Identidade Visual

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Categoria: Identidade Visual, Internet, Presença Digital em 26/06/2023    


 
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AMBAR – Identidade Visual


Categoria: Gastronomia, Identidade Visual em 08/06/2023    


 
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Indie 21-2023



Categoria: Animação, Audiovisual, Evento, Experimental, Festival, Filme, Identidade Visual, Instalação, Sinalização, Video, Voltz em 25/05/2023    


 
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As Órfãs da Rainha | Identidade Visual


No dia 09 de março de 2023 foi lançado em Cataguases o Filme “As Orfãs da Rainha”. O Filme é uma produção do Polo Audiovisual da Zona da Mata de Minas Gerais com patrocínio do Grupo Energisa e já foi premiado com o Prêmio de Melhor Filme Histórico na14ª edição do Toronto International Women Film Festival, no Canadá, sendo selecionado para o Festival Judaico de Washington, conquistando também duas premiações em Los Angeles, nos EUA.

A identidade visual do filme partiu de impressões portuguesas do século XVI com tipos móveis, utilizando fontes humanistas. Optamos seguir para o caminho da caligrafia, com ascendentes e descendentes longas e rebuscadas, utilizada em manuscritos ornamentados e cartas no século XV e XVI.

O filme é carregado se simbolismos. São mais de 120 minutos em que conhecemos personagens, paisagens, ambientes, aspectos domésticos e culturais, ritos religiosos e, sobretudo, o calvário e redenção em doses particulares dessas 3 irmãs. Optamos por sintetizar a identidade com 3 elementos.

Pinha |  Méssia. A pinha traz o contexto naturalista brasileiro. Faz alusão também as pinturas de natureza morta da personagem.
Estrela de Davi | Leonor. Principal símbolo do judaísmo. O homem com quem Leonor se casa é judeu e perseguido pela inquisição.
Peixe | Brites. O peixe é o símbolo da vida, fazendo alusão a gravidez. Os grafismos do peixe também se conectam com os personagens indígenas.

No século XVI, ‘órfãs da rainha’ era a denominação dada às mulheres que viviam sob a proteção da Rainha de Portugal, no conforto  da corte, até serem  obrigadas pela Coroa Portuguesa a se mudarem para o Brasil. Nesse território totalmente selvagem e desconhecido, elas desembarcavam com a missão de formar família e povoar o novo país.

“As Órfãs da Rainha” é um longa-metragem de ficção no gênero histórico, com roteiro de Elza Cataldo, Pilar Fazito e Newton Cannito, com Direção de Fotografia de Fernanda Tanaka, consultoria do historiador Ronaldo Vainfas, especialista em Inquisição, de Mary del Priori, especialista em história das mulheres e de Uri Lam, rabino. O filme tem a produção da Persona Filmes (MG).

Em sua obra, a diretora acompanha a saga de três irmãs portuguesas – Leonor, Brites e Mércia – que vivenciaram de maneiras diferentes o destino que lhes foi imposto, nesse cenário inóspito do Brasil colonial, agravado pela chegada da Inquisição. Essas três personagens foram vividas por Letícia Persiles, Rita Batata e Camila Botelho, tendo ainda no elenco os destaques femininos de Selma Egrei, Ines Peixoto, Teuda Bara e Jai Batista.


Categoria: Animação, Artesania, Audiovisual, Filme, Identidade Visual, Tipografia em 18/03/2023    


 
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f.oca – Identidade Visual

A f.oca nasceu a partir do casamento de duas experiências de Eduarda Lopes (Duda). A primeira, como proprietária da Britânica Imobiliária por 10 anos e, mais tarde, como designer de interiores.

Na Britânica, eu tive a oportunidade de visitar vários imóveis e reconhecer o potencial deles, mesmo quando num primeiro momento parecia datado demais.

Daí que venho agregar a minha expertise como designer de interiores, trazendo uma ressignificação para esses imóveis.

O Retrofit é uma tendência que surge como uma forma de REVITALIZAR apartamentos, edifícios e outras construções trazendo a eles novas possibilidades dentro de um conceito de design contemporâneo. A partir dessa ideia nasce a f.oca Retrofit.

A f.oca Design de Interiores vem trazendo esse olhar que busca a beleza inusitada, além da funcionalidade e da praticidade nos projetos de interior. Traduzindo em ambientes com estilo e personalidade.

A f.oca Objetos vem trazendo encantos para o olhar!  Uma curadoria de objetos especiais de lugares cheios de história para contar e encantar.


