Cartografia Imaginária – A Cidade e suas Escritas

A exposição “CARTOGRAFIA IMAGINÁRIA: a cidade e suas escritas” tem como eixo curatorial um olhar contemporâneo sobre a história urbana e literária de Belo Horizonte. Baseada na ideia de “mapas literários”, a mostra investiga as relações entre cidade concreta e cidade imaginária, num jogo de significados que envolve afirmações e ausências, contaminações e recusas. A exposição faz parte de um projeto mais amplo, chamado Belo Horizonte: cidade literária, uma plataforma de ações culturais transdisciplinares que discutem o espaço urbano e as escritas produzidas sobre a cidade.



Com curadoria de Maurício Meirelles e de Marconi Drummond explora interseções da literatura com as demais linguagens artísticas e seu objetivo é mostrar como, paralelamente ao espaço urbano e às formas objetivas de representá-lo, uma outra cidade, feita de palavras e imagens, vem sendo construída pela imaginação de seus narradores. Em parceria com os curadores a Voltz foi responsável pela identidade visual, sinalização expositiva e projeto audiovisual.


A partir de um acervo múltiplo, constituído por elementos iconográficos (mapas, pinturas, fotografias, lambes, stickers etc.), literários (primeiras edições de livros, jornais e revistas; poemas e trechos de narrativas), audiovisuais (vídeos, animações) e de artes visuais, a intenção da curadoria é lançar um olhar contemporâneo sobre a história urbana da capital.
Vale das Palmeiras Orgânicos
A Vale das Palmeiras está de cara nova, mas sem perder os valores que sustentam sua vocação! Uma história de mais de vinte anos, que se renova dia após dia, na busca por uma alimentação mais consciente e sustentável!
A Voltz se juntou nessa causa com a Vale das Palmeiras há quase 2 anos. Participamos ativamente dessa trajetória de mudança que vai da identidade visual, à criação de novas embalagens e da manutenção estratégica da presença digital. Relembramos essa trajetória, iniciando pelo contato que veio através do pesquisador Joaquim Araújo, também conhecido como Quincas, que fez seu doutorado em Ecologia, Conservação e Manejo da Vida Silvestre pela UFMG, que junto a outros pesquisadores da conservação criou o Instituto Biotrópicos. Conhecemos Quincas quando desenvolvemos o projeto para a Rede Educativa Inhotim, época em que ele era também o diretor do Jardim Botânico do Inhotim.
A partir de um longo período de encontros, reuniões, conversas, percebemos que compartilhávamos de valores semelhantes. Tanto a Alessandra e o Cláudio (Voltz), como Quincas (através da Biotrópicos e Campeira) e Marcos Palmeira (Vale das Palmeiras) traziam na bagagem 19 anos de experiência e muito trabalho relacionado ao universo de boas causas junto ao meio-ambiente, da alimentação saudável ligada a produção de alimentos orgânicos. Dessa forma, vimos que juntos poderíamos contribuir com um projeto de médio prazo, onde teríamos o desafio de pensar longe, a partir de ações pontuais, além de lidar com um artista reconhecido tanto por seu trabalho de ator, como também por suas ações pioneiras no mundo da produção de orgânicos.
ECOSSISTEMA VALE DAS PALMEIRAS
Como metodologia de trabalho desenvolvemos um mapeamento do Ecossistema da Vale, através de um infográfico que permitia ter uma visão sistêmica e holística de tudo que já vinha sendo construído ao longo destes anos. Com essa visão geral, conseguimos acessar os processos e as relações existentes. Era uma realidade complexa que necessitava de uma reorganização. Foi necessário reduzir e potencializar a presença digital ativando lugares distintos para Marcos Palmeira ator e pessoa física, além de unificar o projeto Vale das Palmeiras (Armazém e Fazenda). Também criamos e ativamos um grupo aberto e público no facebook (Rede Orgânicos Brasil) com a intenção de aproximar pessoas com os mesmos interesses. A Rede, hoje, conta com mais de 1300 pessoas, desde produtores, consumidores e interessados neste universo.
NARRATIVA DOS 5 ELEMENTOS
Em 2017, após uma imersão de 2 dias com toda equipe na Fazenda, localizada em Teresópolis, partimos para um plano de trabalho que dialogasse com o conceito dos 5 elementos. Além da criação de uma paleta de cores para cada área, estabelecemos relações ligadas a cada propósito de atuação. Transportamos esses princípios para narrativa que seria contada nas redes sociais (facebook e instagram) ao longo do ano.
PLANEJAMENTO DE PUBLICAÇÕES, ANÁLISE DE MÉTRICAS E PRODUÇÃO FOTOGRÁFICA
Para cada mês fizemos um planejamento baseado no diagrama dos 5 elementos. A partir da análise de métricas e de um estudo sobre a maior frequência de tipos de imagens, em negócios correlatos, começamos a dar destaque aos produtos em diálogo com os elementos que fortalecessem a essência da marca: imagens da fazenda, bucolismo rural, rio de janeiro com enfoque nos enquadramentos da região do jardim botânico, gávea, mata da tijuca, enaltecendo a beleza natural pujante da cidade do rio (menos praia e mais floresta). A análise de métricas, realizada por Gustavo Baldez, nos mostrou uma evolução de participação, incluindo aí interações mais qualificadas. Entretanto, apontou para necessidade de maior esforço em engajamento, a partir de temas que despertassem atenção e provocassem interação. Vale ressaltar que as publicações com maior desempenho foram aquelas onde apareceram pessoas relacionadas aos ofícios da terra junto aos produtos.
Em relação à produção de imagens, partimos, inicialmente, utilizando o banco de dados do fotógrafo carioca Ronaldo Nina em diálogo com fotos que tiramos nas visitas à fazenda, produções conceituais de produtos realizadas por Alessandra Maria Soares e com destaque para vídeos realizados pelo próprio Marcos e por Gabi Gastal, assim como de fotos enviados diretamente da fazenda pelo agricultor Fernando Viana.
IDENTIDADE VISUAL, EMBALAGENS E PRESENÇA FÍSICA E VIRTUAL
O logotipo da Vale das Palmeiras já existia quando chegamos e consideramos que o mesmo já tinha sua própria personalidade. Partimos então para a padronização do uso de uma tipografia, para posteriormente, migrar todos os conceitos desenvolvidos para as mais diversas aplicações. Com isso fomos dos uniformes do laticínio para o Armazém, que foi embalado com uma roupagem que valorizava as informações da vitrine.

