impressão. A sobreposição de diferentes frequências e ângulos das retículas do magenta e do cyan, proporcionaram camadas e composições gráficas diversas feitas em cima das fotos/frames dos filmes que foram exibidos.
A complexidade da obra do artista e diretor Walerian Borowczyk e o resgate de sua obra através do restauro de todos os seus filmes e o trabalho de difusão (Os filmes de Boro tiveram restrospectiva no LIncoln Center em Nova York, e terão no Centre Pompidou, em Paris, em 2017) foi o assunto do curador Daniel Bird, responsável por este trabalho com os filmes de Borowczyk há mais de 20 anos. Tivemos o aval de Daniel para rediagramar seu Dicionário de Boro, em uma versão reduzida no catálogo..
A vinheta refletiu o processo de impressão em movimento. A partir da estrutura gráfica das retículas e da seapração de cores, junto a uma trilha que juntou elementos e cacos sonoros, a vinheta explorou as possibilidades dessas interpolações.
Produção: Voltz Design | Direção: Claudio Santos Rodrigues | Animação: Leonardo Dutra | Trilha Sonora: Bernardo Bauer | Realização: Zeta Filmes
INDIE 2016 Vinheta BH from Voltz Design on Vimeo.
Categoria: #voltz20anos, Animação, Editorial, Experimental, Identidade Visual, Internet, Mostra, Sinalização, Video em 11/10/2016

















































