Categoria: Arquitetura, Artesania, Editorial, Fashion, Identidade Visual, Moda em 08/03/2023    


 
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INANA – Identidade Visual


Categoria: Filme, Identidade Visual, Publicações, Sistema, Tipografia, Video, Voltz em 10/02/2023    


 
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Saberes de Costura – MUMO – Museu da Moda de BH

A Prefeitura de Belo Horizonte inaugurou no dia 17 de dezembro de 2022, no Museu da Moda de Belo Horizonte – Mumo, a exposição “Saberes da Costura: do molde à roupa”. A mostra aborda elementos presentes no fazer da costura doméstica e profissional no Brasil no século XX, destacando especialmente a história do Método de Corte Centesimal, criado na década de 1930 em Minas Gerais.

O Método de Corte Centesimal foi criado em Belo Horizonte, no ano de 1934, pela costureira Carmen de Andrade Mello e Silva e seu marido, o engenheiro Antônio Mello Silva. Esse Método nasceu da necessidade prática de se diminuir o número de provas de roupas, passando a estruturar cada molde com medidas individuais. O corte centesimal atravessou gerações e passou a ser ensinado em escolas e faculdades de design e moda, formando milhares de profissionais e criando uma rede de formadoras, em sua maioria mulheres.

O método também foi pioneiro em ideias como sustentabilidade, aproveitamento de recursos, adaptabilidade e diversidade de corpos. “A exposição Saberes da Costura traz muito do que é a missão do Museu da Moda de Belo Horizonte, em especial no que diz respeito à preservação da memória e o estímulo à conservação e pesquisa em moda. Neste sentido, é muito importante mostrar ao público como o Método do Corte Centesimal foi criado e tornou-se conhecido e aplicado nos processos de formação de costureiras amadoras e profissionais.

Trata-se de uma rica história que percorre também a história da nossa cidade, pois esse pioneiro Método foi criado aqui em Belo Horizonte e se tornou uma referência para a costura em todo país. Isso deve ser ressaltado e valorizado”, afirma Eliane Parreiras, secretária Municipal de Cultura. Dessa forma, a partir de uma idealização das curadoras e de belas imagens captadas pelo parceiro de sempre Fernando Biagioni, Alessandra Soares da Voltz dirigiu conteúdos audiovisuais para a Exposição. Foram captados o dia-a-dia de Dona Dora de 92 anos que é continuadora do Método.

Segundo Janaína Melo, diretora de Museus da Fundação Municipal de Cultura, trata-se de um método que introduziu na costura propostas sustentáveis para a elaboração de moldes com melhor aproveitamento de materiais e também adaptáveis aos diferentes corpos. “Como processo de ensino, contribuiu para a inserção de inúmeras mulheres no mercado de trabalho como costureiras profissionais e até professoras que difundiram o método de modelagem no Brasil inteiro.

A identidade visual se baseou nessas histórias e  exposição vai mostrar essa história e nos objetos expostos no Museu, dentre eles,  estão manuais de métodos de corte, costura e modelagem, revistas de moda, réguas de métodos diversos, além de máquinas de costura – algumas delas remontam ao século XIX, objetos presentes em muitos lares e que recuperam uma memória afetiva do ofício da costura.

Há ainda uma série de objetos que contam a história do Método de Corte Centesimal, como os livros do método, cadernos de alunas, diplomas, fotografias, além de modelos de roupas em algodão cru confeccionadas a partir do Corte Centesimal por designs, alunas e instrutoras do método e que permitem um mergulho na moda do século XX.

A exposição, de longa duração, pode ser visitada de quarta a sábado, das 10h às 18h. A entrada é gratuita. A inauguração dessa nova exposição no Museu da Moda integra as celebrações dos 125 anos de Belo Horizonte promovidas pela Prefeitura. A programação completa está disponível no Portal da Prefeitura de Belo Horizonte.
Fonte: Portal Belo Horizonte

EXPOSIÇÃO SABERES DE COSTURA – DO MOLDE À ROUPA
Curadoria: Carolina Dellamore Miriam Hermeto
Coordenação da exposição: Carolina Ladeira
Museologia: Victor Louvisi
Assistente administrativo da exposição: Fernanda Virgínia
Coordenação de figurino: Carolina Franco
Cenografia / Projeto Expográfico: Artes Cênica / Alexandre Rousset
Audiovisual: Voltz Design / Alessandra Soares e Cláudio Santos
Programação: Visual Mangá
Conservação Preventiva: Patrícia Lavall
Iluminação: Gran Produções
Revisão: Ricardo Maciel dos Anjos Tlön Serviços Literários
Assessoria de Imprensa: Júnia Alvarenga
Assessoria de Comunicação Coordenador: Adilson Marcelino
Jornalistas: Fábio Oliveira Naiara Rodrigues