Em relação aos produtos produzidos da Vale, quando chegamos alguns já existiam com embalagens que possuíam diferentes identidades. Começamos a atuar nos rótulos para as embalagens do queijo e requeijão. No final de 2017, em função da nova configuração empresarial que tomava forma, optou-se pela criação de uma nova identidade visual, aplicada inicialmente, nas embalagens valorizando o nome através de uma nova tipografia sem serifa. Mantivemos a imagem do Marcos Palmeira através de uma ilustração e não mais por fotografia. Para essa nova fase, sob a coordenação do Quincas e com direção de criação de Alessandra M. Soares, contamos com a participação dos designers André Travassos, Rodrigo Marchezine e do ilustrador Max Duarte, com produção gráfica de Renato Moura.
DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO VIA PLATAFORMAS ONLINE
A partir de 2018, a Vale das Palmeiras iniciou um novo ciclo, com uma nova estratégia traçada por Marcos e equipe da Campeira/Rehagro (Fábio, Rafael, Quincas e Guilherme Lamego). Com o objetivo de tornar mais acessível todos seus produtos (de laticínos a legumes, frutas e hortaliças) foi estabelecida uma nova parceria com o Clube Orgânico do Rio de Janeio, que passou a assumir toda a logística de entrega com maior comodidade para todos da cidade do Rio de Janeiro. E para este novo momento, fomos apresentando as novidades aos poucos nas redes sociais, até colocar um novo site no ar, que apresenta todo o ecossistema, sua missão, a fazenda, os produtos e parceiros. A coordenação de desenvolvimento e design foi realizado por Cláudio Santos com a produção de textos por Quincas e com a colaboração de Patrícia Reis e Pedro Ayres, além do desenvolvimento pela Nautilos Marketing Digital.
Céu Modernista – Painel de Cobogós – Sede Energisa MG / Cataguases

O projeto arquitetônico dos arrojados prédios da nova sede da Energisa Minas Gerais, tem a assinatura da DBB Arquitetura traz em sua fachada o painel ‘Céu Modernista’, obra que foi criada por Monica Botelho (FCOJB) e Cláudio Santos Rodrigues (VOLTZ) e executada pela equipe da Energisa, comandada pelo engenheiro Vicente Costa e Alexandre.


Criamos um grid com os cobogós azuis na escala do projeto e iniciamos uma construção gráfica a partir de uma referência de um céu constelado. As estrelas eram os cobogós brancos e o desenho das constelações foi grafado com os cobogós amarelos. Um elemento importante foi não ficar preso à constelação de um dia ou do ponto-de-vista da cidade ou do local. Porém, um fato curioso que surgiu ao longo do processo, foi a forma que a ideia foi recebida incorporada pelos diretores da empresa. Eduardo Alves Mantovani, diretor-presidente da Energisa Minas Gerais se deu ao trabalho de subir no alto do prédio e através de uma aplicativo de visualização das constelações detectou a constelação de escorpião. Acabamos incluindo mais este elemento no projeto, trazendo uma carga emocional-afetiva e de engajamento com a ideia.
As constelações que inspiraram o painel e que mais podem se aproximar das que são vistas no hemisfério sul estão dispostas da esquerda para a direita: lince, escorpião, gêmeos, peixes, touro, órion, a pomba, o cinzel (caelum), eridanus, o escultor, a baleia, o dourado, aquário e fênix. Podem ser vistas de dia através da composição das cores dos cobogós.

30 anos da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho
Criada em 1987, a Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho é uma entidade cultural mantida pelo Grupo Energisa. A instituição atua na análise técnica e cultural dos projetos incentivados patrocinados pela empresa mantenedora e é responsável pela gestão dos espaços culturais mantidos pela empresa, tais como: o Centro Cultural Humberto Mauro, o Museu Energisa, o Anfiteatro Ivan Müller Botelho, o Memorial Humberto Mauro, localizados em Cataguases (MG); a Casa de Leitura Lya Maria Muller Botelho, em Leopoldina (MG); a Usina Cultural Energisa, em João Pessoa (PB); a Usina Cultural Energisa, em Nova Friburgo (RJ); e o Espaço Energia, em Campo Grande (MS).
A Voltz foi responsável pelo material de divulgação dos eventos comemorativos dos 30 anos incluindo a inauguração da nova sede da Energisa e do painel “ALEGORIA ELÉTRICA”, criação de Rafael Zavagli e execução do Ateliê Telmo Pereira.
Fomos responsáveis também pela implantação da plataforma digital, com o objetivo de dar visibilidade a todas as ações, projetos e espaços culturais geridos pela Fundação. Criamos um sistema e um banco de dados com diversas filtragens, por cidade, por área de atuação. Ainda disponibilizamos uma linha do tempo diversos depoimentos em vídeo com os mais diversos envolvidos em todo Brasil.
ACESSE O SITE: www.fundacaoormeo.org.br
Videoanimação para a exposição de Ana Amélia Diniz – FUGA
A partir do convite dos curadores a animação desenvolvida e elaborada com total liberdade por Cláudio Santos Rodrigues e Leonardo Rocha Dutra, fez com que este trabalho de Ana Amélia, atuasse como uma “artista-escriba que constrói uma espécie de um pórtico videográfico povoado de linguagem pictográfica no qual se nota o retorno dos seres híbridos”.
Nas palavras dos curadores Fabôla Moulin e Marconi Drummond, a exposição FUGA, articula “os desenhos e as cerâmicas, o terceiro excerto da exposição conforma-se na apresentação de uma videografia elaborada a partir de desenhos depositados em inúmeros cadernos da artista e transportados para a linguagem do vídeo.”