Categoria: Animação, Audiovisual, Editorial, Evento, Exposição, Fashion, Identidade Visual, Moda, Museus, Video, Voltz em 18/12/2022    


 
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MAR – Um Defeito de Cor

A Exposição “Um Defeito de Cor” faz revisão historiográfica da escravidão abordando lutas, contextos sociais e culturais do século XIX. A exposição é inspirada no romance de Ana Maria Gonçalves que propõe uma revisão crítica da diáspora africana. A escritora, ao lado de Ayrson Heráclito, Marcelo Campos e Amanda Bonan, assinou a curadoria da exposição e reuniu 400 obras de, sobretudo, artistas mulheres negras, incluindo Rosana Paulino, Silvana Mendes, Yêdamaria, Maria Auxiliadora, Yedda Affini e Djanira.

Apresenta também obras dos artistas Antonio Oloxedê, Goya Lopes, Kika Carvalho e Kwaku Ananse Kintê concebidas especialmente para a exposição; uma paisagem sonora inédita criada por Tiganá Santana e Jaqueline Coelho; e ainda gravações da leitura de trechos do livro pelas vozes de Ana Maria Gonçalves, Helia Iza da Silva Gonçalves – sua mãe, o que aponta um aceno ao próprio livro que trata da relação entre mãe e filhos – e Leda Maria Martins, pesquisadora de questões de racialidade.

Ao todo serão 400 obras de artes entre desenhos, pinturas, vídeos, esculturas e instalações de mais de 100 artistas de localidades, como Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão e até mesmo do continente africano, em sua maioria negros e negras, principalmente mulheres.

De acordo com a Revista de Museu, “o defeito de cor era um conceito exigido de liberação racial comum no século XIX. Na época, se configurava a racialidade nas questões positivistas, como se pessoas racializadas, indígenas e negras, pudessem ter na sua constituição biológica algo que fosse um defeito, como pouca inteligência, por exemplo. Então, a exposição aborda esse trauma da investigação a partir da trajetória da protagonista do romance, a africana, Kehinde”.

O projeto expográfico de Ayrosn Heráclito e Aline Arroyo dividiu em 10 núcleos, que se espelham nos 10 capítulos do livro e falam de revoltas negras, empreendedorismo, protagonismo feminino, culto aos ancestrais, África Contemporânea, entre outros temas. A identidade visual e sinalização desenvolvida pela Voltz usou elementos do projeto expográfico para criar o ícone que deu origem a uma padronagem exclusiva. A Tipografia que buscou influências nos símbolos Adinkra e nas referências circulares da narrativa do romance.

Na abertura aconteceu um show com a Beija Flor de Nilópolis, que fez todo mundo sambar muito, e lotou o auditório pra prestigiar o debate: “NEGRITUDES 22 – Viva as Narrativas Pretas! A influência das costuras literárias no audiovisual”. Contou com a presença de Ana Maria Gonçalves.

Serviço
Um Defeito de Cor
Local: Museu de Arte do Rio
Endereço: Praça Mauá, 5 – Centro, Rio de Janeiro – RJ
Data: De 10 de setembro até maio de 2023
Funcionamento: De terça a domingo, das 11h às 17h.
Ingresso: Grátis


Categoria: Arquitetura, Evento, Exposição, Identidade Visual, Museus, Sinalização, Tipografia em 11/09/2022    


 
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Estação Mountain Bike – Mariana

O Projeto Estação Mountain Bike vem sendo desenvolvido pela Pedal Verde em diversas cidades históricas de Minas Gerais. Em 2021 foi implantando de forma pioneira na Região dos Inconfidentes com o objetivo de incrementar o ecoturismo e o turismo esportivo.

Mariana é considerado ponto de referência do Mountain Bike, pois há muitos anos é sede de campeonatos como o Iron Biker Brasil e Circuito X Terra. Levando em consideração a popularidade e o crescimento do esporte na região, a Prefeitura de Mariana, com patrocínio da Cedro Mineração, implementou o primeiro Bikestation da Região dos Inconfidentes.