Veja os estudo de composição e animação a partir de grid digital do display de LCD da Casa Fiat de Cultura.
Plataforma digital para Universidade das Crianças – UFMG
Em 2012, desenvolvemos a primeira versão da plataforma da Universidade das Crianças na tecnologia flash. Em 2016, fomos convidados novamente por Débora D’Ávila, coordenadora do projeto, para reestruturar o site, com novas implementações tecnológicas além de tornar sua navegação amigável com os dispositivos móveis.
O projeto envolve professores / pesquisadores e alunos dos cursos de Belas Artes, Ciências Sociais, Comunicação Social, Ciências Biológicas, Fisioterapia e Medicina, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No site você vai encontrar algumas perguntas feitas por crianças, que foram transformadas em programas de áudio e vídeos de animação. Para algumas delas, a ciência tem uma resposta. Para outras, não. Através de uma navegação horizontal, é possível ver as mídias, os colaboradores e a origem das perguntas.
Acesse o site e divirta-se: http://www.universidadedascriancas.org
INDIE 2017
Boa sorte ao Indie e aos amantes do cinema revolucionário deste mundo
Assim começa o texto de Francesca Azzi curadora do Festival há 17 anos.
“Há 17 anos nos perguntamos o que queremos ser como um festival de cinema independente. Há 17 anos a resposta parece estar cada vez mais clara. Com as últimas reviravoltas políticas do país, perdemos a inocência. O INDIE se tornou adulto apesar de ainda não ter alcançado sua maioridade. Se antes nos perguntávamos que tipo de festival gostaríamos de ser, sem seguir formatos prontos, sem sofrer com as forças políticas e econômicas que nos colocavam desafios para nossa existência, hoje queremos seguir sendo o que construímos, ao longo do tempo, como ideia, mas sem abrir mão de nossa liberdade curatorial ou do nosso quase “estatuto” de que um festival precisa necessariamente de conceitos e de filmes que questionem e revigorem o próprio cinema. Um festival como o INDIE pensa em cada escolha, e são elas que tecem os meandros de nossa especificidade enquanto um festival.”
Queremos ser o que somos, e do tamanho que somos, não há nenhuma outra intenção aqui que não a de trazer o pensamento contemporâneo sobre o cinema através dos filmes, dos conteúdos dos filmes, dos diretores dos filmes e da história do cinema. Esta é nossa maneira de fazer política. Um festival é em si um ato político – o cinema é algo que pode revolucionar a maneira de pensar do indivíduo, trazê-lo para um mundo mais íntegro que respeita as diferenças individuais e culturais, que complexifica a vida ordinária para trazer à luz a liberdade estética e experimental. O cinema pode servir a uma experiência libertadora, e abrir para infinitas possibilidades do pensamento.”
O cineasta homenageado este ano foi o francês Philipe Garrel, que nos inspirou com seu cinema intimista. “Marcado pelo preto & branco, pelo silêncio mortal das entrelinhas, por uma música poética ou dramática, e pelo enigma que ilumina a metáfora feminina. E assim será desde sempre.”… Além disso, o espírito de seus filmes dialogam com a proposta de sempre do Indie, de resistir e fazer da forma que seja possível. “Há um consenso entre críticos e teóricos franceses … de que a obra de Garrel poderia ser dividida em dois grandes momentos. Na primeira fase marcadamente mais experimental teríamos os primeiros filmes, que ele mesmo, Garrel, denominaria como realizados nos “anos obscuros” de 1969 a 1979, sem recursos, de maneira mais underground, apoiado pelo grupo de amigos de uma geração que viveu intensamente o maio de 1968 na França.”
O catálogo permitiu conhecer ainda mais o cineastas a partir de vários textos e entrevistas.
Para a identidade de 17 anos anos, bem vividos de forma resiliente e potente, buscamos os detalhes que está no nosso entorno. O que fica ao nosso redor e que nem sempre percebemos. Rastros, fragmentos e sutilezas. Algumas das imagens utilizadas foram produzidas há mais de 7 anos e que agora se revelam para dar vida e trazer o sentimento desta edição.
A marca deste ano parte de letras escritas com pedaços de gravetos e folhas secas. A composição final tratada digitalmente é uma colagem gráfica dessas proposições. A tipografia dos títulos foi uma “typewriter” para remeter ao caráter analógico do texto original. Criamos também um manifesto tipográfico que norteou o processo de criação e a produção fotográfica realizada por Cláudio Santos.
Outra inspiração veio de alguns filmes de Philippe Garrel, onde os papéis de parede com motivos florais aparecem. Eles nos remeteram a uma memória afetiva de elementos que fazem, ou faziam parte da nossas vidas e do nosso imaginário. Daí criamos uma padronagem para a “guarda” do catálogo, a partir de flores secas guardadas por Alessandra Maria Soares por algum tempo. Essa é única parte colorida dos elementos gráficos que produzimos.
25º Fumec Forma Moda
A Voltz é mais uma vez responsável pelo processo de realização do TCC do curso de design de Moda da Universidade FUMEC, que é coordenado por Antônio Fernando Batista dos Santos. Além da produção executiva, direção de arte e identidade visual, cuidamos também de todo desfile e backstage, além da parte técnica e da gestão de conteúdo para exibição ao vivo durante os desfiles.
Para tornar ainda mais agradável a experiência e a visita de nossos convidados durante o 25º Fumec Forma Moda, teremos um pocket show nos intervalos dos desfiles com o artista belorizontino LEAAN. Com curadoria de André Travassos e de Alessandra Maria Soares da Voltz Design, LEAAN mostra algumas das composições do seu primeira disco intitulado “L” que será lançado ainda esse ano. Conheça mais sobre o artista: Leaan “L” álbum de destreia do cantor mineiro conta com produção de Leonardo Marques.
Em seu álbum de estréia o mineiro Leaan, compositor e intérprete dono de uma das mais belas vozes da cena musical de BH, traz músicas que transitam por assuntos como auto-afirmação, romantismo e sexualidade oprimida. Com 8 faixas e previsão de lançamento para o fim de 2017, o disco conta com a produção de Leonardo Marques (Transmissor) e tem influências que vão de Madonna, Silva, Jaloo e Mahmundi, evidenciando a atmosfera dançante que norteia todo o trabalho.
A letra “L”, que dá título ao disco, além de ser a primeira do seu nome, está relacionada a palavras que o artista utiliza para orientar esse caminho, segundo o próprio: “É a primeira letra de palavras que regem o meu atual estado de espírito: “Liberdade”, “Luta”, “Libido”, “Luz”, “Longevidade”, “Lealdade”.
A auto-superação é inspiração constante em suas composições e traz muito da sua vontade de usar a música como forma de conectar: “Além de cantar, criar melodias, experimentar diferentes sons, queria escrever não só sobre mim, mas sobre o meu tempo. Não só a minha realidade, mas a de quem está ao meu redor. Aprender, levantar a minha voz e ajudar a quem precisa falar mais alto. Dar mais uma voz a minha geração”, conclui. (Por Rogério Dias – Aclive Comunicação & Projetos)
Todo ano a Voltz é responsável também pela curadoria do lounge, com a presença de instalações, exposições, produtos de novos designers e djs e também pela parte de gastronomia. Dessa vez o evento foi realizado no Casa Tua, no Bairro Jardim Canadá e contamos com a presença dos parceiros de sempre.

Ficha técnica:
CONCEPÇÃO: Antônio Fernando Batista dos Santos e Rosangela Brandão Mesquita
COORDENAÇÃO GERAL, PRODUÇÃO EXECUTIVA, DIREÇÃO ARTÍSTICA, IDENTIDADE VISUAL E DESIGN GRÁFICO: Voltz Design
DIREÇÃO GERAL E. CURADORIA: Alessandra M. Soares
DIREÇÃO TÉCNICA: Cláudio Santos Rodrigues
DESIGN: André Travassos
CENOGRAFIA: Alexandre Rousset
VIDEOCENOGRAFIA: Fabiano Fonseca
FOTOS: Fernando Biagioni
PRODUÇÃO: Renato Moura
PRODUÇÃO TÉCNICA: Mayko Youssef e Mylene Youssef Aziz Vieira
ASSESSORIA DE IMPRENSA: Salamandra Comunicação / Heloísa Aline
DIREÇÃO DE DESFILES: Rodrigo Cezário
COORDENAÇÃO DE CAMARIM: Alzira Calhau
BEAUTY: Cacá Zech
Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand
A partir do desenvolvimento da instalação audiovisual “Desmedido Humano”, que realizamos para o Hermes Pardini no CCBB-BH, fomos convidados para criar a Identidade Visual do Stand para a principal feira do segmento.
Hermes Pardini – Sinalização Audiovisual para Stand