A Voltz foi responsável pela criação de conteúdo e design das 21 Estações/Pontos de Encontro. As placas e estruturas foram instaladas nos locais correspondentes com as rotas comuns aos ciclistas, partindo de Mariana e seguindo para seus distritos, dentre eles Bandeirantes, Camargos, Furquim, Padre Viegas, Passagem e Monsenhor Horta.

As estruturas de madeira contam com postes de energia solar, possibilitando a recarga de eletrônicos como celulares e outros equipamentos. Além disso, as estações trazem painéis informativos, mesas para lanche e descanso, estacionamento para as bikes e QR Code com indicações de localização.

A estruturas são em madeira tratada, certificada e com garantia. Os textos informativos são em dois idiomas (português e inglês) contendo informações importantes para passar ao turista biker como o gráfico, o plano altimétrico, Altitude máxima/mínima, percentual de subida, norte verdadeiro, escala e com a segurança que necessita.

O projeto inicialmente foi implantado em Sabará em 2017 como protótipo com 01 Estação, em Conceição do Mato Dentro com 18 Estações, em Itabira com 15 Estações e Mariana com 21 Estações (Veja um vídeo no facebook).


Categoria: Arquitetura, Identidade Visual, Sinalização em 07/08/2022    


 
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1º Forum Próximo Futuro

No final do ano de 2021, O Instituto Fábrica do Futuro assinou um termo de cooperação com a Prefeitura de Juiz de Fora para iniciar o projeto que tem por objetivo transformar Juiz de Fora em um Polo Internacional de Economia Criativa.

A Voltz criou a Identidade Visual e sinalização 1º Forum Próximo Futuro que aconteceu na cidade mineira entre os dias 26 e 28 de julho de 2022. Tendo a Economia Criativa como fio condutor de toda proposta, a logo partiu inicialmente da abordagem da tríplice hélice, criada por Henry Etzkowitz e Loet Leydesdorff tendo a premissa de que a inovação é dinâmica e sustentável a partir da articulação entre três atores sociais: a universidade, a iniciativa privada e o poder público. Esses três vetores partiram da forma de um coração ao centro, que se conectam por setas que sugerem um olhar primeiro para dentro, para posteriormente se conecte com o mundo.

O evento foi realizado pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), Instituto Fábrica do Futuro e Sebrae Minas, reuniu especialistas e gestores de várias partes do Brasil e do mundo que pensam e trabalham a chamada “nova economia”. O Fórum trouxe reflexões que vão se tornar ações para que as pessoas na cidade possam atuar na perspectiva de uma economia criativa: sustentável, circular, compartilhada, colaborativa, solidária e inclusiva. Para se chegar na programação final, ao longo de 3 meses aconteceu a fase preparatória, que possibilitou os encontros temáticos com os diversos atores da sociedade civil. Junto a isso construímos uma estratégia de comunicação para abordar e conversar com os diferentes setores ligados à Economia Criativa: Cultura, Mídias, Criações Funcionais, e Tecnologia da Informação. Desenvolvemos um hotsite na plataforma EVEN3 com formulário para a criação de um banco de dados que vai permitir a construção de uma plataforma colaborativa de rede.

Durante o evento Juiz de Fora aderiu à “Agenda 21 da Cultura”, documento internacional orientador das políticas públicas de cultura e uma contribuição para o desenvolvimento cultural da humanidade. O ato simbólico ocorreu durante o terceiro dia do “Fórum Próximo Futuro”. A “Agenda 21 da Cultura” foi elaborada no marco do IV Fórum de Autoridades Locais de Porto Alegre ou FAL, o encontro de presidentes de câmaras e representantes de governos locais de todo o mundo, criado, em 2001, no âmbito do Fórum Social Mundial.

O 1º Fórum Próximo Futuro de Juiz de Fora teve dois objetivos principais. O primeiro, abrir caminhos para a adesão de Juiz de Fora a plataformas globais de cidades que se orientam, em destaque, pela Agenda 21 da Cultura e pela Agenda 2030 das Nações Unidas. O segundo, gerar um ambiente favorável para o pensamento e a reflexão, trocas de experiências e conexões, que possa formar uma ‘rede de cooperação local’ capaz de realizar em curto prazo a ‘missão’ de transformar nossa cidade de Juiz de Fora em um ‘Polo Internacional de Economia Criativa’.

VEJA A PROGRAMAÇÃO EM VÍDEO >>


Categoria: Audiovisual, Editorial, Educação, Evento, Identidade Visual, Internet, Palestra, Planejamento Estratégico, Plataforma, Sinalização, campanha em 30/07/2022    


 
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