A partir de projeto da arquiteta Isabela Vecci de BH, realizamos um trabalho em parceria com a empresa de montagem Poli Design de São Paulo. O resultado do ficou diferenciado ao utilizar materiais inusitados e soluções visuais. impactantes.
Hermes Pardini – Videowall e Identidade Visual para Stand
Além do Stand principal ainda sinalizamos a sala de treinamento com conteúdo dinâmico que anunciava a programação diária.
Ficha Técnica:
Idealização e Realização: Departamento de Comunicação Hermes Pardini
Direção de Criação e Produção: Alessandra M. Soares e Cláudio Santos Rodrigues
Projeto Arquitetônico: Isabela Vecci
Design: Luis Felipe Bacarense
Edição de imagens videowall: Henrique Roscoe
Trilha sonora: O.ST Trilhas
Edição de conteúdo informativo dinâmico: Marco Nick
Projeto Técnico, 3D e Execução: Poli Design (SP)
A Família Dionti – Experiência Transmídia no Polo Audiovisual da Zona da Mata
Através de uma iniciativa do Polo Audiovisual da Zona da Mata / Instituto Fábrica do Futuro foi desenhada a ideia da Aceleradora Transmídia, conectando mídias digitais e educação, com patrocínio da Energisa, por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura (MG), e parcerias com BH-TEC e Sebrae-MG.
Entre seus objetivos, estão: a expansão da experiência cultural e audiovisual; o desenvolvimento de novos produtos e formatos; a construção de uma plataforma digital de produção e gestão em rede; consultorias e mentorias criativas especializadas; assessorias técnicas, gerenciais e jurídicas; modelagem de novos negócios e mercados; plano de Comunicação Integrada; fórum e redes de relacionamentos; prospecção de investidores e captação de recursos.
O filme “A Família Dionti”, direção do cineasta e Alan Minas e produção da Caraminhola Filmes, foi escolhido para que fizéssemos a ativação de sua comunicação por seu forte apelo para a área de educação e pela delicadeza no trato de temas como a adolescência, o amor e a morte. A estratégia transmídia aplicada visava ampliar a presença e o alcance do filme, inserindo-o também no mercado da Educação – como experiência-piloto do projeto Plataforma Educativa, do Polo Audiovisual da Zona da Mata – e no Licenciamento de Produtos.
A primeira experiência se deu com Escolas Públicas da região de Cataguases e cidades próximas, onde os alunos cumpriram um Percurso Formativo de Cocriação e Coprodução dos curtas-metragens, em releituras livres do filme. Na sequência, participaram de oficinas e laboratórios coordenados por equipes da Escola Animada e da Cocriativa, com encontros e tutorias presenciais em cada escola participante. O processo de formação se deu também através do PROAR – Plataforma de Produção Audiovisual em Rede, do Polo Audiovisual, onde os coletivos registraram passo a passo suas criações.
A Voltz Design cuidou da ação de comunicação do filme através de uma série de peças gráficas: cartazes, ingresso para sorteio, banners exposto na pré estreia, postal, cartaz, banners para Facebook, arte dos posts, animações, montagem das animações para posts poéticos, artes dos depoimentos (cartelas de crédito, logos etc., para aplicação nos vídeos). Fomos responsáveis também pela construção do site oficial do filme, concebido para desktop e mobile, com desenvolvimento de TI, design, ilustrações, áudios com sons de natureza, gifs animadas e produção de texto
ACESSE O SITE (www.afamiliadionti.com.br):
Participaram da experiência:
Belo Horizonte: Agência 21, Motrix Filmes, Voltz Design e Zap Comunicação
Zona da Mata: Cocriativa, Mutuca Filmes e Picadeiro Digital












































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